Dia Mundial da Sepse

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Dia Mundial da SepseMortalidade por sepse de pacientes de prontos-socorros de hospitais públicos chega a 51%Marcia Rodrigues16/08/2016 21:38São Paulo, 16 de agosto de 2016 – A sepse hoje é responsável por mais óbitos do que o câncer ou o infarto agudo do miocárdio. Estima-se cerca de 15 a 17 milhões de casos registrados por ano no mundo, sendo 670 mil só no Brasil. Ao contrário do que se pensa, sepse – conhecida antigamente como septicemia ou infecção generalizada – não é um problema apenas de pacientes já internados em hospitais, pois a maioria dos casos é de pacientes atendidos nos serviços de urgência e emergência. O aumento da incidência e a progressiva gravidade desses pacientes fazem com que os custos de tratamento também sejam elevados.O Instituto Latino Americano de Sepse, ILAS, avaliou em sua base de dados a mortalidade por sepse de pacientes provenientes do prontos-socorros. Os dados revelaram que 53,17% de pacientes com sepse, atendidos inicialmente em prontos-socorros (PS) de hospitais públicos, vão a óbito, enquanto em hospitais particulares esse número é de 25,8%. Possíveis explicações para essa diferença importante incluem dificuldade no reconhecimento precoce e um número inadequado de profissionais nos PS de hospitais públicos. “O reconhecimento precoce é a chave para o tratamento adequado. Todas as instituições devem treinar suas equipes, principalmente de enfermagem, para reconhecer os primeiros sinais de gravidade e dar atendimento preferencial a esses pacientes nos serviços de urgência”, explica o médico intensivista Dr. Luciano Azevedo, presidente do ILAS.O médico alerta ainda que o tratamento adequado nas primeiras seis horas tem clara implicação no prognóstico e na sobrevida dos pacientes. “Medidas simples, como coleta de exames, culturas, antibióticos na primeira hora e hidratação podem salvar vidas”.O grupo de maior risco para o desenvolvimento da sepse é formado por crianças prematuras e abaixo de um ano e idosos acima de 65 anos; portadores de câncer; pacientes com AIDS ou que fazem uso de quimioterapia ou outros medicamentos que afetam as defesas do organismo contra infecções; pacientes com doenças crônicas como insuficiência cardíaca, insuficiência renal e diabetes; usuários de álcool e drogas; e pacientes hospitalizados que utilizam antibióticos, tubos para medicação (cateteres) e tubos para coleta de urina (sondas).Mas atenção: qualquer pessoa pode ter sepse. “Embora não existam sintomas específicos, todas as pessoas que estão com infecção e apresentam febre, aceleração do coração, respiração mais rápida, fraqueza intensa e, pelo menos, um dos sinais de alerta, como pressão arterial baixa, diminuição da quantidade de urina, falta de ar, sonolência excessiva ou ficam confusos (principalmente idosos) devem procurar imediatamente um serviço de emergência ou o seu médico”, esclarece Dr. Luciano Azevedo. O desconhecimento da população em relação aos primeiros sintomas e, consequentemente o atraso na procura de auxilio, também é um dos entraves a serem vencidos. Uma pesquisa do ILAS em 134 municípios brasileiros mostrou que 93% dos entrevistados nunca tinham ouvido falar sobre a sepse. De forma oposta, 98% tinham conhecimento prévio sobre infarto do coração. Para mudar esse cenário é importante a organização de campanhas de esclarecimento envolvendo sociedades médicas e imprensa. Pelo quinto ano consecutivo, O ILAS participa do Dia Mundial da Sepse em 13 de Setembro. A ação reúne mais de 3 mil instituições em todo mundo e é comandada mundialmente pela Global Sepsis Alliance (GSP). O objetivo da campanha é mudar o quadro cada vez mais preocupante da incidência e mortalidade por sepse no mundo. Como será o Dia Mundial da Sepse no Brasil – No dia 13 de setembro, o ILAS mobilizará catorze cidades brasileiras para ação de conscientização da síndrome junto à população em locais de grande circulação, como rodoviárias e terminais de ônibus e metrô. Na ocasião, serão distribuídos uma história em quadrinho (CLIQUE AQUI), criada pelo ILAS, que retrata de forma simples a questão da importância do rápido diagnóstico, permitindo o entendimento por leigos. Nesse dia, também, profissionais de saúde estarão à disposição da população para responder às dúvidas.Além disso, o ILAS distribuirá essa história em quadrinho aos pacientes e aos familiares e um material específico (CLIQUE AQUI) para os profissionais de saúde do pronto-socorro e das unidades de terapia intensiva (UTI), em 1.700 instituições brasileiras.Outros materiais – Serão afixados nas estações do metrô de São Paulo cartazes explicativos e serão criados dois vídeos – para leigos e profissionais de saúde – disponibilizados na Fanpage e site do Dia Mundial da Sepse. Curta nossa página Dia Mundial da Sepse
Fonte: Plano A Comunicação
Site: Moreira Jr Editora-BR

