Doença velha com nome novo

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A medicina progride e muda o nome de algumas doenças, que acabam passando em branco. Treze de setembro foi escolhido como o Dia Mundial da Sepse. O Instituto Latino-Americano de Sepse (Ilas) mobilizará 14 cidades brasileiras (São Paulo, Belo Horizonte, Blumenau, Brasília, Goiânia, Maceió, Manaus, Palmas, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís, Vitória e Teresina) em ações de conscientização. A campanha será feita em locais de grande circulação, como rodoviárias e terminais de ônibus e metrô. Será distribuída uma revista em quadrinhos criada pelo Ilas, retratando de forma simples questões importantes, como o rápido diagnóstico. Profissionais de saúde estarão à disposição para esclarecer dúvidas.A história em quadrinhos será distribuída também a pacientes e seus familiares. Material específico chegará a profissionais de saúde de prontos-socorros e unidades de terapia intensiva (UTIs). A campanha vai atingir 1,7 mil instituições brasileiras.A sepse é responsável por mais óbitos do que o câncer ou o infarto agudo do miocárdio. Estima-se em 15 milhões a 17 milhões os casos registrados por ano no mundo – 670 mil só no Brasil.Ao contrário do que se pensa, a sepse – conhecida antigamente como septicemia ou infecção generalizada – não é problema apenas de pacientes internados em hospitais, pois a maioria dos casos é de pessoas atendidas nos serviços de urgência e emergência.O Ilas avaliou a mortalidade por sepse de pacientes provenientes de prontos-socorros. Os dados revelaram que morrem 53,17% de pacientes com sepse atendidos inicialmente em prontos-socorros de hospitais públicos, enquanto em instituições particulares esse percentual é de 25,8%. Possíveis explicações para essa diferença importante estão na dificuldade do reconhecimento precoce do problema e no número inadequado de profissionais nos prontos-socorros de hospitais públicos.“O reconhecimento precoce é a chave para o tratamento adequado. Todas as instituições devem treinar suas equipes, principalmente de enfermagem, para reconhecer os primeiros sinais de gravidade e dar atendimento preferencial a esses pacientes nos serviços de urgência”, explica o médico intensivista Luciano Azevedo, presidente do Ilas.O tratamento adequado nas primeiras seis horas tem clara implicação no prognóstico e na sobrevida dos pacientes. “Medidas simples, como coleta de exames, culturas, antibióticos na primeira hora e hidratação, podem salvar vidas”, informa Azevedo.O maior grupo de risco é formado por crianças prematuras e abaixo de 1 ano, além de idosos acima de 65 anos; portadores de câncer; pacientes com Aids; e pessoas que fazem uso de quimioterapia ou outros medicamentos que afetam as defesas do organismo contra infecções. A lista inclui pacientes com insuficiência cardíaca, insuficiência renal e diabetes; usuários de álcool e drogas; e pessoas hospitalizadas que usam antibióticos, tubos para medicação (cateteres) e tubos para coleta de urina (sondas).Atenção: qualquer um pode ter sepse. “Embora não existam sintomas específicos, todas as pessoas que têm infecção e apresentam febre, aceleração do coração, respiração mais rápida, fraqueza intensa e, pelo menos, um dos sinais de alerta, como pressão arterial baixa, diminuição da quantidade de urina, falta de ar, sonolência excessiva ou ficam confusas (principalmente idosos), devem procurar imediatamente um serviço de emergência ou o seu médico”, esclarece Luciano Azevedo.O desconhecimento em relação aos primeiros sintomas e, consequentemente, o atraso na procura de auxílio são entraves a serem vencidos. Pesquisa do Ilas em 134 municípios brasileiros mostrou que 93% dos entrevistados nunca ouviram falar de sepse, enquanto 98% tinham conhecimento prévio sobre infarto do coração.
Fonte: Estado de Minas-MG

São Paulo terá ação de conscientização sobre a sepse nos dias 11 e 13 de setembro

