Instituto de Sepse mobiliza Manaus contra doença que mata mais que o câncer

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Manaus – Uma forte ação de conscientização será realizada em Manaus no dia 13 de setembro pelo Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS), em comemoração ao Dia Mundial da Sepse. A capital amazonense é uma das seletas 14 cidades brasileiras escolhidas pelo órgão para a campanha. A sepse, segundo dados da AMIB (Associação de Medicina Intensiva Brasileira), a sepse mata mais que o câncer e o infarto do miocárdio hoje no mundo, o que justifica a campanha internacional que chegou ao Brasil e que se estenderá a Manaus, atingindo locais de grande circulação, como rodoviárias e terminais de ônibus. Chegam a 15 milhões os casos de óbitos da doença que acomete, principalmente, crianças abaixo de um ano e idosos acima de 65 anos. Na última década, a taxa de incidência da doença aumentou entre 8% e 13% em relação à década passada, sendo responsável por mais óbitos do que alguns tipos de câncer, como o de mama e o de intestino, informa a AMIB.
Fonte: Portal do Holanda-BR

Manaus entre 14 capitais que terão ação de conscientização sobre a sepse

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Manaus está entre as 14 capitais brasileiras que serão mobilizadas, no dia 13 de setembro – DIA MUNDIAL DA SEPSE – pelo , o Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS), para ação de conscientização sobre a sepse junto à população, em locais de grande circulação, como rodoviárias e terminais de ônibus e metrô. As outras são São Paulo, Belo Horizonte, Blumenau, Brasília, Goiânia, Maceió, Manaus, Palmas, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís, Vitória e Teresina.Na ocasião, será distribuída uma história em quadrinho (CLIQUE AQUI), criada pelo ILAS, que retrata de forma simples a questão da importância do rápido diagnóstico, permitindo o entendimento por leigos. Nesse dia, também, profissionais de saúde estarão à disposição da população para responder às dúvidas.Além disso, o ILAS distribuirá essa história em quadrinho aos pacientes e aos familiares e um material específico para os profissionais de saúde do pronto-socorro e das unidades de terapia intensiva (UTI), em 1.700 instituições brasileiras.Sobre a Sepse – A sepse, hoje, é responsável por mais óbitos do que o câncer ou o infarto agudo do miocárdio. Estima-se cerca de 15 a 17 milhões de casos registrados por ano no mundo, sendo 670 mil só no Brasil. Ao contrário do que se pensa, sepse -conhecida antigamente como septicemia ou infecção generalizada – não é um problema apenas de pacientes já internados em hospitais, pois a maioria dos casos é de pacientes atendidos nos serviços de urgência e emergência.O Instituto Latino Americano de Sepse avaliou em sua base de dados a mortalidade por sepse de pacientes provenientes do prontos-socorros. Os dados revelaram que 53,17% de pacientes com sepse, atendidos inicialmente em prontos-socorros (PS) de hospitais públicos, vão a óbito, enquanto em hospitais particulares esse número é de 25,8%. Possíveis explicações para essa diferença importante incluem dificuldade no reconhecimento precoce e um número inadequado de profissionais nos PS de hospitais públicos.“O reconhecimento precoce é a chave para o tratamento adequado. Todas as instituições devem treinar suas equipes, principalmente de enfermagem, para reconhecer os primeiros sinais de gravidade e dar atendimento preferencial a esses pacientes nos serviços de urgência”, explica o médico intensivista Dr. Luciano Azevedo, presidente do ILAS.O médico alerta ainda que o tratamento adequado nas primeiras seis horas tem clara implicação no prognóstico e na sobrevida dos pacientes. “Medidas simples, como coleta de exames, culturas, antibióticos na primeira hora e hidratação podem salvar vidas”.O grupo de maior risco para o desenvolvimento da sepse é formado por crianças prematuras e abaixo de um ano e idosos acima de 65 anos; portadores de câncer; pacientes com AIDS ou que fazem uso de quimioterapia ou outros medicamentos que afetam as defesas do organismo contra infecções; pacientes com doenças crônicas como insuficiência cardíaca, insuficiência renal e diabetes; usuários de álcool e drogas; e pacientes hospitalizados que utilizam antibióticos, tubos para medicação (cateteres) e tubos para coleta de urina (sondas).Mas, atenção: qualquer pessoa pode ter sepse. “Embora não existam sintomas específicos, todas as pessoas que estão com infecção e apresentam febre, aceleração do coração, respiração mais rápida, fraqueza intensa e, pelo menos, um dos sinais de alerta, como pressão arterial baixa, diminuição da quantidade de urina, falta de ar, sonolência excessiva ou ficam confusos (principalmente idosos) devem procurar imediatamente um serviço de emergência ou o seu médico”, esclarece Dr. Luciano Azevedo.O desconhecimento da população em relação aos primeiros sintomas e, consequentemente o atraso na procura de auxilio, também é um dos entraves a serem vencidos. Uma pesquisa do ILAS em 134 municípios brasileiros mostrou que 93% dos entrevistados nunca tinham ouvido falar sobre a sepse. De forma oposta, 98% tinham conhecimento prévio sobre infarto do coração.Posts RelacionadosEmpresa abre concurso público para nível Médio e Superior com vagas para o AmazonasConsumidor brasileiro acredita em inflação de 7,2% nos próximos 12 mesesArena da Amazônia – Manaus é a cidade mais adiantada para Copa 2014Prazo para revalidar diplomas de medicina termina nesta segunda-feira (21)ITA está com inscrições abertas para o vestibular 2015CPRM encerra inscrições para 52 vagas; Cebraspe é a organizadora
Fonte: Rede Tiradentes-BR