Panorama e protocolos da sepse no Brasil

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O Brasil está no topo da lista dos países mais desinformados sobre Sepse, de acordo com o instituto mundial GSA (Global Sepsis Alliance). Isso porque, dados da pesquisa informam que aproximadamente 93% da população brasileira nunca ouviu falar sobre esse problema de saúde, mais conhecido como infecção hospitalar. A doença afeta mais de 30 milhões de pessoas todo ano, no mundo todo, levando ao óbito em mais de 20% dos casos. Com o objetivo de mudar este quadro da incidência e mortalidade por sepse no Brasil a Intensicare convida a comunidade médica e demais profissionais de saúde para uma palestra com a médica intensivista, Flávia Machado, que já ocupou o cardo de vice-presidente do Instituto Latino-Americano de Sepse, sobre Panorama e protocolos da sepse no Brasil. “Esta atividade de educação continuada tem como foco o desenvolvimento dos profissionais da área de saúde do DF e segurança do paciente, bem como dá início às nossas atividades do Dia Mundial da Sepse, lembrado no dia 13 de setembro”, comenta Dra. Jamile Thomé, diretora-técnica da Intensicare. A palestra será realizada na quinta-feira (11) a partir de 13h30 no auditório do Hospital Regional de Santa Maria. O evento será aberto para a comunidade médica e assistencial de saúde bastando levar 1kg de alimento não perecível para entrar, que será doado para uma comunidade carente local. Serviço Data: Quinta-feira (11/08) Horário: 13:30h às 17:30h Local: Auditório do Hospital Regional de Santa Maria – Quadra AC 102 Conjunto A, B, C e D Entrada: 1kg de alimento não perecível Sobre a Intensicare A Intensicare é a maior especialista em gerenciamento de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) do Brasil. Com mais de 10 anos de atuação no mercado, possui UTIs instaladas em diversas regiões do país. Com uso de tecnologias de ponta, equipe altamente capacitada e atendimento humanizado, a empresa tem como objetivo salvar vidas, cuidar de pessoas e levar medicina de qualidade ao maior número possível de pacientes. Para mais informações acesse o site www.intensicare.com.br ou entre em contato através do telefone (62) 3956-5850.
Fonte: Maxpress-BR

HGV terá Dia de Sensibilização sobre a sepse

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Com o objetivo de orientar e reforçar as medidas de prevenção, o Núcleo de Segurança do Paciente, a Gerência de Enfermagem e a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) do Hospital Getúlio Vargas (HGV) promovem, nesta quinta-feira (22), um Dia de Sensibilização sobre a Sepse, também conhecida como “ infecção generalizada”. A ação contará com a distribuição de material informativo e faz parte das atividades que marcam o Dia Mundial da Sepse, comemorado no dia 13 deste mês.Segundo Nirvania Carvalho, coordenadora do Núcleo de Segurança do Paciente do HGV, o objetivo é reforçar, junto aos profissionais que atuam na assistência, a manutenção de cuidados como a higienização adequada das mãos; uma ação simples, mas de grande importância para a prevenção de infecções. “O intuito é sensibilizar e alertar sobre a importância do trabalho de todos para o cuidado com os pacientes neste sentido”, explica Nirvania Carvalho.O HGV já conta com um protocolo específico para a sepse. “O hospital faz rotineiramente atividades junto aos colaboradores, alertando os profissionais e transformando a equipe em multiplicadora das boas práticas de segurança do paciente. Para isso, existe a necessidade de que todos tenham consciência da gravidade do problema, daí o porquê dessas ações contínuas”, completa a coordenadora.A sepse é uma resposta inflamatória do organismo causado por um agente infeccioso, sendo atualmente um problema de saúde pública mundial. De acordo o Instituto Latino Americano da Sepse (Ilas), estima-se entre 15 e 17 milhões de casos por ano no mundo. Desse total, 670 mil acontecem no Brasil.Os sintomas mais comuns são febre alta, baixa produção de urina, ritmo cardíaco e respiração acelerados, agitação e confusão mental. O diagnóstico precoce e o início imediato do tratamento são medidas fundamentais para o controle da sepse e suas complicações.
Fonte: Governo do PI-PI

