Maternidade Januário Cicco alerta usuários e funcionários sobre a gravidade da sepse

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A Maternidade Escola Januário Cicco da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (MEJC-UFRN) realiza esta semana uma ação para esclarecer usuários e profissionais da instituição sobre um problema de saúde grave, cujas estatísticas revelam que é uma das principais causas de mortalidade hospitalar, superando o câncer e até mesmo o infarto do miocárdio: a sepse.Até a próxima sexta-feira, profissionais da área assistencial e do controle de infecção hospitalar distribuem materiais informativos, trabalham com vídeos educativos e fazem esclarecimentos sobre a sepse buscando alertar o público para o problema e sobre como reconhecê-lo.A sepse é uma inflamação generalizada do organismo contra uma infecção que pode estar localizada em qualquer órgão, podendo levar à parada de funcionamento de um ou mais órgãos ou levar à morte, quando não descoberta e tratada rapidamente.Considerada a principal causa de morte em hospitais no Brasil, são mais de 400 mil casos e cerca de 220 mil pessoas morrem todos os anos, segundo estudos realizados pelo Instituto Latino Americano da Sepse, ILAS. O estudo comprova ainda que cerca de 30% dos leitos das unidades de terapia intensiva no Brasil são ocupados por pacientes com Sepse grave.A infectologista pediátrica da maternidade, Fabiana Filgueira, diz que o risco de sepse pode ser diminuído, principalmente em crianças, respeitando-se o calendário de vacinação e que uma higienização adequada das mãos e cuidados com o equipamento médico, podem ajudar a prevenir infecções hospitalares que levam à sepse.Ela alerta ainda para o fato da sepse não ocorrer apenas por causa de infecções hospitalares: “O maior número de casos é em pacientes vindo de domicílio. A campanha deste ano ressalta para a o diagnóstico precoce, o tempo é fundamental para o sucesso do tratamento”, afirma. Os sintomas iniciais de infecção grave são: febre alta, aceleração do coração, respiração rápida, fraqueza, pressão baixa, diminuição da quantidade de urina, sonolência ou confusão.O dia 13 de setembro foi escolhido como Dia Mundial da Sepse, quando profissionais de saúde de todos os continentes intensificam ações que podem reduzir a incidência desse grave problema de saúde pública.
Fonte: No Minuto-BR

Serviço de Emergências Clínicas do HC-FMUSP promove campanha de combate à Sepse

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Notícias Serviço de Emergências Clínicas do HC-FMUSP promove campanha de combate à Sepse Estima-se 15 a 17 milhões de casos registrados por ano no mundo, sendo 670 mil só no Brasil. 09/09/2016 0 Em 13 de setembro, Dia Mundial de Combate a Sepse, o Serviço de Emergências Clínicas do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP irá orientar profissionais da saúde, pacientes e familiares sobre a doença, conhecida anteriormente como infecção generalizada.Das 8h às 14h, haverá distribuição de folders e exibição de vídeo explicativo. A ação, em parceria com o Instituto Latino-Americano de Sepse, irá acontecer no Prédio dos Ambulatórios, Av. Enéas de Carvalho Aguiar, 255, próxima à estação Clínicas do Metrô de São Paulo (SP).Estima-se 15 a 17 milhões de casos registrados por ano no mundo, sendo 670 mil só no Brasil. O diagnostico precoce e o tratamento adequado podem reverter esse quadro, alerta o médico intensivista e coordenador da campanha Dr. Luciano Azevedo. O desconhecimento da população em relação aos primeiros sintomas é um dos principais obstáculos, explica o médico.A sepse é um conjunto de manifestações graves em todo o organismo produzidas por uma infecção. Embora não existam sintomas específicos, as pessoas que estão com infecção devem ficar atentas. A presença de febre, aceleração do coração, respiração ofegante, fraqueza intensa, pressão arterial baixa, diminuição da quantidade de urina, falta de ar, sonolência excessiva são alertas de que a pessoa deve procurar imediatamente um serviço de emergência, mais próximo de sua residência.Medidas simples, como coleta de exames, culturas para identificar o germe causador da sepse, antibióticos na primeira hora e hidratação podem salvar vidas, esclarece Dr. Luciano Azevedo.O Dia Mundial da Sepse é uma iniciativa da Global Sepsis Alliance, entidade mundial de combate à sepse. A ação é comemorada em mais de 60 países. O objetivo da campanha é mudar o quadro cada vez mais preocupante da incidência e mortalidade por sepse no mundo.
Fonte: Revista Hospitais Brasil-BR

