13 de setembro: Dia Mundial da Sepse

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Entenda a meningoccemia, seus sintomas e formas de prevençãoA doença meningocócica é súbita e potencialmente fatal, da qual, em média, uma pessoa pode morrer a cada oito minutos no mundo. Tipicamente, ela se manifesta como meningite bacteriana – uma infecção das membranas que recobrem o cérebro e a medula espinhal; ou sepse – uma infecção da corrente sanguínea, também chamada de meningoccemia.Atualmente a sepse é a principal causa de morte nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e uma das principais causas de mortalidade hospitalar tardia, superando o infarto do miocárdio e o câncer. Tem alta mortalidade no país, chegando a 65% dos casos, enquanto a média mundial está em torno de 30-40%. Segundo um levantamento feito pelo estudo mundial conhecido como Progress, a mortalidade da sepse no Brasil é maior que a de países como Índia e a Argentina.A meningite e a septicemia (sepse) são doenças graves e podem afetar qualquer pessoa de qualquer idade, mas bebês, crianças e jovens estão em maior risco. A meningite e a septicemia não são comuns, mas podem matar em horas. Por isso, uma forma muito importante de prevenção é a vacinação. Pode-se contrair meningite e septicemia ao mesmo tempo.A sepse é um conjunto de manifestações graves em todo o organismo produzidas por uma infecção. A sepse era conhecida antigamente como septicemia ou infecção no sangue. Hoje é mais conhecida como infecção generalizada.Na verdade, não é a infecção que está em todos os locais do organismo. Por vezes, a infecção pode estar localizada em apenas um órgão, como por exemplo, o pulmão, mas provoca em todo o organismo uma resposta inflamatória numa tentativa de combater o agente da infecção. Essa inflamação pode vir a comprometer o funcionamento de vários órgãos do paciente.3Por isso, o paciente pode não suportar e vir a falecer. Esse quadro é conhecido como disfunção ou falência de múltiplos órgãos. É responsável por 25% da ocupação de leitos em UTIs no Brasil.A doença é a principal geradora de custos nos setores público e privado. Isto é devido à necessidade de utilizar equipamentos sofisticados, medicamentos caros e exigir muita dedicação da equipe médica. De acordo com o software ILAS online, em 2015 aconteceram 7.733 casos de pacientes com sepse grave e choque séptico no Brasil. Em 2005 o número de casos registrados foi de 171.De acordo com o grau de evolução, a síndrome pode ser classificada em três diferentes níveis:1) Sepse – a resposta inflamatória provocada pela infecção está associada a pelo menos mais dois sinais. Por exemplo, febre, calafrios, falta de ar etc.;2) Sepse grave – quando há comprometimento funcional de um ou mais órgãos;3) Choque séptico – queda drástica de pressão arterial que não responde à administração de líquidos por via intravenosa.SintomasOs sintomas variam de acordo com o grau de evolução do quadro clínico. Os mais comuns são: febre alta ou hipotermia, calafrios, diminuição na eliminação de urina, respiração acelerada dificuldade para respirar, ritmo cardíaco acelerado e alteração no nível de consciência.Outros sinais possíveis da síndrome são o aumento na contagem dos leucócitos e a queda no número de plaquetas.DiagnósticoO diagnóstico da sepse depende de avaliação clínica e laboratorial criteriosa para identificar e tratar a doença subjacente que deu origem ao processo infeccioso.Com esse objetivo, são realizados exames de sangue, como a hemocultura, exames de urina e, se necessário, a cultura das secreções respiratórias. Exames de imagem, como radiografia, ultrassonografia, tomografia e ressonância magnética, podem ser úteis para esclarecer o diagnóstico.RecomendaçõesO risco de contrair infecções será menor se forem respeitados os seguintes princípios básicos:* lavar as mãos com frequência com água e sabão;* manter o esquema de vacinação atualizado.VacinasAtualmente existem quatro vacinas disponíveis para imunização ativa contra os cinco principais sorogrupos causadores da doença meningocócica no Brasil, são elas:– Vacina Adsorvida Meningocócica C (Conjugada), a única disponível gratuitamente no Programa Nacional de Imunização (PNI), na rede pública.– Vacina Meningocócica ACWY (Conjugada). Esta vacina ACWY é conjugada à proteína carreadora CRM197.– Vacina Meningocócica ACWY (Conjugada). Esta vacina ACWY é conjugada ao toxóide tetânico.– Vacina Adsorvida Meningocócica B (Recombinante).
Fonte: GSK
Site: Ederepente50-BR

