Patient Safety Movement Foundation e Global Sepsis Alliance unem forças para reduzir mortes evitáveis por sepse

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A Fundação do Movimento pela Segurança do Paciente (Patient Safety Movement Foundation) tem o prazer de anunciar seu patrocínio e participação no 1º Congresso Mundial sobre Sepse, de 8 a 9 de setembro de 2016, organizado pela Global Sepsis Alliance. Entre os palestrantes convidados estão o Secretário de Estado da Alemanha, Dr. Helge Braun, Joe Kiani, fundador da Patient Safety Movement Foundation, Dr. Marie-Paule Kieny, Diretora Geral Adjunta da OMS, Achim Steiner, ex-Subsecretário Geral das Nações Unidas e Diretor do PNUMA, e muitos outros importantes especialistas clínicos de todo o mundo. Para obter outras informações sobre o programa, acesse: www.worldsepsiscongress.org/programEsta Publicação Smart News contém multimédia. Ver aqui a publicação na íntegra: http://www.businesswire.com/news/home/20160908006676/pt/ O 1º Congresso Mundial sobre Sepse é uma introdução e prólogo ao 5º Dia Mundial da Sepse que será realizado no dia 13 de setembro – www.world-sepsis-day.org. Mais de 130 países participarão no Congresso, que conta com mais de 12.000 participantes, a maior conferência sobre sepse de todos os tempos. A sepse, normalmente chamada de “envenenamento sanguíneo”, é uma condição potencialmente fatal que surge quando a resposta do corpo à infeção resulta na disfunção ou falência de um órgão. Na fase inicial, a sepse é frequentemente confundida com outras condições e o diagnóstico tardio pode causar disfunção múltipla de órgãos, e morte. Em 13 sessões diferentes, mais de 70 palestrantes de 20 nações desenvolvidas e em desenvolvimento farão apresentações programáticas sobre uma das principais causas de morte no mundo: a sepse. Da prevenção à gestão da fase aguda, de efeitos colaterais a longo prazo à epidemiologia da sepse — serão discutidos diversos tópicos associados à sepse. Além disso, haverá uma mesa-redonda que contará com a presença de sobreviventes da sepse e suas famílias. Após cada palestra, os palestrantes responderão perguntas do público numa discussão com moderador. A participação é completamente gratuita e apenas exige uma rápida inscrição online. Para se inscrever, acesse o site https://event.webcasts.com/starthere.jsp?ei=1106962. “Nós, na Global Sepsis Alliance, nos reunimos para aumentar a conscientização do público e dos profissionais sobre a sepse – um problema comum, de escopo global, com consequências devastadoras”, disse o Dr. Konrad Reinhart, Presidente do Conselho da Global Sepsis Alliance. “Estamos agradecidos pela nossa parceria com a Patient Safety Movement Foundation e todo o excelente trabalho que eles estão fazendo para ajudar em nossos esforços na redução da sepse. Sabemos que podemos reduzir os danos da sepse, mas reconhecemos que uma importante barreira para o sucesso reside no fato de que o público não conhece a sepse adequadamente, e os profissionais não a compreendem corretamente. A sepse acomete muitas pessoas. Poucas sobrevivem, e a nossa intenção é mudar esse cenário”. “Estamos empolgados por ver o grande número de profissionais de saúde que se inscreveram para participar no Congresso. A detecção precoce da sepse é uma das nossas soluções práticas para a segurança do paciente, e constatamos que é essencial que os hospitais desenvolvam uma abordagem de equipe para implementar um protocolo para identificação e tratamento precoce da sepse”, declarou Joe Kiani, fundador da Patient Safety Movement Foundation. “Estamos impressionados com o trabalho que a Global Sepsis Alliance está fazendo, e não vemos a hora de trabalhar em parceria com eles para reduzir drasticamente, se não eliminar, o número de mortes evitáveis por sepse em todo o mundo até 2020”. Kiani complementou: “um dos motivos pelos quais iniciamos a Patient Safety Movement Foundation foi para lidar com a sepse através do compartilhamento de dados pelas empresas de tecnologia médica. Acreditamos que poderosos algoritmos de previsão poderiam ser implantados para detectar a sepse em tempo para tratamento, se houvesse um fluxo livre dos dados de monitores de pacientes e máquinas de laboratórios de sangue para prontuários médicos eletrônicos. Até o momento, mais de 60 empresas se comprometeram publicamente a compartilhar seus dados. Acreditamos que, em breve, a detecção