Outros Eventos Médicos – CHN realiza palestra pelo Dia Mundial da Sepse

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Para marcar o Dia Mundial da Sepse, em 13 de setembro, o CHN (Complexo Hospitalar de Niterói) promoverá uma palestra gratuita, no dia 13, às 15 horas, com sessão de perguntas e respostas para a população em geral, com o objetivo de esclarecer as dúvidas sobre a doença e reforçar a importância da data comemorativa. O evento acontecerá no auditório do próprio hospital e será conduzido pelo Dr. Mozart Bellas – médico do CTI Geral do CHN.A enfermeira Daniele Moço, da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar, de uma forma muito descontraída, falará da importância da higienização para o controle e a prevenção da sepse e ensinará a técnica correta de lavagem das mãos.A sepse é uma inflamação generalizada do organismo contra uma infecção que pode estar localizada em qualquer órgão. Atualmente, a doença continua sendo a principal causa de morte nas unidades de terapia intensiva (UTI). Ela mata mais do que o infarto do coração e do que alguns tipos de câncer. O Brasil tem uma das mais altas taxas de morte por sepse do mundo e, por isso, há um forte empenho para mudar essa estatística.A inscrição deve ser feita pelo telefone (21) 2729-1154 – Centro de Estudos, com a srta. Amanda. O CHN fica localizado na Rua La Salle, 12, Centro, Niterói, RJ
Fonte: Cremerj-BR

Patient Safety Movement Foundation e Global Sepsis Alliance unem forças para reduzir mortes evitáveis por sepse