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Notícias São Paulo terá ação de conscientização sobre a sepse nos dias 11 e 13 de setembro Ações acontecem na rodoviária do Tietê e em três estações do metrô. Brasil registra 670 mil casos por ano, e mais de 50% vão a óbito. 29/08/2016 0 13 de setembro é o Dia Mundial da Sepse. Para lembrar o cenário sobre a síndrome que mata uma pessoa a cada segundo no mundo, instituições de saúde de todos os continentes promovem ações de conscientização junto à população e aos profissionais de saúde.No Brasil, o Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS) há cinco anos desenvolve atividades de conscientização sobre a sepse, conhecida antigamente como septicemia ou infecção generalizada. Esse ano as ações acontecerão em 14 cidades, entre elas São Paulo (SP).Nos dias 11 e 13 de setembro, profissionais de saúde atenderão às dúvidas da população sobre a Sepse e distribuirão uma história em quadrinho (veja aqui), criada pelo ILAS, que retrata de forma simples a questão da importância do rápido diagnóstico, permitindo o entendimento por leigos. Nesse dia, também, profissionais de saúde estarão à disposição da população para responder às dúvidas.No dia 11 a ação será na rodoviária do Tietê. No dia 13 será ainda maior: rodoviária do Tietê e estações do metrô (Sé, Paraíso e Clínicas), das 8h às 15h.Além das ações voltadas à população, o ILAS enviará a mais de 1.700 instituições de saúde material específico aos profissionais de emergência, pronto-socorro e UTI.Sepse – A sepse é hoje responsável por mais óbitos do que o câncer ou o infarto agudo do miocárdio. Estima-se cerca de 15 a 17 milhões de casos registrados por ano no mundo, sendo 670 mil só no Brasil. Ao contrário do que se pensa, sepse não é um problema apenas de pacientes já internados em hospitais, pois a maioria dos casos é de pacientes atendidos nos serviços de urgência e emergência. O aumento da incidência e a progressiva gravidade desses pacientes fazem com que os custos de tratamento também sejam elevados.O ILAS avaliou em sua base de dados a mortalidade por sepse de pacientes provenientes do prontos-socorros. Os dados revelaram que 53,17% de pacientes com sepse, atendidos inicialmente em prontos-socorros (PS) de hospitais públicos, vão a óbito, enquanto em hospitais particulares esse número é de 25,8%. Possíveis explicações para essa diferença importante incluem dificuldade no reconhecimento precoce e um número inadequado de profissionais nos PS de hospitais públicos.“O reconhecimento precoce é a chave para o tratamento adequado. Todas as instituições devem treinar suas equipes, principalmente de enfermagem, para reconhecer os primeiros sinais de gravidade e dar atendimento preferencial a esses pacientes nos serviços de urgência”, explica o médico intensivista Dr. Luciano Azevedo, presidente do ILAS.O médico alerta ainda que o tratamento adequado nas primeiras seis horas tem clara implicação no prognóstico e na sobrevida dos pacientes. “Medidas simples, como coleta de exames, culturas, antibióticos na primeira hora e hidratação podem salvar vidas”.O grupo de maior risco para o desenvolvimento da sepse é formado por crianças prematuras e abaixo de um ano e idosos acima de 65 anos; portadores de câncer; pacientes com AIDS ou que fazem uso de quimioterapia ou outros medicamentos que afetam as defesas do organismo contra infecções; pacientes com doenças crônicas como insuficiência cardíaca, insuficiência renal e diabetes; usuários de álcool e drogas; e pacientes hospitalizados que utilizam antibióticos, tubos para medicação (cateteres) e tubos para coleta de urina (sondas).Mas, atenção: qualquer pessoa pode ter sepse. “Embora não existam sintomas específicos, todas as pessoas que estão com infecção e apresentam febre, aceleração do coração, respiração mais rápida, fraqueza intensa e, pelo menos, um dos sinais de alerta, como pressão arterial baixa, diminuição da quantidade de urina, falta de ar, sonolência excessiva ou ficam confusos (principalmente idosos) devem procurar imediatamente um serviço de emergência ou o seu médico”, esclarece Dr. Luciano Azevedo.O desconhecimento da população em relação aos primeiros sintomas e, consequentemente o atraso na procura de auxilio, também é um dos entraves a serem vencidos. Uma pesquisa do ILAS em 134 municípios brasileiros mostrou que 93% dos entrevistados nunca tinham ouvido falar sobre a sepse. De forma oposta, 98% tinham conhecimento prévio sobre infarto do coração.Informações: www.diamundialdasepse.com.br I www.facebook.com/diamundialdasepse0
Fonte: Revista Hospitais Brasil-BR

Catorze cidades terão ação de conscientização sobre a sepse, que atinge 670 mil brasileiros por ano