precoce da sepse será uma realidade”. Apesar dos avanços na medicina moderna, inclusive vacinas, antibióticos e tratamento da fase aguda, a sepse permanece como causa principal de morte por infeção, e as taxas de mortalidade hospitalar estão entre 30 e 60%. No mundo em desenvolvimento, a sepse responde por 60-80% de mortes por ano, afetando mais de 6 milhões de recém-nascidos e crianças anualmente, e mais de 100.000 mulheres que contraem sepse durante a gravidez e o parto. Em todos os países que possuem dados sobre internações por sepse, o número de casos tem aumentado gradualmente. O Centro de Controle de Doenças (Center for Disease Control) dos EUA estima que o número de vezes que pessoas estiveram no hospital com sepse aumentou de 621.000 em 2000 para 1.141.000 em 2008. O Ministro Nacional de Saúde da Alemanha, Hermann Gröhe, convocou seus colegas políticos ao redor do mundo a se unirem ao apelo da Assembleia Mundial da Saúde (World Health Assembly, WHA), declarando publicamente: “Prevenção, diagnóstico precoce e tratamento da sepse não apenas salvarão milhões de vidas ao redor do mundo, mas também colaborarão para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, especificamente com relação à redução das taxas de mortalidade materna e neonatal, bem como o fortalecimento dos sistemas de saúde pública”. Por seu lado, a Global Sepsis Alliance está convocando todos os países para que estabeleçam um plano de ação nacional e cumpram diversas metas até 2020, inclusive a redução da incidência de sepse em 20%, através da promoção de práticas de boa higiene geral e lavagem das mãos, cuidados obstetrícios limpos, melhoria das condições sanitárias, nutrição e distribuição de água potável, e por meio de programas de vacinação para populações de pacientes em risco em áreas com escassez de recursos. Sobre a Patient Safety Movement Foundation (Fundação do Movimento pela Segurança do Paciente)Mais de três milhões de pessoas em todo o mundo, e 200 mil nos EUA, morrem todos os anos em hospitais de condições que poderiam ser evitadas. A Fundação do Movimento pela Segurança do Paciente foi estabelecida a partir do apoio da Masimo Foundation pela Ética, Inovação e Competição em Cuidados de Saúde, com o objetivo de erradicar o número de mortes evitáveis até 2020 (0X2020) nos EUA e reduzi-las drasticamente no mundo todo. Aprimorar a segurança do paciente exigirá um esforço de colaboração de todas as partes interessadas, o que inclui pacientes, prestadores de cuidados de saúde, empresas de tecnologia médica, governos, empregadores e pagadores privados. A Fundação do Movimento pela Segurança do Paciente atua com todas as partes interessadas para abordar os problemas e as soluções no campo da segurança do paciente. A fundação também realiza a Cúpula mundial anual pela segurança do paciente, ciência e tecnologia. A cúpula apresenta soluções específicas e práticas para lidar com os desafios da segurança do paciente, incentivar empresas de tecnologia médica a compartilhar os dados com quem adquire seus produtos e pedir que os hospitais estabeleçam compromissos para implementar soluções práticas para a segurança do paciente. Acesse www.patientsafetymovement.org. Sobre a Global Sepsis AllianceA sepse é um dos riscos de saúde mais subestimados. Afeta mais de 30 milhões de pessoas em todo o mundo anualmente, com um resultado fatal para 6 a 8 milhões delas. Os sobreviventes frequentemente sofrem por anos devido a complicações posteriores. Isto é ainda mais preocupante considerando que a incidência da sepse poderia ser reduzida consideravelmente através da implementação de algumas medidas simples de prevenção, como vacinação e melhor adoção dos padrões de higiene, detecção precoce e tratamento aprimorado. O principal perigo da sepse resulta de uma falta de conhecimento sobre ela. Os membros fundadores da Global Sepsis Alliance (GSA) reconheceram a necessidade de aumentar a conscientização e o entendimento da sepse perante o público, governo e entidades humanitárias, e de acelerar a colaboração entre os investigadores, profissionais de saúde, grupos de trabalho associados e as pessoas que os apoiam. Por este motivo, a Global Sepsis Alliance (Aliança Global da Sepse) foi estabelecida em 2010. Com organizações patrocinadoras do mundo todo, estamos reunidos para alcançar um objetivo comum: Evitar a sepse – salvar vidas!
Fonte:  Comunique-se-BR