Sepse: doença silenciosa e responsável por mais óbitos que o infarto e o câncer

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A Sepse é considerada uma doença grave que atinge o organismo e, de forma geral, é uma resposta inflamatória desregulada a uma infecção, por anormalidades fisiológicas, biológicas e bioquímicas. Na tentativa de atacar o agente causador da infecção, em função desta situação, o corpo acaba comprometendo o funcionamento de diversos órgãos. Como parcela considerável da população desconhece a doença, os sintomas iniciais, muitas vezes, são negligenciados pelas pessoas, que acreditam ser uma virose ou apenas um mal-estar passageiro.Pesquisa do Instituto Latino-Americano de Sepse (ILAS), em parceria com o Instituto Datafolha em 134 municípios brasileiros, revela que 93% dos entrevistados nunca ouviram falar sobre a sepse, que é responsável por mais óbitos que o infarto e o câncer. No Brasil, estima-se que acontecem cerca de 670 mil casos da doença por ano.A médica Glaucia Varkulja, infectologista do Hospital Santa Catarina (SP), explica que, embora a doença possa acometer qualquer pessoa, alguns perfis de pacientes são mais suscetíveis a ter a sepse. São eles:Pacientes com menos de um mês de vida e idososAqueles que possuem o sistema de defesa do organismo enfraquecido, como pacientes imunocomprometidos, seja por doenças (diabetes, câncer etc.) ou por medicamentoPessoas com ferimentos graves, como grandes traumas, queimaduras e ferimentos penetrantesAqueles que sofrem com doenças crônicas debilitantesPacientes com hospitalização prévia ou que passaram por alguma cirurgia recentementePessoas que tenham dispositivos invasivos (cateteres e sondas, por exemplo)A médica ressalta, ainda, que “os sintomas comuns são febre, calafrios, respiração e pulsação muito rápidas, o que pode progredir e trazer confusões mentais e dificuldade em respirar. Falta de apetite e a diminuição na necessidade de urinar, além de pressão baixa e sonolência também merecem atenção especial”, diz.Hospitais redobram atenção em atendimentos de emergênciaComo a maioria dos casos se trata de sepse comunitária – quando o paciente dá entrada com a doença por meio do Pronto-Socorro -, algumas Instituições de saúde adotam protocolos específicos para identificar os sinais nos pacientes já durante as triagens dos atendimentos de emergência.A médica pontua que “identificar rapidamente os sintomas amplia consideravelmente as chances de tratamento da doença. Por isso, é vital ter procedimentos ágeis e eficazes, principalmente com pacientes diabéticos, de insuficiência renal e oncológicos, que possuem, de forma geral, defesas do organismo mais frágeis, e, com isso, ficam mais suscetíveis a contrair a sepse”.Sobre o Hospital Santa CatarinaO Hospital Santa Catarina, que completou 110 anos de fundação em 2016, prima pela excelência no atendimento seguro e humanizado. Referência de qualidade em serviços de saúde no Brasil, atende desde pequenos procedimentos até cirurgias de alta complexidade. A instituição filantrópica é parte da Associação Congregação de Santa Catarina, a qual compõe uma rede social que atua nos eixos da saúde, educação e assistência social. Congrega cerca de 17 mil colaboradores, distribuídos em diversas obras sociais e programas de apoio em oito Estados brasileiros.Com infraestrutura moderna, equipamentos de última geração e profissionais altamente qualificados, o Hospital Santa Catarina dispõe de 240 leitos de internação, 75 leitos de UTI, 16 salas de cirurgia, cinco Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs neurológica, cardiológica, pediátrica, geral e multidisciplinar) e pronto atendimento 24 horas
Fonte: Paranashop-PR