Treinamento do Hospital Nipo-Brasileiro compartilha conhecimentos sobre Sepse

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Notícias Treinamento do Hospital Nipo-Brasileiro compartilha conhecimentos sobre Sepse Instituição promoveu o treinamento “O Valor da Vida! O Tempo é Agora”, reunindo cerca de 100 profissionais em palestras e apresentação de estudos sobre a doença. 20/09/2016 0O Dia Mundial da Sepse foi lembrado no dia 13 de setembro. Para marcar essa data, o Hospital Nipo-Brasileiro, de Sã Paulo (SP), promoveu o Treinamento Institucional “O Valor da Vida! O Tempo é Agora”, reunindo cerca de 100 profissionais da instituição, com palestras e apresentação de estudos sobre a doença.A sepse é um enorme de problema de saúde pública no mundo, com incidência crescente. Embora os números reais não sejam conhecidos, estima-se entre 15 a 17 milhões de casos de sepse por ano no mundo, e cerca de 670 mil no Brasil.A letalidade brasileira é elevada. Recentemente, um estudo conduzido pelo ILAS (Instituto Latino-Americano da Sepse) em 227 unidades de terapia intensiva no Brasil, concluiu que 30% dos leitos de UTI estão ocupados por pacientes com sepse, e a taxa de letalidade é de 55%. Dessa maneira, é importante alertar os profissionais de saúde para a gravidade do problema.“A mortalidade por sepse é alta, até pelo desconhecimento dos próprios profissionais de saúde. Todos precisam ter a necessária humildade e compreensão de que o importante é lutar pelo nosso paciente. Além da conscientização sobre a gravidade da sepse, disponibilizamos informações técnicas nestes eventos, que são promovidos por uma equipe multidisciplinar”, afirmou o Dr. Walter Amauchi, superintendente geral do HNB.SepseA sepse é uma condição de risco de vida que surge como resposta do corpo a uma infecção, danificando os seus próprios tecidos e órgãos. Ao invés de uma infecção local causar uma inflamação local, que seria a resposta apropriada a uma infecção, agora temos uma resposta inflamatória sistêmica à infecção. A sepse é a principal causa de morte por infecção em todo o mundo, apesar dos avanços da medicina moderna, como vacinas, antibióticos e cuidados intensivos. Milhões de pessoas ao redor do mundo morrem de sepse todos os anos.
Fonte: ILAS – Instituto Latino-Americano de Saúde
Site: Revista Hospitais Brasil-BR

Profissionais da rede pública de saúde discutem diretrizes de combate ao Sepse

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Em Dia Mundial de Sepse, profissionais da rede pública de saúde discutem diretrizes de combate a infecções. Foto: DivulgaçãoA cada segundo uma pessoa morre vítima de Sepse no mundo. Talvez, o termo Sepse seja desconhecido para você e para muitas outras pessoas que estejam fazendo essa leitura, mas certamente quase todo mundo já ouviu falar em complicações de uma infecção que podem levar a morte. Sepse é o agravamento de um quadro infeccioso por meio do qual ocorre um conjunto de manifestações em todo o organismo.Antes reconhecida como septicemia ou infecção no sangue, passou a ser comumente conhecida como infecção generalizada, uma das principais causas de morte tardia nos hospitais do Brasil, matando mais que doenças como o infarto e câncer, segundo o Instituto Latino Americano de Sepse – ILA. Por vezes, a infecção pode estar localizada em apenas um órgão, mas provoca em todo o organismo uma resposta com inflamação numa tentativa de combater o agente da infecção. Essa inflamação pode vir a comprometer o funcionamento de vários órgãos do paciente, levando a óbito se não abordada de modo precoce e correta.O assunto ganhou repercussão mundial e nacionalmente nesta terça-feira, dia 13, conhecido no calendário da saúde como o Dia Mundial de Combate a Sepse. Segundo o ILA, a cada segundo, uma pessoa morre no mundo vítima de Sepse e o Brasil figura entre um dos campeões por mortes em decorrência da doença, deixando para trás países como Argentina e Índia, o dado é do estudo mundial Progress. A doença acomete mais de 400 mil pacientes anualmente no Brasil, sendo que 65% destes vêm a óbito, enquanto a média mundial da doença varia entre 30-40 por cento.Em São Luís, pela passagem do dia temático, a Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares – EMSERH, atual responsável pela gestão de parte das Unidades de Saúde do Estado, promoveu nesta terça-feira, 13, Dia Mundial de Combate a Sepse, uma programação especial sobre o tema. O evento voltado para os profissionais da Rede de Saúde Pública teve como foco a ampliação do debate sobre o assunto a partir da atualização do tema, a troca de experiências entre as equipes de profissionais e a aplicação dos protocolos de SEPSE nas Unidades de Saúde da Rede.Infectologistas, Médicos Intensivistas, Enfermeiros, Farmacêuticos e Fisioterapeutas palestraram para o público que participou da programação no auditório do Palácio Henrique de La Rocque.Nacionalmente, a Sepse é responsável pela ocupação de cerca de 30% dos leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI), sendo a principal causa de morte destes pacientes. Para o Cardiologista e Intensivista, Marko Antônio Freitas, que dirigiu a palestra “Protocolo de Sepse”, a abordagem correta da doença é um dos maiores desafios da medicina moderna, pois o diagnóstico da Sepse somente acontece após a junção de uma série de análises do estado clínico do paciente, tornando, portanto, o reconhecimento precoce do quadro no principal aliado da equipe médica. “O nosso desafio é sempre aprofundar para chegar ao diagnóstico precoce da doença, quanto mais cedo a Sepse for diagnosticada, aumentamos muito a chance de reverter o quadro daquele paciente”.Ianik Leal, médica e presidente da EMSERH ressaltou que a programação mostra que, assim como acontece em âmbito mundial e nacional, o Maranhão segue na mesma linha de se aprofundar sobre a tema com o objetivo de reduzir a mortalidade por Sepse no país. “A Sepse não é uma exclusividade que atinge apenas quem está sob os cuidados da rede pública, é um problema de saúde pública que ignora classificação social e alcança o sistema público e privado, por isso aproveitamos esta data para ampliar o debate e mostrar o nosso compromisso no combate à doença”.Além dos dados preocupantes, no que concerne ao comprometimento da saúde da população, um dado de origem econômica também chama a atenção quando falamos de Sepse: por ser uma doença que requer muito trabalho da equipe médica, medicamentos caros no tratamento e a necessidade de utilização de aparelhos sofisticados, segundo o ILA, a doença é a principal geradora de custos nos setores privado e público de saúde.
Fonte: Governo do Estado do Maranhão-BR