13 de setembro: Dia Mundial da Sepse

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No Brasil, a sepse é responsável pela ocupação de 25% dos leitos das UTIs, segundo estudo realizado em 2014. Os números relativos à prevalência apontam para 28,1% dos indivíduos internados, sendo que o índice de mortalidade chega a 54,5% dos pacientes.O dia 13 de setembro foi escolhido como uma data de conscientização e educação sobre a enfermidade. A AMIB reforçou a discussão sobre o tema ao promover a divulgação dos dados do estudo Sepse 3.0, uma pesquisa realizada por especialistas dos Estados Unidos e Europa, que promoveu uma atualização para a definição destas ocorrências médicas.O estudo teve como objetivo promover o consenso sobre as definições de sepse e choque séptico e foi coordenado pelo dr. Mervyn Singer, professor de Medicina Intensiva na University College de Londres.“A sepse tem significados diferentes para médicos diferentes. Os dados americanos não condizem com os brasileiros, que por sua vez não coincidem com os ingleses. Isso se deve à forma como descrevemos nossos pacientes. Quando falamos de choque ou disfunção de órgãos, nem sempre queremos dizer a mesma coisa”, explica Singer.Para mudar essa realidade, o grupo avaliou quais critérios clínicos identificam pessoas já infectadas ou com maior probabilidade de ter sepse. De acordo com a nova abordagem, a enfermidade deve ser definida como uma disfunção de órgãos com risco de vida, provocada por uma infecção.O choque séptico, por sua vez, é definido como o subconjunto de casos de sepse, com maior risco de mortalidade, o que está relacionado a profundas alterações circulatórias, celulares e metabólicas.Campanha de prevenção da infecção nas UTIsA ação sobre o Dia Mundial da Sepse é parte da campanha permanente sobre prevenção das infecções em UTIs promovida pela AMIB.Em 2016, a entidade escolheu o tema “Prevenção da Infecção na UTI: Prevenção da Infecção de Corrente Sanguínea Associada a Cateter Venoso Central”, como tema da campanha, que conta com parceria da Anvisa. O principal objetivo é conscientizar profissionais de saúde e a população em geral sobre o problema.
Fonte: Amib-BR

Hospital da zona oeste promove evento gratuito sobre sepse

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A doença é uma das maiores causas de morte no paísUma data a favor do combate. É assim que o Dia Mundial da Sepse, que ocorre em todo dia 13 de setembro, é lembrado, com o objetivo de alertar a população leiga e informar profissionais de saúde sobre a doença, conhecida popularmente como infecção generalizada, que causa cerca de 200 mil mortes por ano no país. Para afirmar a importância do Dia Mundial da Sepse, o Hospital de Clínicas Padre Miguel (HCPM) vai realizar seu IV Fórum de Sepse, no dia 13 deste mês, no auditório da Universidade Castelo Branco, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, das 8h às 12h. O evento, que é gratuito e aberto ao público, contará com um ciclo de quatro palestras educativas.Entre o conteúdo programado estão os temas Diretrizes Internacionais para Tratamento da Sepse Grave e Choque Séptico; Sepse na Emergência, uma Corrida contra o Tempo; Estratégias de Time de Resposta Rápida na Sepse; Sepse: Monitorização Ventilatória; e Temática de Uso Seguro de Antimicrobianos na Prática Clínica, que serão apresentados por palestrantes convidados de outras unidades hospitalares do Rio.Considerada um problema de saúde pública no mundo, a sepse afeta cerca de 400 mil pessoas por ano no Brasil, que leva a mais de 200 mil óbitos, segundo a Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB). “A sepse é uma das doenças mais comuns, porém, não é tão conhecida e é a principal causa de morte em unidades de terapia intensiva (UTI), provocando mais mortes em internações hospitalares tardias do que o infarto e o câncer, pois pode evoluir de forma rápida para sua forma ainda mais grave, o choque séptico”. – explica o médico Carlos Rocha, coordenador da UTI do HCPM e responsável pelo Instituto Latino-americano de Sepse (ILAS) na unidade.“Precisamos esclarecer e conscientizar a população para o tema, assim como os profissionais de saúde, que são fundamentais na luta para a diminuição da doença e da mortalidade em nosso país, que chega a 70% dos casos”, diz Alex Chaves, enfermeiro do HCPM e um dos organizadores do evento.Para participar do IV Fórum de Sepse do Hospital de Clínicas Padre Miguel, basta inscrever-se gratuitamente pelo e-mail forumdesepse@gmail.com. O encontro será realizado no dia 13 de setembro, da 8h às 12h, no auditório da Universidade Castelo Branco, na Av. de Santa Cruz, 1.613, Realengo
Fonte: SEGS-BR

Você sabe o que é Sepse? Ações de conscientização acontecem no dia 13 de setembro em 14 cidades