Sepse mata e população precisa conhecer sintomas, alerta médico

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Uma doença que faz uma vítima por segundo, tem taxa de mortalidade de mais de 50% e mata mais que infarto ou câncer. A sepse, ou infecção generalizada como é popularmente conhecida, merece atenção tanto dos médicos como de toda população. A sepse é um conjunto de manifestações graves em todo o organismo produzidas por uma infecção. Era conhecida antigamente como septicemia ou infecção no sangue. Na verdade, não é a infecção que está em todos os locais do organismo. Por vezes, a infecção pode estar localizada em apenas um órgão, como por exemplo, o pulmão, mas provoca em todo o organismo uma resposta com inflamação numa tentativa de combater o agente da infecção. Essa inflamação pode vir a comprometer o funcionamento de vários dos órgãos do paciente. Segundo dados levantados pela GSA (Global Sepsis Alliance – Aliança Global da Sepse, em tradução livre), surgem a cada ano cerca de 30 milhões de novos casos no mundo. No Brasil o quadro é alarmante. Dados de estudos epidemiológicos, coordenados pelo Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS), apontam que cerca de 30% dos leitos das unidades de terapia intensiva em nosso país são ocupados por pacientes com sepse grave; e a taxa de mortalidade pode chegar a 55% dos pacientes que apresentam sepse nas UTIs brasileiras. A doença é a principal geradora de custos nas UTIs dos setores público e privado. Isto é devido à necessidade de utilizar equipamentos sofisticados, medicamentos caros e exigir muito trabalho da equipe médica. De acordo com o ILAS, no Brasil são pelo menos 400 mil casos por ano, que resultam em cerca de 240 mil mortes e mais de R$ 20 bilhões destinados ao tratamento. Segundo o médico infectologista do Hospital Santa Rosa, Luciano Côrrea, é importante que a população conheça melhor a doença e fique alerta para os sintomas, pois a agilidade no início do tratamento é vital. “As primeiras horas de tratamento são as mais importantes. Os pacientes devem receber antibioticoterapia adequada o mais rápido possível, pois a piora do quadro pode ocorrer em minutos”, ressalta. O ILAS constatou ainda que, enquanto quase 100% da população já ouviu falar em infarto e que ao menor sinal de dor no peito procuraria um hospital, pouco mais de 90% nunca ouviu falar de sepse e desconhece os sintomas. “Isso é muito preocupante, pois a sepse mata muito mais que um ataque cardíaco. No Brasil, a mortalidade pode chegar a 65% dos casos, já a média mundial está em torno de 30-40%”, alertou o infectologista. CAMPANHA – Com o objetivo de fazer a população em geral e médica entenderem a doença e procurar mudar o quadro cada vez mais preocupante da incidência e mortalidade, dia 13 de setembro é marcado como o Dia Mundial da Sepse. A ação reúne mais de 60 países e é comandada pela Global Sepsis Alliance (GSP). Na última década, a taxa de incidência da doença aumentou entre 8% e 13% em relação à década passada, sendo responsável por mais óbitos do que alguns tipos de câncer, como o de mama e o de intestino. Em países em desenvolvimento, como o Brasil, a desnutrição, pobreza, falta de acesso a vacinas e o tratamento de forma e em tempo inadequados contribuem para o aumento da mortalidade. SINTOMAS – Normalmente, os primeiros sintomas são aqueles associados com a fonte de infecção, como tosse devido à pneumonia ou a dor abdominal se o foco for uma apendicite. Pode haver sintomas como febre, aumento das frequências cardíaca e respiratória. Também é preciso se atentar aos indícios de agravamento da infecção, como falta de ar, redução da produção de urina, tontura ou alteração do estado mental com confusão, agitação ou sonolência podem ser marcadores de disfunções orgânicas. Luciano Côrrea destaca ainda que todas as pessoas podem ter sepse, mesmo aquelas saudáveis. “No entanto, aquelas em condições vulneráveis, como os diabéticos, portadores de câncer, aidéticos, portadores de insuficiência renal ou aqueles que apresentam qualquer forma de imunossupressão, bem como recém-nascidos prematuros e idosos são os mais suscetíveis às formas mais graves de infecção”, explica. Qualquer tipo de infecção, leve ou grave, pode evoluir para sepse. As mais comuns são a pneumonia, infecções na barriga e infecções urinárias. Por isso quanto menor o tempo com infecção, menor a chance de surgimento da sepse. Para tal, o tratamento rápido das infecções é uma estratégia que deve ser adotada. TRATAMENTO – O tratamento da sepse não exige recursos sofisticados, se for diagnosticada precocemente. A maioria das medidas eficazes pode ser realizada com o treinamento dos profissionais de saúde, utilizando recursos disponíveis na maioria das unidades de saúde. A principal medida para combater a doença é administrar antibióticos pela veia o mais rápido possível. Podem ser necessários oxigênio, líquidos na veia e medicamentos que aumentem a pressão arterial. A diálise pode ser necessária se os rins pararem de funcionar. Um aparelho de respiração artificial pode ser utilizado em caso de dificuldade respiratória grave. Luciano Corrêa destaca ainda que os pronto-atendimentos dos hospitais devem estar preparados para fazer o diagnóstico rápido. “O Hospital Santa Rosa é pioneiro em Mato Grosso na elaboração de um protocolo próprio para assistência em casos de sepse. Em alguns casos, o quadro de sintomas pode ser confundido com uma virose mais forte, o paciente volta para casa e morre em questão de horas. Instituições de saúde e médicos devem se conscientizar sobre a gravidade dessa patologia, que é comum, mas desprezada”, lamenta o médico. PREVENÇÃO – É possível prevenir qualquer tipo de doença mantendo um estilo de vida saudável, com alimentos nutritivos, exercício físico e descanso. As mãos devem ser lavadas com frequência. A prevenção da sepse é feita prevenindo a infecção. Não existem vacinas para prevenir a sepse, mas existem imunizações disponíveis para determinados agentes patogênicos, tais como gripe, H1N1, pneumonia, rotavírus entre outras. Também é possível impedir a sepse com um tratamento adequado de qualquer infecção grave. Isto significa que os medicamentos devem ser tomados na quantidade e no período indicados pelo médico; não se deve tomar antibióticos desnecessariamente, para reduzir as chances de desenvolver infecções resistentes, nem prescritos para outra pessoa e evitar a automedicação. Se a doença não apresentar melhora ou se piorar, a pessoa deve procurar um médico.
Fonte: Primeira Hora-MT