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A Fundação do Movimento pela Segurança do Paciente (Patient Safety Movement Foundation) tem o prazer de anunciar seu patrocínio e participação no 1º Congresso Mundial sobre Sepse, de 8 a 9 de setembro de 2016, organizado pela Global Sepsis Alliance. Entre os palestrantes convidados estão o Secretário de Estado da Alemanha, Dr. Helge Braun, Joe Kiani, fundador da Patient Safety Movement Foundation, Dr. Marie-Paule Kieny, Diretora Geral Adjunta da OMS, Achim Steiner, ex-Subsecretário Geral das Nações Unidas e Diretor do PNUMA, e muitos outros importantes especialistas clínicos de todo o mundo. Para obter outras informações sobre o programa, acesse: www.worldsepsiscongress.org/programEsta Publicação Smart News contém multimédia. Ver aqui a publicação na íntegra: http://www.businesswire.com/news/home/20160908006676/pt/ O 1º Congresso Mundial sobre Sepse é uma introdução e prólogo ao 5º Dia Mundial da Sepse que será realizado no dia 13 de setembro – www.world-sepsis-day.org. Mais de 130 países participarão no Congresso, que conta com mais de 12.000 participantes, a maior conferência sobre sepse de todos os tempos. A sepse, normalmente chamada de “envenenamento sanguíneo”, é uma condição potencialmente fatal que surge quando a resposta do corpo à infeção resulta na disfunção ou falência de um órgão. Na fase inicial, a sepse é frequentemente confundida com outras condições e o diagnóstico tardio pode causar disfunção múltipla de órgãos, e morte. Em 13 sessões diferentes, mais de 70 palestrantes de 20 nações desenvolvidas e em desenvolvimento farão apresentações programáticas sobre uma das principais causas de morte no mundo: a sepse. Da prevenção à gestão da fase aguda, de efeitos colaterais a longo prazo à epidemiologia da sepse — serão discutidos diversos tópicos associados à sepse. Além disso, haverá uma mesa-redonda que contará com a presença de sobreviventes da sepse e suas famílias. Após cada palestra, os palestrantes responderão perguntas do público numa discussão com moderador. A participação é completamente gratuita e apenas exige uma rápida inscrição online. Para se inscrever, acesse o site https://event.webcasts.com/starthere.jsp?ei=1106962. “Nós, na Global Sepsis Alliance, nos reunimos para aumentar a conscientização do público e dos profissionais sobre a sepse – um problema comum, de escopo global, com consequências devastadoras”, disse o Dr. Konrad Reinhart, Presidente do Conselho da Global Sepsis Alliance. “Estamos agradecidos pela nossa parceria com a Patient Safety Movement Foundation e todo o excelente trabalho que eles estão fazendo para ajudar em nossos esforços na redução da sepse. Sabemos que podemos reduzir os danos da sepse, mas reconhecemos que uma importante barreira para o sucesso reside no fato de que o público não conhece a sepse adequadamente, e os profissionais não a compreendem corretamente. A sepse acomete muitas pessoas. Poucas sobrevivem, e a nossa intenção é mudar esse cenário”. “Estamos empolgados por ver o grande número de profissionais de saúde que se inscreveram para participar no Congresso. A detecção precoce da sepse é uma das nossas soluções práticas para a segurança do paciente, e constatamos que é essencial que os hospitais desenvolvam uma abordagem de equipe para implementar um protocolo para identificação e tratamento precoce da sepse”, declarou Joe Kiani, fundador da Patient Safety Movement Foundation. “Estamos impressionados com o trabalho que a Global Sepsis Alliance está fazendo, e não vemos a hora de trabalhar em parceria com eles para reduzir drasticamente, se não eliminar, o número de mortes evitáveis por sepse em todo o mundo até 2020”. Kiani complementou: “um dos motivos pelos quais iniciamos a Patient Safety Movement Foundation foi para lidar com a sepse através do compartilhamento de dados pelas empresas de tecnologia médica. Acreditamos que poderosos algoritmos de previsão poderiam ser implantados para detectar a sepse em tempo para tratamento, se houvesse um fluxo livre dos dados de monitores de pacientes e máquinas de laboratórios de sangue para prontuários médicos eletrônicos. Até o momento, mais de 60 empresas se comprometeram publicamente a compartilhar seus dados. Acreditamos que, em breve, a detecção precoce da sepse será uma realidade”. Apesar dos avanços na medicina moderna, inclusive vacinas, antibióticos e tratamento da fase aguda, a sepse permanece como causa principal de morte por infeção, e as taxas de mortalidade hospitalar estão entre 30 e 