Santa Casa faz alerta à sociedade no Dia Mundial de Combate à Sepse

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Antes de você terminar de ler esta reportagem alguém morrerá de sepse no mundo. Cerca de 20 a 30 milhões de pacientes são acometidos de sepse a cada ano no planeta, dos quais 400 mil somente no Brasil, com um registro de 240 mil óbitos em território nacional. Esse número de vítimas equivale a três estádios do porte do Maracanã, no Rio de Janeiro, lotados.No Dia Mundial de Combate à Sepse, a Santa Casa de Maceió lança um alerta para profissionais de saúde e para a sociedade sobre o problema: é preciso conhecer os sinais da sepse e prevenir o problema antes que o paciente entre em choque e em óbito.Em linha geral, a sepse é uma resposta desordenada e desproporcional do organismo contra infecções provocadas por bactérias, fungos, vírus, etc. Esta tentativa exarcebada de combater o agente invasor acaba provocando inflamação generalizada em todo organismo, danificando órgãos e, por contraditório que pareça, facilitando a ação do agente invasor.“A sepse é uma doença tempo-dependente, ou seja, é uma emergência médica na qual todos os pacientes devem receber intervenções básicas, como antibióticos e soro intravenoso, dentro da primeira hora de diagnóstico. Apesar de colhermos culturas (de sangue, urina etc.), não esperamos esses exames para começar a agir”, resume o médico Fábio Lima, coordenador do Comitê Gestor da Sepse da Santa Casa de Maceió. E acrescentou: “Em se tratando de sepse, a gente age e pergunta, tudo ao mesmo tempo”.Atualmente a sepse é a principal causa de mortes em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), matando mais do que o infarto do coração e do que alguns tipos de câncer.“O Brasil tem uma das taxas mais altas de morte do mundo e nós precisamos reverter este quadro, envolvendo toda a população e evidentemente, melhorando a qualificação dos nossos profissionais de saúde”, disse o médico Fábio Lima.A instituição alagoana, inclusive, é um dos 40 centros hospitalares brasileiros associados ao Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS) entidade que, junto com a Associação de Medicina Intensiva Brasileira e o Ministério da Saúde, busca reduzir a incidência da sepse no País.Em Alagoas, a Santa Casa de Maceió participa da Campanha Mundial da Sepse desde 2008, mas foi em 2011, com a implementação do Protocolo Institucional de Sepse, que os números do combate ao problema ganharam maior visibilidade e vem reduzindo ano após ano os casos de sepse grave em pacientes.Para alcançar este objetivo, a Gerência de Risco e Assistência Hospitalar (Gerah) e o Comitê Gestor de Sepse promoveram diversos treinamentos com os colaboradores do hospital e com o corpo clínico institucional. “Assumimos a responsabilidade de acompanhar os casos da enfermidade, garantindo sua execução, gerenciando indicadores, devolvendo dados e intervindo quando necessário junto às diversas equipes e unidades da nossa instituição”, comentou a médica Tereza Tenório, que está à frente da Gerah.Confira a seguir as principais dúvidas sobre a sepseO que a sepse?A sepse ou sepsis é uma síndrome que acomete os pacientes com infecções severas. É caracterizada por um estado de inflamação que ocorre em todo o organismo secundária a invasão da corrente sanguínea por agentes infecciosos (geralmente bactérias). A resposta inflamatória do organismo a uma invasão microbiana maciça pode ser tão intensa que causa diversos distúrbios, como choque circulatório, alterações na coagulação e falência múltipla de órgãos.O choque séptico é a forma mais grave de sepse?Sim. Vamos imaginar um processo infeccioso localizado, como uma pneumonia, diarreia infecciosa ou infecção dos rins, por exemplo. Neste primeiro momento as bactérias estão alojadas em um órgão, no caso o pulmão, intestinos ou rim, e são combatidas pelos nossos mecanismos de defesa. Se a infecção não for rapidamente controlada, essas bactérias conseguem acesso à circulação sanguínea e se espalham pelo corpo.E quando começam os problemas?Os invasores já não se encontram em apenas um local e as células de defesa precisam agir em vários pontos ao mesmo tempo para combater a infecção. O organismo só sabe combater micróbios através da ativação de processos inflamatórios e neste momento é preciso ativá-lo difusamente. A partir deste ponto, perdemos controle sobre o processo de defesa e a inflamação fica descontrolada, passando a ser mais danosa do que o próprio agente invasor.O que acontece quando o processo inflamatório surge em várias partes