Serviço do HRLB orienta profissionais de saúde sobre a sepse

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O SCIH – Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Regional Dr. Leopoldo Bevilacqua, de Pariquera-Açu, administrado pelo CONSAÚDE, irá realizar no dia 13 de setembro, uma ação de conscientização sobre o Dia Mundial da Sepse, comemorado na data.De acordo com Dr. Arnaldo D’Amore Zardo, infectologista e responsável pela CCIH – Comissão de Controle de Infecção Hospitalar, “o objetivo é conscientizar os profissionais de saúde sobre a sepse, a importância da identificação precoce e sobre o protocolo de ações para o tratamento adequado de qualquer infecção grave”, afirmou.Dentre as ações do dia 13 de setembro, o SCIH prevê a distribuição de informativos e um trabalho entre médicos e enfermeiros, no sentido de conscientizar sobre o tratamento dos casos de sepse. “Também é possível prevenir a sepse, evitando a infecção. Existem vacinas para determinados agentes como pneumococos e H1N1. A prevenção pode ser feita ainda com um estilo de vida saudável, com alimentos nutritivos, exercício físico e descanso, sem contar a higienização das mãos que é um hábito que ajuda a prevenir a infecção”, orienta o infectologista.A sepse é um conjunto de manifestações graves em todo o organismo produzidas por uma infecção. Ela era conhecida antigamente como septicemia ou infecção no sangue e hoje é mais conhecida como infecção generalizada.Segundo explica o infectologista do HRLB, “não é a infecção que está em todos os locais do organismo. Por vezes, a infecção pode estar localizada em apenas um órgão, como por exemplo, o pulmão, mas provoca em todo o organismo uma resposta com inflamação numa tentativa de combater o agente da infecção. Essa inflamação pode vir a comprometer o funcionamento de vários dos órgãos do paciente. Por isso, o paciente pode não suportar e vir a falecer”. O quadro é conhecido como disfunção ou falência de múltiplos órgãos.Os números no Brasil são alarmantes. A sepse é responsável por 25% da ocupação de leitos em UTIs no Brasil. Atualmente, é a principal causa de morte nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e uma das principais causas de mortalidade hospitalar tardia, superando o infarto do miocárdio e o câncer. Tem alta mortalidade no país, chegando a 65% dos casos, enquanto a média mundial está em torno de 30-40%. Segundo um levantamento feito pelo estudo mundial conhecido como Progress, a mortalidade da sepse no Brasil é maior que a de países como Índia e a Argentina.A doença é a principal geradora de custos nos setores público e privado. Isto é devido a necessidade de utilizar equipamentos sofisticados, medicamentos caros e exigir muito trabalho da equipe médica. Em 2003 aconteceram 398.000 casos e 227.000 mortes por choque séptico no Brasil com destinação de cerca de R$ 17,34 bilhões ao tratamento.Por tudo isto, alguns cuidados são fundamentais. Nos quadros de sepse, as primeiras horas de tratamento são as mais importantes. O tratamento imediato com antibióticos de amplo espectro e exames de culturas são importantes para evitar o óbito, bem como a constante capacitação dos profissionais de saúde para os cuidados dos pacientes com sepse.O infectologista também dá algumas dicas de tratamento adequado diante de qualquer infecção grave. “Os antibióticos devem ser tomados como prescrito pelo médico, respeitando o tempo de tratamento. Não se deve tomar antibióticos desnecessariamente para reduzir as chances de desenvolvimento de resistência aos efeitos dos mesmos e a automedicação deve ser evitada”, alerta Dr. Arnaldo.
Fonte: Consaúde -BR