60%. No mundo em desenvolvimento, a sepse responde por 60-80% de mortes por ano, afetando mais de 6 milhões de recém-nascidos e crianças anualmente, e mais de 100.000 mulheres que contraem sepse durante a gravidez e o parto. Em todos os países que possuem dados sobre internações por sepse, o número de casos tem aumentado gradualmente. O Centro de Controle de Doenças (Center for Disease Control) dos EUA estima que o número de vezes que pessoas estiveram no hospital com sepse aumentou de 621.000 em 2000 para 1.141.000 em 2008. O Ministro Nacional de Saúde da Alemanha, Hermann Gröhe, convocou seus colegas políticos ao redor do mundo a se unirem ao apelo da Assembleia Mundial da Saúde (World Health Assembly, WHA), declarando publicamente: “Prevenção, diagnóstico precoce e tratamento da sepse não apenas salvarão milhões de vidas ao redor do mundo, mas também colaborarão para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, especificamente com relação à redução das taxas de mortalidade materna e neonatal, bem como o fortalecimento dos sistemas de saúde pública”. Por seu lado, a Global Sepsis Alliance está convocando todos os países para que estabeleçam um plano de ação nacional e cumpram diversas metas até 2020, inclusive a redução da incidência de sepse em 20%, através da promoção de práticas de boa higiene geral e lavagem das mãos, cuidados obstetrícios limpos, melhoria das condições sanitárias, nutrição e distribuição de água potável, e por meio de programas de vacinação para populações de pacientes em risco em áreas com escassez de recursos. Sobre a Patient Safety Movement Foundation (Fundação do Movimento pela Segurança do Paciente)Mais de três milhões de pessoas em todo o mundo, e 200 mil nos EUA, morrem todos os anos em hospitais de condições que poderiam ser evitadas. A Fundação do Movimento pela Segurança do Paciente foi estabelecida a partir do apoio da Masimo Foundation pela Ética, Inovação e Competição em Cuidados de Saúde, com o objetivo de erradicar o número de mortes evitáveis até 2020 (0X2020) nos EUA e reduzi-las drasticamente no mundo todo. Aprimorar a segurança do paciente exigirá um esforço de colaboração de todas as partes interessadas, o que inclui pacientes, prestadores de cuidados de saúde, empresas de tecnologia médica, governos, empregadores e pagadores privados. A Fundação do Movimento pela Segurança do Paciente atua com todas as partes interessadas para abordar os problemas e as soluções no campo da segurança do paciente. A fundação também realiza a Cúpula mundial anual pela segurança do paciente, ciência e tecnologia. A cúpula apresenta soluções específicas e práticas para lidar com os desafios da segurança do paciente, incentivar empresas de tecnologia médica a compartilhar os dados com quem adquire seus produtos e pedir que os hospitais estabeleçam compromissos para implementar soluções práticas para a segurança do paciente. Acesse www.patientsafetymovement.org. Sobre a Global Sepsis AllianceA sepse é um dos riscos de saúde mais subestimados. Afeta mais de 30 milhões de pessoas em todo o mundo anualmente, com um resultado fatal para 6 a 8 milhões delas. Os sobreviventes frequentemente sofrem por anos devido a complicações posteriores. Isto é ainda mais preocupante considerando que a incidência da sepse poderia ser reduzida consideravelmente através da implementação de algumas medidas simples de prevenção, como vacinação e melhor adoção dos padrões de higiene, detecção precoce e tratamento aprimorado. O principal perigo da sepse resulta de uma falta de conhecimento sobre ela. Os membros fundadores da Global Sepsis Alliance (GSA) reconheceram a necessidade de aumentar a conscientização e o entendimento da sepse perante o público, governo e entidades humanitárias, e de acelerar a colaboração entre os investigadores, profissionais de saúde, grupos de trabalho associados e as pessoas que os apoiam. Por este motivo, a Global Sepsis Alliance (Aliança Global da Sepse) foi estabelecida em 2010. Com organizações patrocinadoras do mundo todo, estamos reunidos para alcançar um objetivo comum: Evitar a sepse – salvar vidas! Acesse o site global-sepsis-alliance.org. @0x2020 #patientsafety #0x2020 #Sepsis, #wsd16 #wsc16O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal. Ver a versão original em businesswire.com: http://www.businesswire.com/news/home/20160908006676/pt/Patient Safety Movement FoundationIrene Paigah, 858-859-7001irene@paigah.comouWorld Sepsis CongressKathryn HendrickDiretora de Comunicação416-277-6281hendrickkathryn@gmail.com