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Em 13 de setembro – Dia Mundial da Sepse -, o Instituto Latino-Americano de Sepse (Ilas) mobilizará catorze cidades brasileiras (São Paulo, Belo Horizonte, Blumenau, Brasília, Goiânia, Maceió, Manaus, Palmas, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís, Vitória e Teresina), para ação de conscientização sobre a sepse junto à população, em locais de grande circulação, como rodoviárias e terminais de ônibus e metrô. Na ocasião, será distribuída uma história em quadrinhos, criada pelo Ilas, que retrata de forma simples a questão da importância do rápido diagnóstico, permitindo o entendimento por leigos. Nesse dia, também, profissionais de saúde estarão à disposição da população para responder às dúvidas. Além disso, o Ilas distribuirá essa história em quadrinho aos pacientes e aos familiares e um material específico para os profissionais de saúde do pronto-socorro e das unidades de terapia intensiva (UTI), em 1.700 instituições brasileiras. A sepse hoje é responsável por mais óbitos do que o câncer ou o infarto agudo do miocárdio. Estima-se cerca de 15 a 17 milhões de casos registrados por ano no mundo, sendo 670 mil só no Brasil. Ao contrário do que se pensa, sepse – conhecida antigamente como septicemia ou infecção generalizada – não é um problema apenas de pacientes já internados em hospitais, pois a maioria dos casos é de pacientes atendidos nos serviços de urgência e emergência. O Instituto Latino-Americano de Sepse avaliou em sua base de dados a mortalidade por sepse de pacientes provenientes de prontos-socorros. Os dados revelaram que 53,17% de pacientes com sepse, atendidos inicialmente em prontos-socorros (PS) de hospitais públicos, vão a óbito, enquanto em hospitais particulares esse número é de 25,8%. Possíveis explicações para essa diferença importante incluem dificuldade no reconhecimento precoce e um número inadequado de profissionais nos PSs de hospitais públicos. “O reconhecimento precoce é a chave para o tratamento adequado. Todas as instituições devem treinar suas equipes, principalmente de enfermagem, para reconhecer os primeiros sinais de gravidade e dar atendimento preferencial a esses pacientes nos serviços de urgência”, explica o médico intensivista Luciano Azevedo, presidente do Ilas. O médico alerta ainda que o tratamento adequado nas primeiras seis horas tem clara implicação no prognóstico e na sobrevida dos pacientes. “Medidas simples, como coleta de exames, culturas, antibióticos na primeira hora e hidratação podem salvar vidas”. O grupo de maior risco para o desenvolvimento da sepse é formado por crianças prematuras e abaixo de um ano, e idosos acima de 65 anos; portadores de câncer; pacientes com aids ou que fazem uso de quimioterapia ou outros medicamentos que afetam as defesas do organismo contra infecções; pacientes com doenças crônicas, como insuficiência cardíaca, insuficiência renal e diabetes; usuários de álcool e drogas; e pacientes hospitalizados que utilizam antibióticos, tubos para medicação (cateteres) e tubos para coleta de urina (sondas). Mas atenção: qualquer pessoa pode ter sepse. “Embora não existam sintomas específicos, todas as pessoas que estão com infecção e apresentam febre, aceleração do coração, respiração mais rápida, fraqueza intensa e, pelo menos, um dos sinais de alerta, como pressão arterial baixa, diminuição da quantidade de urina, falta de ar, sonolência excessiva ou ficam confusos (principalmente idosos) devem procurar imediatamente um serviço de emergência ou o seu médico”, esclarece o doutor Luciano Azevedo. O desconhecimento da população em relação aos primeiros sintomas e, consequentemente o atraso na procura de auxílio, também é um dos entraves a serem vencidos. Uma pesquisa do Ilas em 134 municípios brasileiros mostrou que 93% dos entrevistados nunca tinham ouvido falar sobre a sepse. De forma oposta, 98% tinham conhecimento prévio sobre infarto.
Fonte: Folhablu-BR

Palmas terá ação de conscientização sobre a sepse no dia 13 de setembro na Rodoviária