Conheça a campanha do Dia Mundial da Sepse

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“Pare a Sepse, Salve Vidas” é o slogan do Projeto “Dia Mundial da Sepse” um projeto mundial capitaneado pela GSA (Global Sepsis Alliance) O objetivo central da campanha é aumentar a percepção da sepse tanto entre profissionais de saúde como entre o público leigo e, assim, priorizar a sepse como uma emergência médica a fim de que todos os pacientes possam receber intervenções básicas, incluindo antibióticos e fluídos intravenosos, dentro da primeira hora. Apesar do tratamento precoce com intervenções básicas estar associado à melhora na sobrevida, a aderência a essas medidas ainda é muito baixa no Brasil e em diversos locais do mundo. Em nosso país, estima-se que 400.000 pacientes sejam atingidos anualmente, com letalidade em torno de 50%, uma das maiores do mundo. Você sabe o é a sepse? Antigamente era conhecida como septicemia ou infecção generalizada, na verdade, trata-se de uma inflamação generalizada do próprio organismo contra uma infecção que pode estar localizada em qualquer órgão. Essa inflamação pode levar a parada de funcionamento de um ou de mais órgãos, com risco de morte quando não descoberta e tratada rapidamente. Atualmente a sepse é a principal causa de mortes nas unidades de terapia intensiva (UTI). A sepse mata mais do que o infarto do miocárdio e do que alguns tipos de câncer. O nosso país tem uma das mais altas taxas de mortalidade do mundo pela sepse. Estima-se que 400 mil novos casos são diagnosticados por ano e 240 mil pessoas morrem anualmente. Esse quadro precisa mudar e você também pode ajudar! Entender o que é a sepse já é um importante passo nessa luta que não é apenas dos profissionais de saúde, mas de todos nós. Quem tem mais risco de adquirir sepse? Prematuros; crianças abaixo de um ano; idosos acima de 65 anos; pacientes com câncer, AIDS ou que fizeram uso de quimioterapia ou outros medicamentos que afetam as defesas do organismo, pacientes com doenças crônicas como insuficiência cardíaca, insuficiência renal, diabetes; usuários de álcool e drogas e pacientes hospitalizados que utilizam antibióticos, cateteres ou sondas. MAS ATENÇÃO: Qualquer pessoa pode ter sepse. Como a sepse pode ser diagnosticada? Embora não existam sintomas específicos, todas as pessoas que estão passando por uma infecção e apresentam febre, aceleração do coração (taquicardia), respiração mais rápida (taquipneia), fraqueza intensa e tonteiras e pelo menos um dos sinais de gravidade, como pressão baixa, diminuição d quantidade de urina, falta de ar, sonolência excessiva ou ficam confusos (principalmente os idosos) devem procurar imediatamente um serviço de emergência ou o seu médico. Quais os tipos de infecção que podem evoluir para sepse? Qualquer tipo de infecção, leve ou grave, pode evoluir para sepse. As mais comuns são a pneumonia, infecções na barriga e infecções urinárias. Por isso quanto menor o tempo com infecção, menor a chance de surgimento da sepse. Para tal, o tratamento rápido das infecções é uma estratégia que deve ser adotada. O tratamento da sepse exige recursos sofisticados? Não. A maioria das medidas eficazes para tratamento da sepse pode ser realizadas com o treinamento dos profissionais de saúde, utilizando recursos disponíveis na maioria das unidades de saúde. Como é o tratamento? O principal tratamento da sepse é administrar antibióticos pela veia o mais rápido possível. Podem ser necessários oxigênio, líquidos na veia e medicamentos que aumentem a pressão arterial. A diálise pode ser necessária se os rins pararem de funcionar. Um aparelho de respiração artificial pode ser utilizado em caso de dificuldade respiratória grave. É possível prevenir a sepse? O risco de sepse pode ser diminuído, principalmente em crianças, respeitando-se o calendário de vacinação. Uma higiene adequada das mãos e cuidados com o equipamento médico podem ajudar a prevenir infecções hospitalares que levam à sepse. Mas atenção: sepse não acontece só por causa de infecções hospitalares. Assim, bons hábitos de saúde podem ajudar. Outra dica importante é evitar a automedicação e o uso desnecessário de antibióticos.
Fonte: Coren MA-MA