Fonte: Comunique-se-BR

Outros Eventos Médicos – Hospital da zona oeste promove evento gratuito sobre sepse

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A doença é uma das maiores causas de morte no paísUma data a favor do combate. É assim que o Dia Mundial da Sepse, que ocorre em todo dia 13 de setembro, é lembrado, com o objetivo de alertar a população leiga e informar profissionais de saúde sobre a doença, conhecida popularmente como infecção generalizada, que causa cerca de 200 mil mortes por ano no país. Para afirmar a importância do Dia Mundial da Sepse, o Hospital de Clínicas Padre Miguel (HCPM) vai realizar seu IV Fórum de Sepse, no dia 13 deste mês, no auditório da Universidade Castelo Branco, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, das 8h às 12h. O evento, que é gratuito e aberto ao público, contará com um ciclo de quatro palestras educativas. Entre o conteúdo programado estão os temas Diretrizes Internacionais para Tratamento da Sepse Grave e Choque Séptico; Sepse na Emergência, uma Corrida contra o Tempo; Estratégias de Time de Resposta Rápida na Sepse; Sepse: Monitorização Ventilatória; e Temática de Uso Seguro de Antimicrobianos na Prática Clínica, que serão apresentados por palestrantes convidados de outras unidades hospitalares do Rio. Considerada um problema de saúde pública no mundo, a sepse afeta cerca de 400 mil pessoas por ano no Brasil, que leva a mais de 200 mil óbitos, segundo a Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB). “A sepse é uma das doenças mais comuns, porém, não é tão conhecida e é a principal causa de morte em unidades de terapia intensiva (UTI), provocando mais mortes em internações hospitalares tardias do que o infarto e o câncer, pois pode evoluir de forma rápida para sua forma ainda mais grave, o choque séptico\”. – explica o médico Carlos Rocha, coordenador da UTI do HCPM e responsável pelo Instituto Latino-americano de Sepse (ILAS) na unidade. – Precisamos esclarecer e conscientizar a população para o tema, assim como os profissionais de saúde, que são fundamentais na luta para a diminuição da doença e da mortalidade em nosso país, que chega a 70% dos casos – diz Alex Chaves, enfermeiro do HCPM e um dos organizadores do evento.Para participar do IV Fórum de Sepse do Hospital de Clínicas Padre Miguel, basta inscrever-se gratuitamente pelo e-mail forumdesepse@gmail.com. O encontro será realizado no dia 13 de setembro, da 8h às 12h, no auditório da Universidade Castelo Branco, na Av. de Santa Cruz, 1.613, Realengo.
Fonte: Cremerj-BR

Dia Mundial da Sepse – 13 de Setembro

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Palestra e fórum de discussão – Dia Mundial da SepseData: 13 de setembroHorário: 18hLocal: Sede do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais – Rua Timbiras, 1200 – Centro – Belo HorizonteInscrições e informações: (31) 3247 1645 – www.somiti.org.brGRATUITO O Dia Mundial da Sepse, 13 de setembro, foi criado para alertar sobre o cenário da síndrome que mata uma pessoa a cada segundo no mundo, cerca de 15 a 17 milhões de casos registrados por ano, segundo o Instituto Latino Americano de Sepse (Ilas).Em Belo Horizonte, a Sociedade Mineira de Terapia Intensiva (Somiti) promove, na mesma data, palestras e o fórum ‘Sepse – Novos conceitos, implantação de protocolos e educação para a comunidade’. O evento é gratuito e acontece às 18h, no Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM MG).Para a gestora de qualidade da Somiti, Maria Aparecida Braga, é necessário o envolvimento de todas as especialidades médicas na disseminação do assunto junto aos seus pacientes. “Houve um aumento de 300 mil para 700 mil casos no Brasil nos últimos sete anos e o desconhecimento da população sobre os primeiros sintomas e, consequente atraso na procura de auxilio, é um dos entraves a serem vencidos.” Conforme divulgou o Ilas, a sepse não é um problema apenas de pacientes já internados em hospitais e, a maioria dos casos, é de pessoas atendidas nos serviços de urgência e emergência. O tratamento adequado nas primeiras seis horas tem clara implicação no prognóstico e na sobrevida dos indivíduos.O grupo de maior risco para o desenvolvimento da sepse é formado por crianças prematuras e abaixo de um ano e idosos acima de 65 anos; portadores de câncer; pacientes com AIDS ou que fazem uso de quimioterapia ou outros medicamentos que afetam as defesas do organismo contra infecções; pessoas com doenças crônicas como insuficiências cardíaca e renal e diabetes; usuários de álcool e drogas; e pacientes hospitalizados que utilizam antibióticos, cateteres e sondas. Braga reforça que qualquer pessoa pode ter sepse. “Embora não existam sintomas específicos, todos os que estão com infecção e apresentam febre, aceleração do coração, respiração mais rápida, fraqueza intensa e, pelo menos, um dos sinais de alerta, como pressão arterial baixa, diminuição da quantidade de urina, falta de ar, sonolência excessiva ou ficam confusos (principalmente idosos) devem procurar imediatamente um serviço de emergência ou o seu médico”, orienta a especialista.Programação e inscrição: www.somiti.org.br
Fonte: AMMG-BR