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Você sabe o que é Sepse? Ações de conscientização acontecem no dia 13 de setembro em 14 cidadesBrasil registra 670 mil casos por ano, mais de 50% vão a óbito.São Paulo — Dia 13 de setembro é o Dia Mundial da Sepse. Para lembrar o cenário sobre a síndrome que mata 1 pessoa a cada segundo no mundo, instituições de saúde de todos os continentes promovem ações de conscientização junto à população e aos profissionais de saúde.No Brasil, o Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS), há cinco anos, desenvolve atividades de conscientização sobre a sepse, conhecida antigamente como septicemia ou infecção generalizada. Esse ano as ações acontecerão em espaços públicos em 14 cidades no dia 13 de setembro. Apenas São Paulo terá ações dia 11 e 13.Na ocasião será distribuída uma história em quadrinho criada pelo ILAS, que retrata de forma simples a questão da importância do rápido diagnóstico, permitindo o entendimento por leigos. Nesse dia, também, profissionais de saúde estarão à disposição da população para responder às dúvidas.Além das ações voltadas à população, o ILAS enviará a mais de 1.700 instituições de saúde material específico aos profissionais de emergência, pronto-socorro e UTI. Sobre a Sepse -— A sepse hoje é responsável por mais óbitos do que o câncer ou o infarto agudo do miocárdio. Estima-se cerca de 15 a 17 milhões de casos registrados por ano no mundo, sendo 670 mil só no Brasil. Ao contrário do que se pensa, sepse não é um problema apenas de pacientes já internados em hospitais, pois a maioria dos casos é de pacientes atendidos nos serviços de urgência e emergência. O aumento da incidência e a progressiva gravidade desses pacientes fazem com que os custos de tratamento também sejam elevados.O Instituto Latino Americano de Sepse, ILAS, avaliou em sua base de dados a mortalidade por sepse de pacientes provenientes do prontos-socorros. Os dados revelaram que 53,17% de pacientes com sepse, atendidos inicialmente em prontos-socorros (PS) de hospitais públicos, vão a óbito, enquanto em hospitais particulares esse número é de 25,8%. Possíveis explicações para essa diferença importante incluem dificuldade no reconhecimento precoce e um número inadequado de profissionais nos PS de hospitais públicos. “O reconhecimento precoce é a chave para o tratamento adequado. Todas as instituições devem treinar suas equipes, principalmente de enfermagem, para reconhecer os primeiros sinais de gravidade e dar atendimento preferencial a esses pacientes nos serviços de urgência”, explica o médico intensivista Dr. Luciano Azevedo, presidente do ILAS.O médico alerta ainda que o tratamento adequado nas primeiras seis horas tem clara implicação no prognóstico e na sobrevida dos pacientes. “Medidas simples, como coleta de exames, culturas, antibióticos na primeira hora e hidratação podem salvar vidas”.O grupo de maior risco para o desenvolvimento da sepse é formado por crianças prematuras e abaixo de um ano e idosos acima de 65 anos; portadores de câncer; pacientes com AIDS ou que fazem uso de quimioterapia ou outros medicamentos que afetam as defesas do organismo contra infecções; pacientes com doenças crônicas como insuficiência cardíaca, insuficiência renal e diabetes; usuários de álcool e drogas; e pacientes hospitalizados que utilizam antibióticos, tubos para medicação (cateteres) e tubos para coleta de urina (sondas).Mas atenção: qualquer pessoa pode ter sepse. “Embora não existam sintomas específicos, todas as pessoas que estão com infecção e apresentam febre, aceleração do coração, respiração mais rápida, fraqueza intensa e, pelo menos, um dos sinais de alerta, como pressão arterial baixa, diminuição da quantidade de urina, falta de ar, sonolência excessiva ou ficam confusos (principalmente idosos) devem procurar imediatamente um serviço de emergência ou o seu médico”, esclarece Dr. Luciano Azevedo.O desconhecimento da população em relação aos primeiros sintomas e, consequentemente o atraso na procura de auxilio, também é um dos entraves a serem vencidos. Uma pesquisa do ILAS em 134 municípios brasileiros mostrou que 93% dos entrevistados nunca tinham ouvido falar sobre a sepse. De forma oposta, 98% tinham conhecimento prévio sobre infarto do coração. | www.diamundialdasepse.com.br
Fonte: Portal Fator Brasil-BR

Semana de Sobrevivência à Sepse orienta profissionais da saúde

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A cada segundo alguém morre de sepse no mundo. A afirmação é do Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS). Para discutir o tema e orientar ainda mais os profissionais da saúde, o Hospital Regional de Presidente Prudente “Doutor Domingos Leonardo Cerávolo”, por iniciativa da Residência Multiprofissional em Terapia Intensiva, com o apoio da Universidade do Oeste Paulista (Unoeste) realiza de 12 a 16 de setembro a Semana de Sobrevivência à Sepse.De acordo com a enfermeira residente multiprofissional em terapia intensiva, Renata Videira Andrade dos Santos, a sepse é um conjunto de manifestações que acomete todo o organismo, decorrente de uma infecção em algum órgão. “Essa infecção gera uma resposta inflamatória grave, que pode levar às disfunções de múltiplos órgãos e até a morte”, apontou.Dia 13 de setembro é o Dia Mundial da Sepse. Por isso, as atividades da semana realizada no HR, tem por objetivo refletir sobre a importância do assunto, com palestras e orientações. “Vamos discutir com os profissionais a importância da prevenção e diagnóstico precoce da sepse. Ações simples podem ajudar e muito, como higienização das mãos. Outro fator importante é iniciar o antibiótico o mais rápido possível”, explicou.A programação no HR inicia dia 12/09 às 19h30 com a palestra de abertura, ministrada pelo médico intensivista, Leonardo Fantinato Menegon. No dia 13/09, haverá uma mesa redonda com enfermeiros, fisioterapeuta, médico, farmacêutico e nutricionista. Já nos dias 15 e 16/09, os residentes irão in loco nas unidades de internação para orientar os profissionais.Os interessados em participar da semana devem se inscrever na Gerencia de Enfermagem do HR das 7h30 às 11h30 e das 14h às 16h30. Informações pelo telefone (18) 3229-1542.