Dia Mundial da Sepse

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Dia Mundial da SepseMortalidade por sepse de pacientes de prontos-socorros de hospitais públicos chega a 51%Marcia Rodrigues16/08/2016 21:38São Paulo, 16 de agosto de 2016 – A sepse hoje é responsável por mais óbitos do que o câncer ou o infarto agudo do miocárdio. Estima-se cerca de 15 a 17 milhões de casos registrados por ano no mundo, sendo 670 mil só no Brasil. Ao contrário do que se pensa, sepse – conhecida antigamente como septicemia ou infecção generalizada – não é um problema apenas de pacientes já internados em hospitais, pois a maioria dos casos é de pacientes atendidos nos serviços de urgência e emergência. O aumento da incidência e a progressiva gravidade desses pacientes fazem com que os custos de tratamento também sejam elevados.O Instituto Latino Americano de Sepse, ILAS, avaliou em sua base de dados a mortalidade por sepse de pacientes provenientes do prontos-socorros. Os dados revelaram que 53,17% de pacientes com sepse, atendidos inicialmente em prontos-socorros (PS) de hospitais públicos, vão a óbito, enquanto em hospitais particulares esse número é de 25,8%. Possíveis explicações para essa diferença importante incluem dificuldade no reconhecimento precoce e um número inadequado de profissionais nos PS de hospitais públicos. “O reconhecimento precoce é a chave para o tratamento adequado. Todas as instituições devem treinar suas equipes, principalmente de enfermagem, para reconhecer os primeiros sinais de gravidade e dar atendimento preferencial a esses pacientes nos serviços de urgência”, explica o médico intensivista Dr. Luciano Azevedo, presidente do ILAS.O médico alerta ainda que o tratamento adequado nas primeiras seis horas tem clara implicação no prognóstico e na sobrevida dos pacientes. “Medidas simples, como coleta de exames, culturas, antibióticos na primeira hora e hidratação podem salvar vidas”.O grupo de maior risco para o desenvolvimento da sepse é formado por crianças prematuras e abaixo de um ano e idosos acima de 65 anos; portadores de câncer; pacientes com AIDS ou que fazem uso de quimioterapia ou outros medicamentos que afetam as defesas do organismo contra infecções; pacientes com doenças crônicas como insuficiência cardíaca, insuficiência renal e diabetes; usuários de álcool e drogas; e pacientes hospitalizados que utilizam antibióticos, tubos para medicação (cateteres) e tubos para coleta de urina (sondas).Mas atenção: qualquer pessoa pode ter sepse. “Embora não existam sintomas específicos, todas as pessoas que estão com infecção e apresentam febre, aceleração do coração, respiração mais rápida, fraqueza intensa e, pelo menos, um dos sinais de alerta, como pressão arterial baixa, diminuição da quantidade de urina, falta de ar, sonolência excessiva ou ficam confusos (principalmente idosos) devem procurar imediatamente um serviço de emergência ou o seu médico”, esclarece Dr. Luciano Azevedo. O desconhecimento da população em relação aos primeiros sintomas e, consequentemente o atraso na procura de auxilio, também é um dos entraves a serem vencidos. Uma pesquisa do ILAS em 134 municípios brasileiros mostrou que 93% dos entrevistados nunca tinham ouvido falar sobre a sepse. De forma oposta, 98% tinham conhecimento prévio sobre infarto do coração. Para mudar esse cenário é importante a organização de campanhas de esclarecimento envolvendo sociedades médicas e imprensa. Pelo quinto ano consecutivo, O ILAS participa do Dia Mundial da Sepse em 13 de Setembro. A ação reúne mais de 3 mil instituições em todo mundo e é comandada mundialmente pela Global Sepsis Alliance (GSP). O objetivo da campanha é mudar o quadro cada vez mais preocupante da incidência e mortalidade por sepse no mundo. Como será o Dia Mundial da Sepse no Brasil – No dia 13 de setembro, o ILAS mobilizará catorze cidades brasileiras para ação de conscientização da síndrome junto à população em locais de grande circulação, como rodoviárias e terminais de ônibus e metrô. Na ocasião, serão distribuídos uma história em quadrinho (CLIQUE AQUI), criada pelo ILAS, que retrata de forma simples a questão da importância do rápido diagnóstico, permitindo o entendimento por leigos. Nesse dia, também, profissionais de saúde estarão à disposição da população para responder às dúvidas.Além disso, o ILAS distribuirá essa história em quadrinho aos pacientes e aos familiares e um material específico (CLIQUE AQUI) para os profissionais de saúde do pronto-socorro e das unidades de terapia intensiva (UTI), em 1.700 instituições brasileiras.Outros materiais – Serão afixados nas estações do metrô de São Paulo cartazes explicativos e serão criados dois vídeos – para leigos e profissionais de saúde – disponibilizados na Fanpage e site do Dia Mundial da Sepse. Curta nossa página Dia Mundial da Sepse
Fonte: Plano A Comunicação
Site: Moreira Jr Editora-BR