13 de setembro: Dia Mundial da Sepse é lembrado em novo estudo internacional

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AMIB (Associação de Medicina Intensiva Brasileira) recorda a data, destacando o estudo Sepse 3.0, com novos critérios para identificar esse importante problema das UTIsSão Paulo, setembro de 2016 – Os profissionais de medicina intensiva tem uma grande preocupação em relação aos pacientes internados nas UTIs mundo afora. A sepse, popularmente conhecida como infecção generalizada, é um conjunto de sintomas que mostra um quadro de estado inflamatório em todo o organismo. Causada por agentes infecciosos (vírus ou bactérias) no sangue, faz que vários órgãos do corpo passem a apresentar sinais da síndrome. No Brasil, a sepse é responsável pela ocupação de 25% dos leitos das UTIs, segundo estudo realizado em 2014. Os números relativos à prevalência apontam para 28,1% dos indivíduos internados, sendo que o índice de mortalidade chega a 54,5% dos pacientes.Pela gravidade da doença, o dia 13 de setembro foi escolhido como uma data de conscientização e educação sobre o tema. Em 2016, a AMIB (Associação de Medicina Intensiva Brasileira) reforça o tema com a divulgação dos dados do estudo Sepse 3.0, uma pesquisa conduzida por uma força tarefa de especialistas dos Estados Unidos e Europa, que promoveu uma atualização para a definição destas ocorrências médicas.O Terceiro Consenso Internacional sobre Sepse e Choque Séptico (Sepse 3.0)O estudo Sepse 3.0 foi coordenado pelo dr. Mervyn Singer, professor de Medicina Intensiva na University College de Londres, e teve a participação de 19 especialistas em cuidados intensivos, doença infecciosa, cirurgias e doenças pulmonares dos Estados Unidos e Europa, visando um consenso sobre as definições de sepse e choque séptico. Segundo o dr. Singer, “a sepse tem significados diferentes para médicos diferentes. Os dados americanos não condizem com os brasileiros, que por sua vez não coincidem com os ingleses. Isso se deve à forma como descrevemos nossos pacientes. Quando falamos de choque ou disfunção de órgãos, nem sempre queremos dizer a mesma coisa”, explica.Para mudar essa realidade, o grupo avaliou quais critérios clínicos identificam pessoas já infectadas ou com maior probabilidade de ter sepse. O objetivo foi atingido por meio de entrevistas com um vasto número de pacientes hospitalizados. De acordo com a nova abordagem, a sepse deve ser definida como uma disfunção de órgãos com risco de vida, provocada por uma infecção. Já o choque séptico deve ser definido como um subconjunto de casos de sepse, com maior risco de mortalidade, o que está relacionado a profundas alterações circulatórias, celulares e metabólicas.A sepse no BrasilO dr. Murillo Santucci Assunção (SP), médico intensivista do Hospital Israelita Albert Einstein e presidente do Comitê de Infecção da AMIB, lembra que os estudos epidemiológicos existentes no país apontam para uma alta incidência de sepse. “Podemos entender que a alta mortalidade acaba envolvendo pacientes que estão com disfunção orgânica, ou seja, aqueles doentes que têm a sepse dentro das novas definições”, explica.Segundo ele, muitos brasileiros apresentam um quadro grave quando são observadas as funções orgânicas. Por isso, é importante desenvolver o diagnóstico de sepse baseado nas novas definições. “Precisamos olhar os doentes que estão na terapia intensiva para entender de que maneira estão desenvolvendo o diagnóstico quando são observadas disfunções orgânicas”, afirma.”O doente que chega ao pronto socorro e tem uma suspeita de infecção deve ser tratado rapidamente. Se você deixar de intervir e não avaliar as outras funções orgânicas, a chance do seu estado se deteriorar é muito maior. Talvez isso deixe claro a importância das novas definições”, complementa.Campanha de prevenção da infecção nas UTIsA ação sobre o Dia Mundial da Sepse é parte da campanha permanente sobre prevenção das infecções em UTIs promovida pela AMIB. Em 2016, a Instituição escolheu o tema “Prevenção da Infecção na UTI: Prevenção da Infecção de Corrente Sanguínea Associada a Cateter Venoso Central”, como tema da campanha, que conta com parceria da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O principal objetivo é conscientizar profissionais de saúde e a população em geral sobre o problema.Os dados de notificações do governo federal apontam que 45% dos pacientes internados em UTIs desenvolvem processos infecciosos, sendo que quase metade dessas pessoas adquiriu a infecção dentro da Unidade de Terapia Intensiva. As infecções sanguíneas causadas por mau uso do cateter estão em quarto lugar na estatística, atrás apenas de pneumonia associada à ventilação mecânica, infecção de trato respiratório e infecção de trato urinário.
Fonte: Maxpress-BR