Fonte: Hospital Regional de Presidente Prudente-BR

São Luís terá ação de conscientização sobre a sepse no Terminal Rodoviário

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13 de setembro é o Dia Mundial da Sepse. Para lembrar o cenário sobre a síndrome que mata 1 pessoa a cada segundo no mundo, instituições de saúde de todos os continentes promovem ações de conscientização junto à população e aos profissionais de saúde.No Brasil, o Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS), há cinco anos, desenvolve atividades de conscientização sobre a sepse, conhecida antigamente como septicemia ou infecção generalizada. Esse ano as ações acontecerão em 14 capitais, entre elas São Luís.No dia 13 de setembro, profissionais de saúde atenderão às dúvidas da população sobre a SEPSE, no Terminal Rodoviário de São Luís (Av. dos Franceses, 300), das 8 às 15 horas.Na ocasião será distribuída uma história em quadrinho (CLIQUE AQUI), criada pelo ILAS, que retrata de forma simples a questão da importância do rápido diagnóstico, permitindo o entendimento por leigos. Nesse dia, também, profissionais de saúde estarão à disposição da população para responder às dúvidas.Além das ações voltadas à população, o ILAS enviará a mais de 1.700 instituições de saúde material específico aos profissionais de emergência, pronto-socorro e UTI.Sobre a Sepse – A sepse hoje é responsável por mais óbitos do que o câncer ou o infarto agudo do miocárdio. Estima-se cerca de 15 a 17 milhões de casos registrados por ano no mundo, sendo 670 mil só no Brasil. Ao contrário do que se pensa, sepse não é um problema apenas de pacientes já internados em hospitais, pois a maioria dos casos é de pacientes atendidos nos serviços de urgência e emergência. O aumento da incidência e a progressiva gravidade desses pacientes fazem com que os custos de tratamento também sejam elevados.O Instituto Latino Americano de Sepse, ILAS, avaliou em sua base de dados a mortalidade por sepse de pacientes provenientes do prontos-socorros. Os dados revelaram que 53,17% de pacientes com sepse, atendidos inicialmente em prontos-socorros (PS) de hospitais públicos, vão a óbito, enquanto em hospitais particulares esse número é de 25,8%. Possíveis explicações para essa diferença importante incluem dificuldade no reconhecimento precoce e um número inadequado de profissionais nos PS de hospitais públicos.Vêm aí 13 mil vagas no serviço público federal!Grupos políticos se perpetuam no interior do estadoDataprev abre concurso para Brasília e seis estadosUm morto e outro ferido durante assaltoAdministradora de hospitais abre concurso para 2.395 vagasConfira opções de lazer para se divertir no feriadoVêm ai 13.324 vagas em concursos. Prepare-se! 5 atrações para você comemorar os 404 anos de São LuísConcursos no Maranhão oferecem salários de até R$ 8 milFeriados alteram o funcionamento do comércio em São LuísEntrega de documentos para o seletivo começa hojeAdministradora abre concurso para 2.395 vagasVêm aí 13 mil vagas no serviço público federal!Grupos políticos se perpetuam no interior do estadoDataprev abre concurso para Brasília e seis estadosUm morto e outro ferido durante assaltoAdministradora de hospitais abre concurso para 2.395 vagasConfira opções de lazer para se divertir no feriado“O reconhecimento precoce é a chave para o tratamento adequado. Todas as instituições devem treinar suas equipes, principalmente de enfermagem, para reconhecer os primeiros sinais de gravidade e dar atendimento preferencial a esses pacientes nos serviços de urgência”, explica o médico intensivista Dr. Luciano Azevedo, presidente do ILAS.O médico alerta ainda que o tratamento adequado nas primeiras seis horas tem clara implicação no prognóstico e na sobrevida dos pacientes. “Medidas simples, como coleta de exames, culturas, antibióticos na primeira hora e hidratação podem salvar vidas”.O grupo de maior risco para o desenvolvimento da sepse é formado por crianças prematuras e abaixo de um ano e idosos acima de 65 anos; portadores de câncer; pacientes com AIDS ou que fazem uso de quimioterapia ou outros medicamentos que afetam as defesas do organismo contra infecções; pacientes com doenças crônicas como insuficiência cardíaca, insuficiência renal e diabetes; usuários de álcool e drogas; e pacientes hospitalizados que utilizam antibióticos, tubos para medicação (cateteres) e tubos para coleta de urina (sondas).Mas atenção: qualquer pessoa pode ter sepse. “Embora não existam sintomas específicos, todas as pessoas que estão com infecção e apresentam febre, aceleração do coração, respiração mais rápida, fraqueza intensa e, pelo menos, um dos sinais de alerta, como pressão arterial baixa, diminuição da quantidade de urina, falta de ar, sonolência excessiva ou ficam confusos (principalmente idosos) devem procurar imediatamente um serviço de emergência ou o seu médico”, esclarece Dr. Luciano Azevedo.O desconhecimento da população em relação aos primeiros sintomas e, consequentemente o atraso na procura de auxilio, também é um dos entraves a serem vencidos. Uma pesquisa do ILAS em 134 municípios brasileiros mostrou que 93% dos entrevistados nunca tinham ouvido falar sobre a sepse. De forma oposta, 98% tinham conhecimento prévio sobre infarto do coração.
Fonte: O Imparcial-MA