do organismo?Ocorre uma dilatação dos vasos, levando a uma queda abrupta da pressão arterial, que caracteriza o estado de choque circulatório (neste caso específico chamado de choque séptico). Ocorre ainda nos vasos um aumento da permeabilidade dos mesmos, facilitando o extravasamento de líquidos para órgãos, causando a formação de edemas e inundação dos pulmões, causando insuficiência respiratória e a necessidade de ventilação mecânica (respiração por aparelhos).Em que momento ocorre a falência dos órgãos?Essas alterações da permeabilidade e pressão circulatória diminuem o aporte de oxigênio e nutrientes aos tecidos, levando a hipóxia (falta de oxigênio) e falência dos mesmos. O sistema de coagulação também é afetado e um dos eventos mais dramáticos da sepse é a coagulação intravascular disseminada (CIVD), um processo onde acontece simultaneamente a formação de múltiplos trombos e a presença de hemorragias. O doente com sepse grave pode apresentar necrose dos membros por trombose e sangramentos do sistema digestivo.Qual o índice de mortalidade?Quanto mais grave for a sepse, maior é o risco de morte. A sepse severa chega a ter uma mortalidade maior que 50%. Quanto mais precocemente for abordada, maiores são as chances de sobrevivência.Quais são os sinais e sintomas da sepse?Qualquer infecção mais grave pode levar à sepse. Muitos de vocês provavelmente já tiveram uma em estágio inicial. Para se caracterizar uma sepse basta apresentar uma infecção e 2 dos 4 sinais e sintomas a seguir:- Temperatura maior que 38ºC ou menor que 35ºC- Frequência cardíaca maior que 90 batimentos por minuto- Frequência respiratória maior que 20 incursões por minutos- No hemograma: leucócitos acima de 12,000 ou abaixo 4000 cel/mm3Uma gripe mais forte pode fazer com que o paciente apresente critérios para sepse?Sim. Esses critérios são sinais de alerta para os médicos, indicando que o paciente deve ser bem tratado para que o quadro não evolua.Então, toda sepse é grave?Nem toda sepse é grave, mas é sempre um quadro potencialmente grave. Considera-se sepse grave aquelas que também apresentam:- Hipotensão e choque circulatório- Piora da função dos rins- Queda das plaquetas- Alteração do estado de consciência- Dificuldade respiratória- Alterações da coagulação- Diminuição da função do coraçãoQual o tratamento da sepse e do choque séptico?O tratamento da sepse deve ser iniciado o mais rápido possível. Quanto maior e mais difusa for a inflamação sistêmica, menor é a resposta ao tratamento e maior a mortalidade. Além da gravidade da infecção, outro fator importante no prognóstico é a capacidade do paciente em lutar contra a infecção. São fatores de pior prognóstico na sepse e no choque séptico:• Extremos de idade (recém-nascidos ou idosos têm menos resistência contra infecções).• Diabetes.• Cirrose.• Insuficiência renal crônica.• Insuficiência cardíaca.• Imunossupressão (como portadores do HIV, transplantados ou com câncer).Qual o primeiro passo?O tratamento inicial da sepse é com antibióticos para eliminar as bactérias e interromper o fator de estímulo ao processo inflamatório. Se houver sinais de queda da pressão arterial é essencial a imediata reposição de líquidos por via venosa para reverter a hipotensão. Quanto mais rápido se inicia o tratamento, maior a chance de sucesso.E quando ocorre o choque?Nos casos de choque pode ser necessário uso de medicamentos para estabilizar a pressão arterial. Muitos pacientes evoluem com insuficiência respiratória e/ou renal, necessitando de ventilação artificial e/ou hemodiálise, respectivamente. Quanto mais órgãos param de funcionar, maior o risco de evolução para o óbito. Portanto, pacientes que precisam de aparelhos para respirar, hemodiálise, drogas para controlar a pressão arterial, etc. apresentam elevado risco de morte.É preciso UTI?Pacientes com sepse grave ou choque séptico devem ser tratados em uma unidade de tratamento intensivo – UTI.Qualquer infecção é preocupante?Não se deve menosprezar a presença de uma infecção, principalmente se houver febre alta. A sepse grave não surge apenas de infecções graves como meningite ou pneumonia, ela também pode ser causada por infecções consideradas triviais como gripe, diarreias, sinusite ou faringite, principalmente se o paciente tiver problemas no seu sistema imunológico. O tratamento precoce da sepse pode evitar a evolução para um quadro catastrófico.
Referência bibliográfica: www.mdsaude.com
Fonte: Alagoas 24 horas-AL

Rede Mater Dei de Saúde investe em protocolos assistenciais gerenciados para reconhecimento imediato de sepse