13 de setembro: Dia Mundial da Sepse é lembrado em novo estudo internacional

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Devido ao grande número de pessoas internadas em UTI, a preocupação dos profissionais de saúde em relação a sepse é grande. A sepse, conhecida como infecção generalizada, é um conjunto de sintomas que mostra um quadro de estado inflamatório em todo o organismo, que é causada por agentes infecciosos, vírus ou bactérias, no sangue. No Brasil, a sepse é responsável pela ocupação de 25% dos leitos das UTIs, segundo estudo realizado em 2014.Pela gravidade da doença, o dia 13 de setembro foi escolhido como uma data de conscientização e educação sobre o tema. Em 2016, a AMIB (Associação de Medicina Intensiva Brasileira) reforça o tema com a divulgação dos dados do estudo Sepse 3.0, uma pesquisa conduzida por uma força tarefa de especialistas dos Estados Unidos e Europa, que promoveu uma atualização para a definição destas ocorrências médicas. O Terceiro Consenso Internacional sobre Sepse e Choque Séptico (Sepse 3.0)O estudo Sepse 3.0 foi coordenado pelo dr. Mervyn Singer, professor de Medicina Intensiva na University College de Londres, e teve a participação de 19 especialistas em cuidados intensivos, doença infecciosa, cirurgias e doenças pulmonares dos Estados Unidos e Europa, visando um consenso sobre as definições de sepse e choque séptico. Segundo o dr. Singer, “a sepse tem significados diferentes para médicos diferentes. Os dados americanos não condizem com os brasileiros, que por sua vez não coincidem com os ingleses. Isso se deve à forma como descrevemos nossos pacientes. Quando falamos de choque ou disfunção de órgãos, nem sempre queremos dizer a mesma coisa”, explica.Sepse no BrasilO dr. Murillo Santucci Assunção (SP), médico intensivista do Hospital Israelita Albert Einstein e presidente do Comitê de Infecção da AMIB, lembra que os estudos epidemiológicos existentes no país apontam para uma alta incidência de sepse. “Podemos entender que a alta mortalidade acaba envolvendo pacientes que estão com disfunção orgânica, ou seja, aqueles doentes que têm a sepse dentro das novas definições”, explica.Segundo ele, muitos brasileiros apresentam um quadro grave quando são observadas as funções orgânicas. Por isso, é importante desenvolver o diagnóstico de sepse baseado nas novas definições. “Precisamos olhar os doentes que estão na terapia intensiva para entender de que maneira estão desenvolvendo o diagnóstico quando são observadas disfunções orgânicas”, afirma.“O doente que chega ao pronto socorro e tem uma suspeita de infecção deve ser tratado rapidamente. Se você deixar de intervir e não avaliar as outras funções orgânicas, a chance do seu estado se deteriorar é muito maior. Talvez isso deixe claro a importância das novas definições”, complementa.
Fonte: AMIB
Site: Cofen-BR