São Paulo terá ação de conscientização sobre a sepse

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Entre os dias 11 e 13 de setembro será realizada uma série de atividades para conscientizar sobre sepse. Profissionais de saúde atenderão a população e haverá distribuição de cartilhas a respeito da infecção generalizada, como é mais conhecida.No Brasil, o Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS), há cinco anos, desenvolve atividades de conscientização sobre a sepse. Esse ano as ações acontecerão em 14 cidades e São Paulo terá ações na Rodoviária do Tietê e em três estações de metrô: Sé, Paraíso e Clínicas.Rádio Mundial
Fonte: Rádio Mundial-BR

São Paulo terá ação de conscientização sobre a sepse nos dias 11 e 13 de setembro

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Notícias São Paulo terá ação de conscientização sobre a sepse nos dias 11 e 13 de setembro Ações acontecem na rodoviária do Tietê e em três estações do metrô. Brasil registra 670 mil casos por ano, e mais de 50% vão a óbito. 29/08/2016 0 13 de setembro é o Dia Mundial da Sepse. Para lembrar o cenário sobre a síndrome que mata uma pessoa a cada segundo no mundo, instituições de saúde de todos os continentes promovem ações de conscientização junto à população e aos profissionais de saúde.No Brasil, o Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS) há cinco anos desenvolve atividades de conscientização sobre a sepse, conhecida antigamente como septicemia ou infecção generalizada. Esse ano as ações acontecerão em 14 cidades, entre elas São Paulo (SP).Nos dias 11 e 13 de setembro, profissionais de saúde atenderão às dúvidas da população sobre a Sepse e distribuirão uma história em quadrinho (veja aqui), criada pelo ILAS, que retrata de forma simples a questão da importância do rápido diagnóstico, permitindo o entendimento por leigos. Nesse dia, também, profissionais de saúde estarão à disposição da população para responder às dúvidas.No dia 11 a ação será na rodoviária do Tietê. No dia 13 será ainda maior: rodoviária do Tietê e estações do metrô (Sé, Paraíso e Clínicas), das 8h às 15h.Além das ações voltadas à população, o ILAS enviará a mais de 1.700 instituições de saúde material específico aos profissionais de emergência, pronto-socorro e UTI.Sepse – A sepse é hoje responsável por mais óbitos do que o câncer ou o infarto agudo do miocárdio. Estima-se cerca de 15 a 17 milhões de casos registrados por ano no mundo, sendo 670 mil só no Brasil. Ao contrário do que se pensa, sepse não é um problema apenas de pacientes já internados em hospitais, pois a maioria dos casos é de pacientes atendidos nos serviços de urgência e emergência. O aumento da incidência e a progressiva gravidade desses pacientes fazem com que os custos de tratamento também sejam elevados.O ILAS avaliou em sua base de dados a mortalidade por sepse de pacientes provenientes do prontos-socorros. Os dados revelaram que 53,17% de pacientes com sepse, atendidos inicialmente em prontos-socorros (PS) de hospitais públicos, vão a óbito, enquanto em hospitais particulares esse número é de 25,8%. Possíveis explicações para essa diferença importante incluem dificuldade no reconhecimento precoce e um número inadequado de profissionais nos PS de hospitais públicos.“O reconhecimento precoce é a chave para o tratamento adequado. Todas as instituições devem treinar suas equipes, principalmente de enfermagem, para reconhecer os primeiros sinais de gravidade e dar atendimento preferencial a esses pacientes nos serviços de urgência”, explica o médico intensivista Dr. Luciano Azevedo, presidente do ILAS.O médico alerta ainda que o tratamento adequado nas primeiras seis horas tem clara implicação no prognóstico e na sobrevida dos pacientes. “Medidas simples, como coleta de exames, culturas, antibióticos na primeira hora e hidratação podem salvar vidas”.O grupo de maior risco para o desenvolvimento da sepse é formado por crianças prematuras e abaixo de um ano e idosos acima de 65 anos; portadores de câncer; pacientes com AIDS ou que fazem uso de quimioterapia ou outros medicamentos que afetam as defesas do organismo contra infecções; pacientes com doenças crônicas como insuficiência cardíaca, insuficiência renal e diabetes; usuários de álcool e drogas; e pacientes hospitalizados que utilizam antibióticos, tubos para medicação (cateteres) e tubos para coleta de urina (sondas).Mas, atenção: qualquer pessoa pode ter sepse. “Embora não existam sintomas específicos, todas as pessoas que estão com infecção e apresentam febre, aceleração do coração, respiração mais rápida, fraqueza intensa e, pelo menos, um dos sinais de alerta, como pressão arterial baixa, diminuição da quantidade de urina, falta de ar, sonolência excessiva ou ficam confusos (principalmente idosos) devem procurar imediatamente um serviço de emergência ou o seu médico”, esclarece Dr. Luciano Azevedo.O desconhecimento da população em relação aos primeiros sintomas e, consequentemente o atraso na procura de auxilio, também é um dos entraves a serem vencidos. Uma pesquisa do ILAS em 134 municípios brasileiros mostrou que 93% dos entrevistados nunca tinham ouvido falar sobre a sepse. De forma oposta, 98% tinham conhecimento prévio sobre infarto do coração
Fonte: Revista Hospitais Brasil-BR