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Brasil registra 670 mil casos por ano. Mais de 50% vão a óbitoPublicada em 26/08/2016 São Paulo, 25 de agosto de 2016 – 13 de setembro é o DIA MUNDIAL DA SEPSE. Para lembrar o cenário sobre a síndrome que mata 1 pessoa a cada segundo no mundo, instituições de saúde de todos os continentes promovem ações de conscientização junto à população e aos profissionais de saúde.No Brasil, o Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS), há cinco anos, desenvolve atividades de conscientização sobre a sepse, conhecida antigamente como septicemia ou infecção generalizada. Esse ano as ações acontecerão em 14 capitais, entre elas Palmas.No dia 13 de setembro, profissionais de saúde atenderão às dúvidas da população sobre a SEPSE, na Rodoviária de Palmas (Av. Hélio, 125), das 8 às 15 horas.Na ocasião será distribuída uma história em quadrinho (CLIQUE AQUI), criada pelo ILAS, que retrata de forma simples a questão da importância do rápido diagnóstico, permitindo o entendimento por leigos. Nesse dia, também, profissionais de saúde estarão à disposição da população para responder às dúvidas.Além das ações voltadas à população, o ILAS enviará a mais de 1.700 instituições de saúde material específico aos profissionais de emergência, pronto-socorro e UTI.Sobre a Sepse – A sepse hoje é responsável por mais óbitos do que o câncer ou o infarto agudo do miocárdio. Estima-se cerca de 15 a 17 milhões de casos registrados por ano no mundo, sendo 670 mil só no Brasil. Ao contrário do que se pensa, sepse não é um problema apenas de pacientes já internados em hospitais, pois a maioria dos casos é de pacientes atendidos nos serviços de urgência e emergência. O aumento da incidência e a progressiva gravidade desses pacientes fazem com que os custos de tratamento também sejam elevados.O Instituto Latino Americano de Sepse, ILAS, avaliou em sua base de dados a mortalidade por sepse de pacientes provenientes do prontos-socorros. Os dados revelaram que 53,17% de pacientes com sepse, atendidos inicialmente em prontos-socorros (PS) de hospitais públicos, vão a óbito, enquanto em hospitais particulares esse número é de 25,8%. Possíveis explicações para essa diferença importante incluem dificuldade no reconhecimento precoce e um número inadequado de profissionais nos PS de hospitais públicos. “O reconhecimento precoce é a chave para o tratamento adequado. Todas as instituições devem treinar suas equipes, principalmente de enfermagem, para reconhecer os primeiros sinais de gravidade e dar atendimento preferencial a esses pacientes nos serviços de urgência”, explica o médico intensivista Dr. Luciano Azevedo, presidente do ILAS.O médico alerta ainda que o tratamento adequado nas primeiras seis horas tem clara implicação no prognóstico e na sobrevida dos pacientes. “Medidas simples, como coleta de exames, culturas, antibióticos na primeira hora e hidratação podem salvar vidas”.O grupo de maior risco para o desenvolvimento da sepse é formado por crianças prematuras e abaixo de um ano e idosos acima de 65 anos; portadores de câncer; pacientes com AIDS ou que fazem uso de quimioterapia ou outros medicamentos que afetam as defesas do organismo contra infecções; pacientes com doenças crônicas como insuficiência cardíaca, insuficiência renal e diabetes; usuários de álcool e drogas; e pacientes hospitalizados que utilizam antibióticos, tubos para medicação (cateteres) e tubos para coleta de urina (sondas).Mas atenção: qualquer pessoa pode ter sepse. “Embora não existam sintomas específicos, todas as pessoas que estão com infecção e apresentam febre, aceleração do coração, respiração mais rápida, fraqueza intensa e, pelo menos, um dos sinais de alerta, como pressão arterial baixa, diminuição da quantidade de urina, falta de ar, sonolência excessiva ou ficam confusos (principalmente idosos) devem procurar imediatamente um serviço de emergência ou o seu médico”, esclarece Dr. Luciano Azevedo.O desconhecimento da população em relação aos primeiros sintomas e, consequentemente o atraso na procura de auxilio, também é um dos entraves a serem vencidos. Uma pesquisa do ILAS em 134 municípios brasileiros mostrou que 93% dos entrevistados nunca tinham ouvido falar sobre a sepse. De forma oposta, 98% tinham conhecimento prévio sobre infarto do coração.
Fonte: O Girassol-BR

Conscientização sobre a sepse em BH

A sepse, conhecida como infecção generalizada ou septicemia, mata uma pessoa a cada segundo no mundo. Para alertar sobre o problema, o Instituto Latino Americano da Sepse (ilas) vai promover ações em 14 capitais , incluindo Belo Horizonte. A mobilização será dia 13 de setembro, Dia Mundial da Sepse, no terminal rodoviário, na Praça Rio Branco, 100, das 8h às 15h. Na ocasião, será distribuída uma história em quadrinho, criada pelo ilas, e que retrata de forma simples a questão da importância do rápido diagnóstico, permitindo o entendimento por leigos. Nesse dia, também, profissionais de saúde estarão à disposição da população para responder às dúvidas.