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Notícias Rede Mater Dei de Saúde investe em protocolos assistenciais gerenciados para reconhecimento imediato de sepse Sepse é uma das principais causas de morte em hospitais no país, com letalidade em torno de 60%, uma das maiores do mundo. 13/09/2016 0 O Dia Mundial da Sepse, 13 de setembro, foi instituído pela Global Sepsis Alliance – GSA, uma organização sem fins lucrativos, para aumentar a percepção da sepse entre profissionais de saúde e o público leigo e, assim, priorizar a sepse como uma emergência médica a fim de que todos os pacientes possam receber intervenções básicas, incluindo antibióticos e fluidos intravenosos, dentro da primeira hora. De acordo com estudos da GSA, o tratamento precoce está associado à melhora na sobrevida mas a aderência a essas medidas ainda é muito baixa no Brasil e no mundo.A Sepse é uma das principais causas de morte em hospitais no país, com letalidade em torno de 60%, uma das maiores do mundo. Pesquisas revelam que são mais de 400 mil casos e, aproximadamente, 220 mil pessoas morrem todos os anos por causa da doença. O principal desafio das unidades de saúde é o diagnóstico precoce de sepse. A Rede Mater Dei de Saúde, de Belo Horizonte (MG), acredita que a efetiva implementação de protocolos assistenciais gerenciados e o investimento em treinamentos para os profissionais de saúde são capazes de promover o reconhecimento e o diagnóstico precoce e, consequentemente, diminuir a letalidade por sepse. A agilidade é fundamental no tratamento da doença: a cada hora perdida a mortalidade aumenta.Mas, o que é a Sepse?É a manifestação, a resposta do organismo a uma doença infecciosa adquirida na comunidade ou dentro do hospital, que pode estar localizada no pulmão, na urina ou mesmo no intestino. A gerente médica da Rede Mater Dei de Saúde, Daniela Pagliari, explica que ao tentar combater essa infecção, pode haver um desarranjo entre resposta inflamatória e anti-inflamatória do organismo que gera um mal funcionamento dos órgãos e então acontece o que chamamos de sepse grave e choque séptico.“Comumente, as pessoas associam a sepse à infecção hospitalar. Por isso, é preciso esclarecer que tanto as infecções de urina, dor de garganta e pneumonias adquiridas em casa podem evoluir com sepse grave, assim como as infecções adquiridas no hospital. Um ponto importante é que a sepse grave e o choque séptico são reações desorganizadas e desequilibras do organismo em relação a uma infecção e que existe uma predisposição genética que favorece o desenvolvimento de sepse grave e choque séptico, que deve ser sempre levada em conta. Outra questão, diz respeito a predisposição que alguns pacientes têm para desenvolver sepse, que está relacionada com a diminuição das defesas do organismo, como acontece nos pacientes imunossuprimidos como diabéticos, renais crônicos, oncológicos e portadores de Síndrome da Imunodeficiência adquirida – Sida”, explica Daniela.Sintomas iniciais de uma infecção grave: Febre alta, aceleração no coração, respiração rápida/falta de ar, fraqueza, queda da pressão arterial/pressão baixa, redução da quantidade de urina, sonolência, alteração da consciência. Diante de suspeita de Sepse, procure imediatamente uma unidade de saúde.Diagnóstico: Não existe exame específico para diagnóstico da sepse. Ele é sempre feito somando um conjunto de sinais, sintomas e de alterações de exames laboratoriais. Por isso, todos os profissionais de saúde devem estar informados e treinados para reconhecer os sinais e os sintomas iniciais de sepse, como o mal funcionamento de órgãos. O rápido reconhecimento da doença e o tratamento adequado aumentam as chances de sobreviver. Os Prontos-socorros do Mater Dei Santo Agostinho e do Mater Dei Contorno contam com protocolos específicos de reconhecimento de sepse.“Com a iniciativa, as enfermeiras que estão diante de quadro de infecção estão treinadas para sinalizarem os casos de suspeita de sepse. A partir desta sinalização, os pacientes são encaminhados para o cuidado prioritário do médico. Após a avaliação inicial, imediatamente e confirmada a forte suspeita de sepse, passa-se à coleta de culturas do sangue, a introdução de antibióticos e a hidratação com uso de soro. Estas três medidas têm seus tempos monitorados, continuamente, no intuito de corrigir eventuais atrasos e, entendemos, que são medidas que param a sepse e quando implementadas e gerenciadas são capazes de salvar vidas”, esclarece a gerente médica.
Fonte: Revista Hospitais Brasil-BR

Mortalidade por sepse de pacientes em prontos-socorros de hospitais públicos chega a 51%