Catorze cidades terão ação de conscientização sobre a sepse, que atinge 670 mil brasileiros por ano

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Em 13 de setembro – Dia Mundial da Sepse -, o Instituto Latino-Americano de Sepse (Ilas) mobilizará catorze cidades brasileiras (São Paulo, Belo Horizonte, Blumenau, Brasília, Goiânia, Maceió, Manaus, Palmas, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís, Vitória e Teresina), para ação de conscientização sobre a sepse junto à população, em locais de grande circulação, como rodoviárias e terminais de ônibus e metrô. Na ocasião, será distribuída uma história em quadrinhos, criada pelo Ilas, que retrata de forma simples a questão da importância do rápido diagnóstico, permitindo o entendimento por leigos. Nesse dia, também, profissionais de saúde estarão à disposição da população para responder às dúvidas. Além disso, o Ilas distribuirá essa história em quadrinho aos pacientes e aos familiares e um material específico para os profissionais de saúde do pronto-socorro e das unidades de terapia intensiva (UTI), em 1.700 instituições brasileiras. A sepse hoje é responsável por mais óbitos do que o câncer ou o infarto agudo do miocárdio. Estima-se cerca de 15 a 17 milhões de casos registrados por ano no mundo, sendo 670 mil só no Brasil. Ao contrário do que se pensa, sepse – conhecida antigamente como septicemia ou infecção generalizada – não é um problema apenas de pacientes já internados em hospitais, pois a maioria dos casos é de pacientes atendidos nos serviços de urgência e emergência. O Instituto Latino-Americano de Sepse avaliou em sua base de dados a mortalidade por sepse de pacientes provenientes de prontos-socorros. Os dados revelaram que 53,17% de pacientes com sepse, atendidos inicialmente em prontos-socorros (PS) de hospitais públicos, vão a óbito, enquanto em hospitais particulares esse número é de 25,8%. Possíveis explicações para essa diferença importante incluem dificuldade no reconhecimento precoce e um número inadequado de profissionais nos PSs de hospitais públicos. “O reconhecimento precoce é a chave para o tratamento adequado. Todas as instituições devem treinar suas equipes, principalmente de enfermagem, para reconhecer os primeiros sinais de gravidade e dar atendimento preferencial a esses pacientes nos serviços de urgência”, explica o médico intensivista Luciano Azevedo, presidente do Ilas. O médico alerta ainda que o tratamento adequado nas primeiras seis horas tem clara implicação no prognóstico e na sobrevida dos pacientes. “Medidas simples, como coleta de exames, culturas, antibióticos na primeira hora e hidratação podem salvar vidas”. O grupo de maior risco para o desenvolvimento da sepse é formado por crianças prematuras e abaixo de um ano, e idosos acima de 65 anos; portadores de câncer; pacientes com aids ou que fazem uso de quimioterapia ou outros medicamentos que afetam as defesas do organismo contra infecções; pacientes com doenças crônicas, como insuficiência cardíaca, insuficiência renal e diabetes; usuários de álcool e drogas; e pacientes hospitalizados que utilizam antibióticos, tubos para medicação (cateteres) e tubos para coleta de urina (sondas). Mas atenção: qualquer pessoa pode ter sepse. “Embora não existam sintomas específicos, todas as pessoas que estão com infecção e apresentam febre, aceleração do coração, respiração mais rápida, fraqueza intensa e, pelo menos, um dos sinais de alerta, como pressão arterial baixa, diminuição da quantidade de urina, falta de ar, sonolência excessiva ou ficam confusos (principalmente idosos) devem procurar imediatamente um serviço de emergência ou o seu médico”, esclarece o doutor Luciano Azevedo. O desconhecimento da população em relação aos primeiros sintomas e, consequentemente o atraso na procura de auxílio, também é um dos entraves a serem vencidos. Uma pesquisa do Ilas em 134 municípios brasileiros mostrou que 93% dos entrevistados nunca tinham ouvido falar sobre a sepse. De forma oposta, 98% tinham conhecimento prévio sobre infarto.
Fonte: Folhablu-BR