Palestra no HGG lembra Dia Mundial da Sepse

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O Dia Mundial da Sepse, doença que mata mais de 200 mil brasileiros por ano, será lembrado com palestra e ação preventiva nesta terça-feira, dia 13, no Hospital Alberto Rassi – HGG. Antigamente conhecida como infecção generalizada, essa doença pode ser prevenida com lavagem das mãos e uso racional de antibióticos. A partir das 15 horas, os familiares e acompanhantes receberão panfletos e orientações na portaria, antes de entrarem para visitarem os pacientes nas enfermarias e Centro de Terapia Intensiva (CTI).Os profissionais que trabalham na unidade também receberão orientações sobre a doença. O coordenador do CTI, Durval Pedroso, vai ministrar uma palestra a partir das 19 horas, no Auditório do HGG, com o tema “Sepse, um problema de saúde pública”.De acordo com a gerente do Núcleo de Educação Continuada do HGG, Fabrícia Cândida, o Dia Mundial da Sepse é importante para conscientizar os colaboradores sobre a importância de seguir o protocolo correto da doença. “O HGG sempre investe no treinamento dos profissionais, para que os primeiros sinais da doença sejam reconhecidos rapidamente”.Além disso, os visitantes do HGG também receberão informativos que explicam o que é sepse, e como o familiar pode identificar. “É importante esclarecer os sintomas dessa doença, que são febre alta, aceleração do coração, respiração rápida, fraqueza, pressão baixa, diminuição da quantidade de urina, sonolência, confusão, entre outros. Hoje a sepse mata mais que infarto e câncer, e é preciso disseminar as informações tanto para os profissionais da saúde, quanto para a população”.A doençaOs dados do Instituto Latino Americano de Sepse mostram que a letalidade de pacientes provenientes do serviço de urgência em instituições públicas brasileiras é de 51,7%. As razões para essa letalidade elevada são múltiplas, entre elas: condições básicas de saúde da população inadequadas; dificuldade de acesso ao sistema de saúde; falta de infraestrutura na rede hospitalar, principalmente nos setores de urgência; número inadequado e despreparo de profissionais para atendimentoe desconhecimento entre profissionais de saúde.Mais informações: (62) 3209-9700
Fonte: Goiás Agora-GO