13 de setembro: Dia Mundial da Sepse

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No Brasil, a sepse é responsável pela ocupação de 25% dos leitos das UTIs, segundo estudo realizado em 2014. Os números relativos à prevalência apontam para 28,1% dos indivíduos internados, sendo que o índice de mortalidade chega a 54,5% dos pacientes.O dia 13 de setembro foi escolhido como uma data de conscientização e educação sobre a enfermidade. A AMIB reforçou a discussão sobre o tema ao promover a divulgação dos dados do estudo Sepse 3.0, uma pesquisa realizada por especialistas dos Estados Unidos e Europa, que promoveu uma atualização para a definição destas ocorrências médicas.O estudo teve como objetivo promover o consenso sobre as definições de sepse e choque séptico e foi coordenado pelo dr. Mervyn Singer, professor de Medicina Intensiva na University College de Londres.“A sepse tem significados diferentes para médicos diferentes. Os dados americanos não condizem com os brasileiros, que por sua vez não coincidem com os ingleses. Isso se deve à forma como descrevemos nossos pacientes. Quando falamos de choque ou disfunção de órgãos, nem sempre queremos dizer a mesma coisa”, explica Singer.Para mudar essa realidade, o grupo avaliou quais critérios clínicos identificam pessoas já infectadas ou com maior probabilidade de ter sepse. De acordo com a nova abordagem, a enfermidade deve ser definida como uma disfunção de órgãos com risco de vida, provocada por uma infecção.O choque séptico, por sua vez, é definido como o subconjunto de casos de sepse, com maior risco de mortalidade, o que está relacionado a profundas alterações circulatórias, celulares e metabólicas.Campanha de prevenção da infecção nas UTIsA ação sobre o Dia Mundial da Sepse é parte da campanha permanente sobre prevenção das infecções em UTIs promovida pela AMIB.Em 2016, a entidade escolheu o tema “Prevenção da Infecção na UTI: Prevenção da Infecção de Corrente Sanguínea Associada a Cateter Venoso Central”, como tema da campanha, que conta com parceria da Anvisa. O principal objetivo é conscientizar profissionais de saúde e a população em geral sobre o problema.
Fonte: Amib-BR

Hospital da zona oeste promove evento gratuito sobre sepse

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A doença é uma das maiores causas de morte no paísUma data a favor do combate. É assim que o Dia Mundial da Sepse, que ocorre em todo dia 13 de setembro, é lembrado, com o objetivo de alertar a população leiga e informar profissionais de saúde sobre a doença, conhecida popularmente como infecção generalizada, que causa cerca de 200 mil mortes por ano no país. Para afirmar a importância do Dia Mundial da Sepse, o Hospital de Clínicas Padre Miguel (HCPM) vai realizar seu IV Fórum de Sepse, no dia 13 deste mês, no auditório da Universidade Castelo Branco, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, das 8h às 12h. O evento, que é gratuito e aberto ao público, contará com um ciclo de quatro palestras educativas.Entre o conteúdo programado estão os temas Diretrizes Internacionais para Tratamento da Sepse Grave e Choque Séptico; Sepse na Emergência, uma Corrida contra o Tempo; Estratégias de Time de Resposta Rápida na Sepse; Sepse: Monitorização Ventilatória; e Temática de Uso Seguro de Antimicrobianos na Prática Clínica, que serão apresentados por palestrantes convidados de outras unidades hospitalares do Rio.Considerada um problema de saúde pública no mundo, a sepse afeta cerca de 400 mil pessoas por ano no Brasil, que leva a mais de 200 mil óbitos, segundo a Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB). “A sepse é uma das doenças mais comuns, porém, não é tão conhecida e é a principal causa de morte em unidades de terapia intensiva (UTI), provocando mais mortes em internações hospitalares tardias do que o infarto e o câncer, pois pode evoluir de forma rápida para sua forma ainda mais grave, o choque séptico”. – explica o médico Carlos Rocha, coordenador da UTI do HCPM e responsável pelo Instituto Latino-americano de Sepse (ILAS) na unidade.“Precisamos esclarecer e conscientizar a população para o tema, assim como os profissionais de saúde, que são fundamentais na luta para a diminuição da doença e da mortalidade em nosso país, que chega a 70% dos casos”, diz Alex Chaves, enfermeiro do HCPM e um dos organizadores do evento.Para participar do IV Fórum de Sepse do Hospital de Clínicas Padre Miguel, basta inscrever-se gratuitamente pelo e-mail forumdesepse@gmail.com. O encontro será realizado no dia 13 de setembro, da 8h às 12h, no auditório da Universidade Castelo Branco, na Av. de Santa Cruz, 1.613, Realengo.
Fonte: SEGS-BR