Palmas terá ação de conscientização sobre a sepse no dia 13 de setembro na Rodoviária

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Brasil registra 670 mil casos por ano. Mais de 50% vão a óbitoPublicada em 26/08/2016 São Paulo, 25 de agosto de 2016 – 13 de setembro é o DIA MUNDIAL DA SEPSE. Para lembrar o cenário sobre a síndrome que mata 1 pessoa a cada segundo no mundo, instituições de saúde de todos os continentes promovem ações de conscientização junto à população e aos profissionais de saúde.No Brasil, o Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS), há cinco anos, desenvolve atividades de conscientização sobre a sepse, conhecida antigamente como septicemia ou infecção generalizada. Esse ano as ações acontecerão em 14 capitais, entre elas Palmas.No dia 13 de setembro, profissionais de saúde atenderão às dúvidas da população sobre a SEPSE, na Rodoviária de Palmas (Av. Hélio, 125), das 8 às 15 horas.Na ocasião será distribuída uma história em quadrinho (CLIQUE AQUI), criada pelo ILAS, que retrata de forma simples a questão da importância do rápido diagnóstico, permitindo o entendimento por leigos. Nesse dia, também, profissionais de saúde estarão à disposição da população para responder às dúvidas.Além das ações voltadas à população, o ILAS enviará a mais de 1.700 instituições de saúde material específico aos profissionais de emergência, pronto-socorro e UTI.Sobre a Sepse – A sepse hoje é responsável por mais óbitos do que o câncer ou o infarto agudo do miocárdio. Estima-se cerca de 15 a 17 milhões de casos registrados por ano no mundo, sendo 670 mil só no Brasil. Ao contrário do que se pensa, sepse não é um problema apenas de pacientes já internados em hospitais, pois a maioria dos casos é de pacientes atendidos nos serviços de urgência e emergência. O aumento da incidência e a progressiva gravidade desses pacientes fazem com que os custos de tratamento também sejam elevados.O Instituto Latino Americano de Sepse, ILAS, avaliou em sua base de dados a mortalidade por sepse de pacientes provenientes do prontos-socorros. Os dados revelaram que 53,17% de pacientes com sepse, atendidos inicialmente em prontos-socorros (PS) de hospitais públicos, vão a óbito, enquanto em hospitais particulares esse número é de 25,8%. Possíveis explicações para essa diferença importante incluem dificuldade no reconhecimento precoce e um número inadequado de profissionais nos PS de hospitais públicos. “O reconhecimento precoce é a chave para o tratamento adequado. Todas as instituições devem treinar suas equipes, principalmente de enfermagem, para reconhecer os primeiros sinais de gravidade e dar atendimento preferencial a esses pacientes nos serviços de urgência”, explica o médico intensivista Dr. Luciano Azevedo, presidente do ILAS.O médico alerta ainda que o tratamento adequado nas primeiras seis horas tem clara implicação no prognóstico e na sobrevida dos pacientes. “Medidas simples, como coleta de exames, culturas, antibióticos na primeira hora e hidratação podem salvar vidas”.O grupo de maior risco para o desenvolvimento da sepse é formado por crianças prematuras e abaixo de um ano e idosos acima de 65 anos; portadores de câncer; pacientes com AIDS ou que fazem uso de quimioterapia ou outros medicamentos que afetam as defesas do organismo contra infecções; pacientes com doenças crônicas como insuficiência cardíaca, insuficiência renal e diabetes; usuários de álcool e drogas; e pacientes hospitalizados que utilizam antibióticos, tubos para medicação (cateteres) e tubos para coleta de urina (sondas).Mas atenção: qualquer pessoa pode ter sepse. “Embora não existam sintomas específicos, todas as pessoas que estão com infecção e apresentam febre, aceleração do coração, respiração mais rápida, fraqueza intensa e, pelo menos, um dos sinais de alerta, como pressão arterial baixa, diminuição da quantidade de urina, falta de ar, sonolência excessiva ou ficam confusos (principalmente idosos) devem procurar imediatamente um serviço de emergência ou o seu médico”, esclarece Dr. Luciano Azevedo.O desconhecimento da população em relação aos primeiros sintomas e, consequentemente o atraso na procura de auxilio, também é um dos entraves a serem vencidos. Uma pesquisa do ILAS em 134 municípios brasileiros mostrou que 93% dos entrevistados nunca tinham ouvido falar sobre a sepse. De forma oposta, 98% tinham conhecimento prévio sobre infarto do coração.
Fonte: O Girassol-BR