Novo Rio recebe Dia Mundial da Sepse. Doença mata mais que câncer ou infarto

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A cada segundo uma pessoa morre no mundo por causa da síndrome da Sepse. Por isso, o Instituto Latino Americano da Sepse (ILAS) desenvolve amanhã, das 8h às 15h, atividades de conscientização no Terminal Rodoviário do Rio de Janeiro. Esse ano as ações acontecerão em outras 14 capitais do país.— A doença é um conjunto de manifestações graves em todo o organismo produzidas por uma infecção, ou seja, uma resposta inflamatória do corpo que deu errado — explica o médico infectologista Ricardo de Freitas.O problema hoje é responsável por mais óbitos do que o câncer ou o infarto agudo do miocárdio. Estima-se que cerca de 15 a 17 milhões de casos são registrados por ano no mundo, sendo 670 mil apenas no Brasil.— O reconhecimento precoce é a chave para o tratamento adequado. Todas as instituições devem treinar suas equipes, principalmente de enfermagem, para reconhecer os primeiros sinais de gravidade e dar atendimento preferencial a esses pacientes nos serviços de urgência — alerta o médico intensivista Luciano Azevedo, presidente do ILAS.Serão distribuídas, durante a campanha, histórias em quadrinhos, criadas pelo ILAS, que retratam de forma simples a questão da importância do rápido diagnóstico. Haverá também profissionais de saúde à disposição da população para responder dúvidas. O instituto enviará ainda material específico para mais de 1.700 instituições.Febre e agitação são comunsOs sintomas da sepse variam de acordo com o grau de evolução do quadro clínico do paciente. Os mais comuns são: febre alta ou hipotermia, calafrios, baixa produção de urina, dificuldade para respirar, ritmo cardíaco acelerado, agitação e confusão mental.O tratamento adequado nas primeiras seis horas após a infecção tem grande implicação no prognóstico e na sobrevida dos pacientes.— Medidas simples, como coleta de exames, culturas, antibióticos na primeira hora e hidratação podem salvar vidas — menciona Luciano Azevedo.
Fonte: Extra-RJ

Maternidade Januário Cicco alerta usuários e funcionários sobre a gravidade da sepse

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A Maternidade Escola Januário Cicco da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (MEJC-UFRN) realiza esta semana uma ação para esclarecer usuários e profissionais da instituição sobre um problema de saúde grave, cujas estatísticas revelam que é uma das principais causas de mortalidade hospitalar, superando o câncer e até mesmo o infarto do miocárdio: a sepse.Até a próxima sexta-feira, profissionais da área assistencial e do controle de infecção hospitalar distribuem materiais informativos, trabalham com vídeos educativos e fazem esclarecimentos sobre a sepse buscando alertar o público para o problema e sobre como reconhecê-lo.A sepse é uma inflamação generalizada do organismo contra uma infecção que pode estar localizada em qualquer órgão, podendo levar à parada de funcionamento de um ou mais órgãos ou levar à morte, quando não descoberta e tratada rapidamente.Considerada a principal causa de morte em hospitais no Brasil, são mais de 400 mil casos e cerca de 220 mil pessoas morrem todos os anos, segundo estudos realizados pelo Instituto Latino Americano da Sepse, ILAS. O estudo comprova ainda que cerca de 30% dos leitos das unidades de terapia intensiva no Brasil são ocupados por pacientes com Sepse grave.A infectologista pediátrica da maternidade, Fabiana Filgueira, diz que o risco de sepse pode ser diminuído, principalmente em crianças, respeitando-se o calendário de vacinação e que uma higienização adequada das mãos e cuidados com o equipamento médico, podem ajudar a prevenir infecções hospitalares que levam à sepse.Ela alerta ainda para o fato da sepse não ocorrer apenas por causa de infecções hospitalares: “O maior número de casos é em pacientes vindo de domicílio. A campanha deste ano ressalta para a o diagnóstico precoce, o tempo é fundamental para o sucesso do tratamento”, afirma. Os sintomas iniciais de infecção grave são: febre alta, aceleração do coração, respiração rápida, fraqueza, pressão baixa, diminuição da quantidade de urina, sonolência ou confusão.O dia 13 de setembro foi escolhido como Dia Mundial da Sepse, quando profissionais de saúde de todos os continentes intensificam ações que podem reduzir a incidência desse grave problema de saúde pública.
Fonte: No Minuto-BR

Patient Safety Movement Foundation e Global Sepsis Alliance unem forças para reduzir mortes evitáveis por sepse