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Notícias Mortalidade por sepse de pacientes em prontos-socorros de hospitais públicos chega a 51% 13 de Setembro é o Dia Mundial da Sepse, síndrome que mata uma pessoa a cada segundo no mundo. 13/09/2016 A sepse hoje é responsável por mais óbitos do que o câncer ou o infarto agudo do miocárdio. Estima-se cerca de 15 a 17 milhões de casos registrados por ano no mundo, sendo 670 mil só no Brasil. Ao contrário do que se pensa, sepse – conhecida antigamente como septicemia ou infecção generalizada – não é um problema apenas de pacientes já internados em hospitais, pois a maioria dos casos é de pacientes atendidos nos serviços de urgência e emergência. O aumento da incidência e a progressiva gravidade desses pacientes fazem com que os custos de tratamento também sejam elevados.O Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS), avaliou em sua base de dados a mortalidade por sepse de pacientes provenientes dos prontos-socorros. Os dados revelaram que 51,7% de pacientes com sepse, atendidos inicialmente em prontos-socorros (PS) de hospitais públicos, vão a óbito, enquanto em hospitais particulares esse número é de 22,8%. Possíveis explicações para essa diferença importante incluem dificuldade no reconhecimento precoce e um número inadequado de profissionais nos PS de hospitais públicos.“O reconhecimento precoce é a chave para o tratamento adequado. Todas as instituições devem treinar suas equipes, principalmente de enfermagem, para reconhecer os primeiros sinais de gravidade e dar atendimento preferencial a esses pacientes nos serviços de urgência”, explica o médico intensivista Dr. Luciano Azevedo, presidente do ILAS.O médico alerta ainda que o tratamento adequado nas primeiras seis horas tem clara implicação no prognóstico e na sobrevida dos pacientes. “Medidas simples, como coleta de exames, culturas, antibióticos na primeira hora e hidratação podem salvar vidas”.O grupo de maior risco para o desenvolvimento da sepse é formado por crianças prematuras e abaixo de um ano e idosos acima de 65 anos; portadores de câncer; pacientes com AIDS ou que fazem uso de quimioterapia ou outros medicamentos que afetam as defesas do organismo contra infecções; pacientes com doenças crônicas como insuficiência cardíaca, insuficiência renal e diabetes; usuários de álcool e drogas; e pacientes hospitalizados que utilizam antibióticos, tubos para medicação (cateteres) e tubos para coleta de urina (sondas).Mas, atenção: qualquer pessoa pode ter sepse. “Embora não existam sintomas específicos, todas as pessoas que estão com infecção e apresentam febre, aceleração do coração, respiração mais rápida, fraqueza intensa e, pelo menos, um dos sinais de alerta, como pressão arterial baixa, diminuição da quantidade de urina, falta de ar, sonolência excessiva ou ficam confusos (principalmente idosos) devem procurar imediatamente um serviço de emergência ou o seu médico”, esclarece Dr. Luciano Azevedo.O desconhecimento da população em relação aos primeiros sintomas e, consequentemente o atraso na procura de auxilio, também é um dos entraves a serem vencidos. Uma pesquisa do ILAS em 134 municípios brasileiros mostrou que 93% dos entrevistados nunca tinham ouvido falar sobre a sepse. De forma oposta, 98% tinham conhecimento prévio sobre infarto do coração.Para mudar esse cenário é importante a organização de campanhas de esclarecimento envolvendo sociedades médicas e imprensa. Pelo quinto ano consecutivo, O ILAS participa do Dia Mundial da Sepse em 13 de Setembro. A ação reúne mais de três mil instituições em todo mundo e é comandada mundialmente pela Global Sepsis Alliance (GSA). O objetivo da campanha é mudar o quadro cada vez mais preocupante da incidência e mortalidade por sepse no mundo.Dia Mundial da Sepse no Brasil – No dia 13 de setembro, o ILAS mobilizará 14 cidades brasileiras para ação de conscientização da síndrome junto à população em locais de grande circulação, como rodoviárias e terminais de ônibus e metrô. Na ocasião, será distribuída uma história em quadrinho, criada pelo ILAS, que retrata de forma simples a questão da importância do rápido diagnóstico, permitindo o entendimento por leigos. Nesse dia, também, profissionais de saúde estarão à disposição da população para responder às dúvidas.Além disso, o ILAS distribuirá essa história em quadrinho aos pacientes e aos familiares e um material específico para os profissionais de saúde do pronto-socorro e das unidades de terapia intensiva (UTI), em 1.700 instituições brasileiras.Outros materiais – Serão afixados nas estações do metrô de São Paulo cartazes explicativos e serão criados dois vídeos – para leigos e profissionais de saúde – disponibilizados na Fanpage e site do Dia Mundial da Sepse
Fonte: Revista Hospitais Brasil-BR