Panorama e protocolos da sepse no Brasil

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O Brasil está no topo da lista dos países mais desinformados sobre Sepse, de acordo com o instituto mundial GSA (Global Sepsis Alliance). Isso porque, dados da pesquisa informam que aproximadamente 93% da população brasileira nunca ouviu falar sobre esse problema de saúde, mais conhecido como infecção hospitalar. A doença afeta mais de 30 milhões de pessoas todo ano, no mundo todo, levando ao óbito em mais de 20% dos casos.Com o objetivo de mudar este quadro da incidência e mortalidade por sepse no Brasil a Intensicare convida a comunidade médica e demais profissionais de saúde para uma palestra com a médica intensivista, Flávia Machado, que já ocupou o cardo de vice-presidente do Instituto Latino-Americano de Sepse, sobre Panorama e protocolos da sepse no Brasil. “Esta atividade de educação continuada tem como foco o desenvolvimento dos profissionais da área de saúde do DF e segurança do paciente, bem como dá início às nossas atividades do Dia Mundial da Sepse, lembrado no dia 13 de setembro”, comenta Dra. Jamile Thomé, diretora-técnica da Intensicare.A palestra será realizada na quinta-feira (11) a partir de 13h30 no auditório do Hospital Regional de Santa Maria. O evento será aberto para a comunidade médica e assistencial de saúde bastando levar 1kg de alimento não perecível para entrar, que será doado para uma comunidade carente local. Data: Quinta-feira (11/08) Horário: 13:30h às 17:30h Local: Auditório do Hospital Regional de Santa Maria – Quadra AC 102 Conjunto A, B, C e D Entrada: 1kg de alimento não perecívelSobre a Intensicare A Intensicare é a maior especialista em gerenciamento de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) do Brasil. Com mais de 10 anos de atuação no mercado, possui UTIs instaladas em diversas regiões do país. Com uso de tecnologias de ponta, equipe altamente capacitada e atendimento humanizado, a empresa tem como objetivo salvar vidas, cuidar de pessoas e levar medicina de qualidade ao maior número possível de pacientes. Para mais informações acesse o site www.intensicare.com.br ou entre em contato através do telefone (62) 3956-5850.
Fonte: Saúde Business 365-BR