Fonte: Estado de Minas-MG

Instituto Latino-Americano de Sepse (ILAS) prepara ações de conscientização sobre a doença

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A sepse é um dos principais problemas de saúde no Brasil, sendo responsável por 30% da ocupação de leitos em unidades de terapia intensiva. Atualmente é a principal causa de morte nas UTIs e uma das principais causas de mortalidade hospitalar tardia, superando o infarto do miocárdio e o câncer.A mortalidade no País pode chegar a 55% dos casos registrados, enquanto a média mundial está em torno de 30-40%. Com o objetivo de mudar esse quadro, o ILAS planeja ações do Dia Mundial da Sepse, determinado em 13 de setembro. 2016 será o quinto ano consecutivo que o Brasil entrará nessa luta, capitaneada mundialmente pelo Global Sepsis Alliance (GSA). Nessa data muitas nações se mobilizam para realizar ações de conscientização sobre esse importante problema de saúde pública mundial. No nosso país, a realização fica sob a responsabilidade do Instituto Latino Americano (ILAS) com o apoio de algumas instituições, como o CFM.Entre as atividades previstas, o Instituto pretende distribuir folhetos informativos para profissionais de saúde e leigos em cerca de 1000 hospitais endereçados para a chefia das unidades de terapia intensiva e também para aproximadamente 700 hospitais, endereçados para a chefia dos serviços de urgência. Além da atuação nos estabelecimentos, o ILAS planeja ainda a entrega de material explicativo para leigos em pontos de alta circulação em 15 cidades brasileiras, feita por enfermeiras que vão esclarecer à população o que é e a sepse.A sepse – Conhecida, antigamente, como septicemia ou infecção no sangue, a doença pode ser definida como a repercussão ou manifestação sistêmica de uma infecção. Significa que a partir de um foco infeccioso, por exemplo, uma infecção urinária ou uma pneumonia, todo o corpo fica comprometido. Conhecida como infecção generalizada, na verdade, não é a infecção que está em todos os locais do organismo. Por vezes, a infecção pode estar localizada em apenas um órgão, como por exemplo, o pulmão, mas provoca em todo o organismo uma resposta inadequada numa tentativa de combater o agente da infecção.O objetivo central das ações sobre a sepse em 13 de setembro é aumentar a percepção da doença tanto entre profissionais de saúde como entre o público leigo e, assim, priorizar a síndrome como uma emergência médica a fim de que todos os pacientes possam receber intervenções básicas, incluindo antibióticos e fluídos intravenosos, dentro da primeira hora. Apesar de o tratamento precoce com intervenções básicas estar associado à melhora na sobrevida, a aderência a essas medidas ainda é muito baixa no Brasil e em diversos locais do mundo.Em nosso país, estima-se que 400 mil pacientes sejam atingidos anualmente, com letalidade em torno de 55%, podendo a chegar a 70%, dependendo das condições da região. “A mortalidade por sepse hoje no Brasil é elevada, principalmente em hospitais públicos. Um dos principais problemas para o controle da sepse no país é o atraso no diagnóstico, motivado não apenas pelo desconhecimento da doença pelos pacientes e familiares, mas pela própria equipe de saúde. * Com informações do ILAS.
Fonte: CFM | Portal Médico
Site: Cremeb-BR