Hoje é dia de combater a sepse, infecção que pode levar à morte

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A sepse é a principal causa de óbitos nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Estimativas mostram que a cada 5 minutos uma pessoa morre de sepse no mundo. A doença mata mais do que infarto e câncer juntos, numa incidência mundial. O problema ocorre quando um agente infeccioso, como bactérias, vírus ou fungo, entra na corrente sanguínea da pessoa e afeta todo o sistema imunológico, o que pode provocar uma inflamação descontrolada no organismo.Para alertar para a gravidade do problema e da importância do socorro imediato ao surgimento de sintomas, foi criado o Dia Mundial de Combate à Sepse, lembrado todo 13 de setembro. Uma ampla campanha será realizada no Hospital São Domingos durante toda a semana para sensibilizar a população sobre esse problema, muitas vezes negligenciado.“Normalmente, quando a gente tem alguma infecção, nosso organismo gera uma resposta inflamatória, responsável por conter esse processo infeccioso. Algumas vezes, entretanto, essa resposta inflamatória é exacerbada e, além de conter o processo infeccioso, lesa alguns órgãos do paciente e causa seu mau funcionamento. Então, no caso do cérebro, a pessoa pode começar a ficar sonolento; no caso do coração, a pessoa pode ficar com a pressão mais baixa. Vários órgãos podem ser acometidos”, explica o médico Rodrigo Azevedo, da UTI do Hospital São Domingos.Segundo o médico, a sepse pode ocorrer em qualquer pessoa que esteja com um quadro infeccioso, com febre e alguma infecção presumida ou confirmada e que seja acompanhada de alguma disfunção orgânica, entre elas disfunção cerebral, apresentada por sonolência, ou taquicardia (respiração mais rápida). “A pessoa que apresenta algum desses sintomas pode ter sepse e deve procurar imediatamente um pronto socorro para que se identifique a ocorrência e se inicie o tratamento. O atendimento de paciente com sepse deve ser rápido e preciso”, alerta.PropensãoRodrigo Azevedo explica que algumas pessoas têm maior propensão a desenvolver sepse, como por exemplo, aquelas que têm alguma doença prévia, como insuficiência renal, imunossupressão (deficiência das defesas normais do organismo), problema crônico do fígado, recém-nascidos e idosos.O médico alerta que a sepse é uma doença grave, que, quando não leva a óbito, pode deixar sequelas que alteram a qualidade de vida da pessoa, como fraqueza muscular, insuficiência orgânica (como renal, pulmonar e outras).Segundo o especialista, atualmente a maior parte dos estudos mostra que é importante haver protocolos, pois isso faz com que se identifique o paciente com sepse com maior rapidez e se defina o tratamento mais correto. “O Hospital São Domingos já tem seu protocolo de sepse há muitos anos e tem como base tudo o que há de mais recente na literatura médica internacional. Com isso, a gente consegue manter uma boa recuperação e sobrevida para os pacientes que têm sepse”, informa.PalestrasEmbora seja uma velha conhecida da comunidade médica e hospitalar, a sepse é um dos assuntos que mais desafiam a medicina. Hoje, dia conhecido no calendário da saúde como o Dia Mundial de Combate à Sepse, a Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh), atual responsável pela gestão de parte das Unidades de Saúde do Estado, promove um dia de programação sobre o tema. Aberto ao público, o evento tem como alvo principal os profissionais da rede de saúde pública.A ampla discussão com novas orientações sobre o tratamento para a infecção em área de saúde, os atuais protocolos de sepse e o papel do fisioterapeuta e do farmacêutico no manejo da doença serão alguns dos temas abordados durante o dia de palestras que acontece, hoje, no auditório do Palácio Henrique de La Rocque, das 9h às 18h.A sepse é responsável pela ocupação de cerca de 30% dos leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) no Brasil, sendo a principal causa de morte desses internados. Para Arthur Jucá, o médico intensivista e diretor clínico da Emserh, o tema representa um grande desafio para a medicina, pois ainda existe, em nível mundial, um atraso no diagnóstico, nas condutas iniciais e desconhecimento do assunto. “É preciso que as discussões sobre o tema cresçam, no sentido de ampliar o conhecimento do assunto em diferentes meios, inclusive esclarecendo a população”, afirmou.Saiba maisEmbora a doença possa acometer qualquer pessoa, alguns perfis de pacientes são mais suscetíveis a ter a sepse. São eles:- Pacientes com menos de um mês de vida e idosos;- Aqueles que possuem o sistema de defesa do organismo enfraquecido, como pacientes imunocomprometidos, seja por doenças (diabetes, câncer etc.) ou por medicamento;- Pessoas com ferimentos graves, como grandes traumas, queimaduras e ferimentos penetrantes;- Aqueles que sofrem com doenças crônicas debilitantes;- Pacientes com hospitalização prévia ou que passaram por alguma cirurgia recentemente;- Pessoas que tenham dispositivos invasivos (cateteres e sondas, por exemplo).Não existem vacinas para prevenir a sepse. A melhor forma de prevenir a doença é prevenindo a infecção. A orientação médica é adotar um estilo de vida saudável, aliando alimentação adequada, atividades físicas e descanso.Leia mais notícias em OEstadoMA.com e siga nossas páginas no Facebook, no Twitter e no Instagram. Envie informações à Redação do Jornal de O Estado por WhatsApp pelo telefone (98) 99209 2564.
Fonte: O Estado do Maranhão-MA

Dia Mundial da Sepse conta com o apoio GSA

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No dia 13 de setembro mais de 60 países participam do Dia Mundial da Sepse. A campanha é promovida pela Global Sepsis Alliance (GSA) e tem o objetivo de promover a conscientização quanto à enfermidade. No Brasil, a GSA apoia as ações da AMIB voltadas ao Dia Mundial da Sepse, como o 1º Congresso Mundial da Sepse, que ocorreu nos dias 8 e 9 de setembro.“Acreditamos que a data aumenta a consciência sobre o problema, mundialmente. É ótimo notar o grande trabalho realizado no Brasil em relação ao assunto. Com certeza, faz do País um dos líderes mundiais na luta contra o problema”, afirma Konrad Reinhart, presidente da GSA, sobre o trabalho conjunto.

Fonte: Amib-BR