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A Fundação do Movimento pela Segurança do Paciente (Patient Safety Movement Foundation) tem o prazer de anunciar seu patrocínio e participação no 1º Congresso Mundial sobre Sepse, de 8 a 9 de setembro de 2016, organizado pela Global Sepsis Alliance. Entre os palestrantes convidados estão o Secretário de Estado da Alemanha, Dr. Helge Braun, Joe Kiani, fundador da Patient Safety Movement Foundation, Dr. Marie-Paule Kieny, Diretora Geral Adjunta da OMS, Achim Steiner, ex-Subsecretário Geral das Nações Unidas e Diretor do PNUMA, e muitos outros importantes especialistas clínicos de todo o mundo. Para obter outras informações sobre o programa, acesse: www.worldsepsiscongress.org/programEsta Publicação Smart News contém multimédia. Ver aqui a publicação na íntegra: http://www.businesswire.com/news/home/20160908006676/pt/ O 1º Congresso Mundial sobre Sepse é uma introdução e prólogo ao 5º Dia Mundial da Sepse que será realizado no dia 13 de setembro – www.world-sepsis-day.org. Mais de 130 países participarão no Congresso, que conta com mais de 12.000 participantes, a maior conferência sobre sepse de todos os tempos. A sepse, normalmente chamada de “envenenamento sanguíneo”, é uma condição potencialmente fatal que surge quando a resposta do corpo à infeção resulta na disfunção ou falência de um órgão. Na fase inicial, a sepse é frequentemente confundida com outras condições e o diagnóstico tardio pode causar disfunção múltipla de órgãos, e morte. Em 13 sessões diferentes, mais de 70 palestrantes de 20 nações desenvolvidas e em desenvolvimento farão apresentações programáticas sobre uma das principais causas de morte no mundo: a sepse. Da prevenção à gestão da fase aguda, de efeitos colaterais a longo prazo à epidemiologia da sepse — serão discutidos diversos tópicos associados à sepse. Além disso, haverá uma mesa-redonda que contará com a presença de sobreviventes da sepse e suas famílias. Após cada palestra, os palestrantes responderão perguntas do público numa discussão com moderador. A participação é completamente gratuita e apenas exige uma rápida inscrição online. Para se inscrever, acesse o site https://event.webcasts.com/starthere.jsp?ei=1106962. “Nós, na Global Sepsis Alliance, nos reunimos para aumentar a conscientização do público e dos profissionais sobre a sepse – um problema comum, de escopo global, com consequências devastadoras”, disse o Dr. Konrad Reinhart, Presidente do Conselho da Global Sepsis Alliance. “Estamos agradecidos pela nossa parceria com a Patient Safety Movement Foundation e todo o excelente trabalho que eles estão fazendo para ajudar em nossos esforços na redução da sepse. Sabemos que podemos reduzir os danos da sepse, mas reconhecemos que uma importante barreira para o sucesso reside no fato de que o público não conhece a sepse adequadamente, e os profissionais não a compreendem corretamente. A sepse acomete muitas pessoas. Poucas sobrevivem, e a nossa intenção é mudar esse cenário”. “Estamos empolgados por ver o grande número de profissionais de saúde que se inscreveram para participar no Congresso. A detecção precoce da sepse é uma das nossas soluções práticas para a segurança do paciente, e constatamos que é essencial que os hospitais desenvolvam uma abordagem de equipe para implementar um protocolo para identificação e tratamento precoce da sepse”, declarou Joe Kiani, fundador da Patient Safety Movement Foundation. “Estamos impressionados com o trabalho que a Global Sepsis Alliance está fazendo, e não vemos a hora de trabalhar em parceria com eles para reduzir drasticamente, se não eliminar, o número de mortes evitáveis por sepse em todo o mundo até 2020”. Kiani complementou: “um dos motivos pelos quais iniciamos a Patient Safety Movement Foundation foi para lidar com a sepse através do compartilhamento de dados pelas empresas de tecnologia médica. Acreditamos que poderosos algoritmos de previsão poderiam ser implantados para detectar a sepse em tempo para tratamento, se houvesse um fluxo livre dos dados de monitores de pacientes e máquinas de laboratórios de sangue para prontuários médicos eletrônicos. Até o momento, mais de 60 empresas se comprometeram publicamente a compartilhar seus dados. Acreditamos que, em breve, a