Instituto de Sepse mobiliza Manaus contra doença que mata mais que o câncer

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Manaus – Uma forte ação de conscientização será realizada em Manaus no dia 13 de setembro pelo Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS), em comemoração ao Dia Mundial da Sepse. A capital amazonense é uma das seletas 14 cidades brasileiras escolhidas pelo órgão para a campanha. A sepse, segundo dados da AMIB (Associação de Medicina Intensiva Brasileira), a sepse mata mais que o câncer e o infarto do miocárdio hoje no mundo, o que justifica a campanha internacional que chegou ao Brasil e que se estenderá a Manaus, atingindo locais de grande circulação, como rodoviárias e terminais de ônibus. Chegam a 15 milhões os casos de óbitos da doença que acomete, principalmente, crianças abaixo de um ano e idosos acima de 65 anos. Na última década, a taxa de incidência da doença aumentou entre 8% e 13% em relação à década passada, sendo responsável por mais óbitos do que alguns tipos de câncer, como o de mama e o de intestino, informa a AMIB.
Fonte: Portal do Holanda-BR

Manaus entre 14 capitais que terão ação de conscientização sobre a sepse

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Manaus está entre as 14 capitais brasileiras que serão mobilizadas, no dia 13 de setembro – DIA MUNDIAL DA SEPSE – pelo , o Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS), para ação de conscientização sobre a sepse junto à população, em locais de grande circulação, como rodoviárias e terminais de ônibus e metrô. As outras são São Paulo, Belo Horizonte, Blumenau, Brasília, Goiânia, Maceió, Manaus, Palmas, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís, Vitória e Teresina.Na ocasião, será distribuída uma história em quadrinho (CLIQUE AQUI), criada pelo ILAS, que retrata de forma simples a questão da importância do rápido diagnóstico, permitindo o entendimento por leigos. Nesse dia, também, profissionais de saúde estarão à disposição da população para responder às dúvidas.Além disso, o ILAS distribuirá essa história em quadrinho aos pacientes e aos familiares e um material específico para os profissionais de saúde do pronto-socorro e das unidades de terapia intensiva (UTI), em 1.700 instituições brasileiras.Sobre a Sepse – A sepse, hoje, é responsável por mais óbitos do que o câncer ou o infarto agudo do miocárdio. Estima-se cerca de 15 a 17 milhões de casos registrados por ano no mundo, sendo 670 mil só no Brasil. Ao contrário do que se pensa, sepse -conhecida antigamente como septicemia ou infecção generalizada – não é um problema apenas de pacientes já internados em hospitais, pois a maioria dos casos é de pacientes atendidos nos serviços de urgência e emergência.O Instituto Latino Americano de Sepse avaliou em sua base de dados a mortalidade por sepse de pacientes provenientes do prontos-socorros. Os dados revelaram que 53,17% de pacientes com sepse, atendidos inicialmente em prontos-socorros (PS) de hospitais públicos, vão a óbito, enquanto em hospitais particulares esse número é de 25,8%. Possíveis explicações para essa diferença importante incluem dificuldade no reconhecimento precoce e um número inadequado de profissionais nos PS de hospitais públicos.“O reconhecimento precoce é a chave para o tratamento adequado. Todas as instituições devem treinar suas equipes, principalmente de enfermagem, para reconhecer os primeiros sinais de gravidade e dar atendimento preferencial a esses pacientes nos serviços de urgência”, explica o médico intensivista Dr. Luciano Azevedo, presidente do ILAS.O médico alerta ainda que o tratamento adequado nas primeiras seis horas tem clara implicação no prognóstico e na sobrevida dos pacientes. “Medidas simples, como coleta de exames, culturas, antibióticos na primeira hora e hidratação podem salvar vidas”.O grupo de maior risco para o desenvolvimento da sepse é formado por crianças prematuras e abaixo de um ano e idosos acima de 65 anos; portadores de câncer; pacientes com AIDS ou que fazem uso de quimioterapia ou outros medicamentos que afetam as defesas do organismo contra infecções; pacientes com doenças crônicas como insuficiência cardíaca, insuficiência renal e diabetes; usuários de álcool e drogas; e pacientes hospitalizados que utilizam antibióticos, tubos para medicação (cateteres) e tubos para coleta de urina (sondas).Mas, atenção: qualquer pessoa pode ter sepse. “Embora não existam sintomas específicos, todas as pessoas que estão com infecção e apresentam febre, aceleração do coração, respiração mais rápida, fraqueza intensa e, pelo menos, um dos sinais de alerta, como pressão arterial baixa, diminuição da quantidade de urina, falta de ar, sonolência excessiva ou ficam confusos (principalmente idosos) devem procurar imediatamente um serviço de emergência ou o seu médico”, esclarece Dr. Luciano Azevedo.O desconhecimento da população em relação aos primeiros sintomas e, consequentemente o atraso na procura de auxilio, também é um dos entraves a serem vencidos. Uma pesquisa do ILAS em 134 municípios brasileiros mostrou que 93% dos entrevistados nunca tinham ouvido falar sobre a sepse. De forma oposta, 98% tinham conhecimento prévio sobre infarto do coração.Posts RelacionadosEmpresa abre concurso público para nível Médio e Superior com vagas para o AmazonasConsumidor brasileiro acredita em inflação de 7,2% nos próximos 12 mesesArena da Amazônia – Manaus é a cidade mais adiantada para Copa 2014Prazo para revalidar diplomas de medicina termina nesta segunda-feira (21)ITA está com inscrições abertas para o vestibular 2015CPRM encerra inscrições para 52 vagas; Cebraspe é a organizadora
Fonte: Rede Tiradentes-BR

