O site também disponibilizou “Associação entre Sistema Manchester de Classificação de Risco e Protocolo de Sepse”, uma carta aberta e conjunta do ILAS com o Grupo Brasileiro de Classificação de Risco (GBCR), para orientar as instituições sobre como utilizar o Manchester em conjunto com a triagem do protocolo sepse, visando uma atribuição rápida de prioridade clínica do doente e situação aguda baseado em categorias de sinais e sintomas. “O Sistema Manchester não propõe estabelecer diagnóstico clínico, cujo objetivo é assegurar que a atenção médica ocorra de acordo com o tempo resposta determinado pela gravidade clínica do paciente, e devido a essa característica, havia dificuldade das instituições em aplicá-lo junto as orientações de reconhecimento da sepse propostas pela Campanha de Sobrevivência a Sepse.” – diz Mariana Barbosa Monteiro, enfermeira coordenadora do ILAS.