Serviço do HRLB orienta profissionais de saúde sobre a sepse

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O SCIH – Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Regional Dr. Leopoldo Bevilacqua, de Pariquera-Açu, administrado pelo CONSAÚDE, irá realizar no dia 13 de setembro, uma ação de conscientização sobre o Dia Mundial da Sepse, comemorado na data.De acordo com Dr. Arnaldo D’Amore Zardo, infectologista e responsável pela CCIH – Comissão de Controle de Infecção Hospitalar, “o objetivo é conscientizar os profissionais de saúde sobre a sepse, a importância da identificação precoce e sobre o protocolo de ações para o tratamento adequado de qualquer infecção grave”, afirmou.Dentre as ações do dia 13 de setembro, o SCIH prevê a distribuição de informativos e um trabalho entre médicos e enfermeiros, no sentido de conscientizar sobre o tratamento dos casos de sepse. “Também é possível prevenir a sepse, evitando a infecção. Existem vacinas para determinados agentes como pneumococos e H1N1. A prevenção pode ser feita ainda com um estilo de vida saudável, com alimentos nutritivos, exercício físico e descanso, sem contar a higienização das mãos que é um hábito que ajuda a prevenir a infecção”, orienta o infectologista.A sepse é um conjunto de manifestações graves em todo o organismo produzidas por uma infecção. Ela era conhecida antigamente como septicemia ou infecção no sangue e hoje é mais conhecida como infecção generalizada.Segundo explica o infectologista do HRLB, “não é a infecção que está em todos os locais do organismo. Por vezes, a infecção pode estar localizada em apenas um órgão, como por exemplo, o pulmão, mas provoca em todo o organismo uma resposta com inflamação numa tentativa de combater o agente da infecção. Essa inflamação pode vir a comprometer o funcionamento de vários dos órgãos do paciente. Por isso, o paciente pode não suportar e vir a falecer”. O quadro é conhecido como disfunção ou falência de múltiplos órgãos.Os números no Brasil são alarmantes. A sepse é responsável por 25% da ocupação de leitos em UTIs no Brasil. Atualmente, é a principal causa de morte nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e uma das principais causas de mortalidade hospitalar tardia, superando o infarto do miocárdio e o câncer. Tem alta mortalidade no país, chegando a 65% dos casos, enquanto a média mundial está em torno de 30-40%. Segundo um levantamento feito pelo estudo mundial conhecido como Progress, a mortalidade da sepse no Brasil é maior que a de países como Índia e a Argentina.A doença é a principal geradora de custos nos setores público e privado. Isto é devido a necessidade de utilizar equipamentos sofisticados, medicamentos caros e exigir muito trabalho da equipe médica. Em 2003 aconteceram 398.000 casos e 227.000 mortes por choque séptico no Brasil com destinação de cerca de R$ 17,34 bilhões ao tratamento.Por tudo isto, alguns cuidados são fundamentais. Nos quadros de sepse, as primeiras horas de tratamento são as mais importantes. O tratamento imediato com antibióticos de amplo espectro e exames de culturas são importantes para evitar o óbito, bem como a constante capacitação dos profissionais de saúde para os cuidados dos pacientes com sepse.O infectologista também dá algumas dicas de tratamento adequado diante de qualquer infecção grave. “Os antibióticos devem ser tomados como prescrito pelo médico, respeitando o tempo de tratamento. Não se deve tomar antibióticos desnecessariamente para reduzir as chances de desenvolvimento de resistência aos efeitos dos mesmos e a automedicação deve ser evitada”, alerta Dr. Arnaldo.
Fonte: Consaúde -BR

Conheça a campanha do Dia Mundial da Sepse

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“Pare a Sepse, Salve Vidas” é o slogan do Projeto “Dia Mundial da Sepse” um projeto mundial capitaneado pela GSA (Global Sepsis Alliance) O objetivo central da campanha é aumentar a percepção da sepse tanto entre profissionais de saúde como entre o público leigo e, assim, priorizar a sepse como uma emergência médica a fim de que todos os pacientes possam receber intervenções básicas, incluindo antibióticos e fluídos intravenosos, dentro da primeira hora. Apesar do tratamento precoce com intervenções básicas estar associado à melhora na sobrevida, a aderência a essas medidas ainda é muito baixa no Brasil e em diversos locais do mundo. Em nosso país, estima-se que 400.000 pacientes sejam atingidos anualmente, com letalidade em torno de 50%, uma das maiores do mundo. Você sabe o é a sepse? Antigamente era conhecida como septicemia ou infecção generalizada, na verdade, trata-se de uma inflamação generalizada do próprio organismo contra uma infecção que pode estar localizada em qualquer órgão. Essa inflamação pode levar a parada de funcionamento de um ou de mais órgãos, com risco de morte quando não descoberta e tratada rapidamente. Atualmente a sepse é a principal causa de mortes nas unidades de terapia intensiva (UTI). A sepse mata mais do que o infarto do miocárdio e do que alguns tipos de câncer. O nosso país tem uma das mais altas taxas de mortalidade do mundo pela sepse. Estima-se que 400 mil novos casos são diagnosticados por ano e 240 mil pessoas morrem anualmente. Esse quadro precisa mudar e você também pode ajudar! Entender o que é a sepse já é um importante passo nessa luta que não é apenas dos profissionais de saúde, mas de todos nós. Quem tem mais risco de adquirir sepse? Prematuros; crianças abaixo de um ano; idosos acima de 65 anos; pacientes com câncer, AIDS ou que fizeram uso de quimioterapia ou outros medicamentos que afetam as defesas do organismo, pacientes com doenças crônicas como insuficiência cardíaca, insuficiência renal, diabetes; usuários de álcool e drogas e pacientes hospitalizados que utilizam antibióticos, cateteres ou sondas. MAS ATENÇÃO: Qualquer pessoa pode ter sepse. Como a sepse pode ser diagnosticada? Embora não existam sintomas específicos, todas as pessoas que estão passando por uma infecção e apresentam febre, aceleração do coração (taquicardia), respiração mais rápida (taquipneia), fraqueza intensa e tonteiras e pelo menos um dos sinais de gravidade, como pressão baixa, diminuição d quantidade de urina, falta de ar, sonolência excessiva ou ficam confusos (principalmente os idosos) devem procurar imediatamente um serviço de emergência ou o seu médico. Quais os tipos de infecção que podem evoluir para sepse? Qualquer tipo de infecção, leve ou grave, pode evoluir para sepse. As mais comuns são a pneumonia, infecções na barriga e infecções urinárias. Por isso quanto menor o tempo com infecção, menor a chance de surgimento da sepse. Para tal, o tratamento rápido das infecções é uma estratégia que deve ser adotada. O tratamento da sepse exige recursos sofisticados? Não. A maioria das medidas eficazes para tratamento da sepse pode ser realizadas com o treinamento dos profissionais de saúde, utilizando recursos disponíveis na maioria das unidades de saúde. Como é o tratamento? O principal tratamento da sepse é administrar antibióticos pela veia o mais rápido possível. Podem ser necessários oxigênio, líquidos na veia e medicamentos que aumentem a pressão arterial. A diálise pode ser necessária se os rins pararem de funcionar. Um aparelho de respiração artificial pode ser utilizado em caso de dificuldade respiratória grave. É possível prevenir a sepse? O risco de sepse pode ser diminuído, principalmente em crianças, respeitando-se o calendário de vacinação. Uma higiene adequada das mãos e cuidados com o equipamento médico podem ajudar a prevenir infecções hospitalares que levam à sepse. Mas atenção: sepse não acontece só por causa de infecções hospitalares. Assim, bons hábitos de saúde podem ajudar. Outra dica importante é evitar a automedicação e o uso desnecessário de antibióticos.
Fonte: Coren MA-MA