detecção precoce da sepse será uma realidade”. Apesar dos avanços na medicina moderna, inclusive vacinas, antibióticos e tratamento da fase aguda, a sepse permanece como causa principal de morte por infeção, e as taxas de mortalidade hospitalar estão entre 30 e 60%. No mundo em desenvolvimento, a sepse responde por 60-80% de mortes por ano, afetando mais de 6 milhões de recém-nascidos e crianças anualmente, e mais de 100.000 mulheres que contraem sepse durante a gravidez e o parto. Em todos os países que possuem dados sobre internações por sepse, o número de casos tem aumentado gradualmente. O Centro de Controle de Doenças (Center for Disease Control) dos EUA estima que o número de vezes que pessoas estiveram no hospital com sepse aumentou de 621.000 em 2000 para 1.141.000 em 2008. O Ministro Nacional de Saúde da Alemanha, Hermann Gröhe, convocou seus colegas políticos ao redor do mundo a se unirem ao apelo da Assembleia Mundial da Saúde (World Health Assembly, WHA), declarando publicamente: “Prevenção, diagnóstico precoce e tratamento da sepse não apenas salvarão milhões de vidas ao redor do mundo, mas também colaborarão para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, especificamente com relação à redução das taxas de mortalidade materna e neonatal, bem como o fortalecimento dos sistemas de saúde pública”. Por seu lado, a Global Sepsis Alliance está convocando todos os países para que estabeleçam um plano de ação nacional e cumpram diversas metas até 2020, inclusive a redução da incidência de sepse em 20%, através da promoção de práticas de boa higiene geral e lavagem das mãos, cuidados obstetrícios limpos, melhoria das condições sanitárias, nutrição e distribuição de água potável, e por meio de programas de vacinação para populações de pacientes em risco em áreas com escassez de recursos. Sobre a Patient Safety Movement Foundation (Fundação do Movimento pela Segurança do Paciente)Mais de três milhões de pessoas em todo o mundo, e 200 mil nos EUA, morrem todos os anos em hospitais de condições que poderiam ser evitadas. A Fundação do Movimento pela Segurança do Paciente foi estabelecida a partir do apoio da Masimo Foundation pela Ética, Inovação e Competição em Cuidados de Saúde, com o objetivo de erradicar o número de mortes evitáveis até 2020 (0X2020) nos EUA e reduzi-las drasticamente no mundo todo. Aprimorar a segurança do paciente exigirá um esforço de colaboração de todas as partes interessadas, o que inclui pacientes, prestadores de cuidados de saúde, empresas de tecnologia médica, governos, empregadores e pagadores privados. A Fundação do Movimento pela Segurança do Paciente atua com todas as partes interessadas para abordar os problemas e as soluções no campo da segurança do paciente. A fundação também realiza a Cúpula mundial anual pela segurança do paciente, ciência e tecnologia. A cúpula apresenta soluções específicas e práticas para lidar com os desafios da segurança do paciente, incentivar empresas de tecnologia médica a compartilhar os dados com quem adquire seus produtos e pedir que os hospitais estabeleçam compromissos para implementar soluções práticas para a segurança do paciente. Acesse www.patientsafetymovement.org. Sobre a Global Sepsis AllianceA sepse é um dos riscos de saúde mais subestimados. Afeta mais de 30 milhões de pessoas em todo o mundo anualmente, com um resultado fatal para 6 a 8 milhões delas. Os sobreviventes frequentemente sofrem por anos devido a complicações posteriores. Isto é ainda mais preocupante considerando que a incidência da sepse poderia ser reduzida consideravelmente através da implementação de algumas medidas simples de prevenção, como vacinação e melhor adoção dos padrões de higiene, detecção precoce e tratamento aprimorado. O principal perigo da sepse resulta de uma falta de conhecimento sobre ela. Os membros fundadores da Global Sepsis Alliance (GSA) reconheceram a necessidade de aumentar a conscientização e o entendimento da sepse perante o público, governo e entidades humanitárias, e de acelerar a colaboração entre os investigadores, profissionais de saúde, grupos de trabalho associados e as pessoas que os apoiam. Por este motivo, a Global Sepsis Alliance (Aliança Global da Sepse) foi estabelecida em 2010. Com organizações patrocinadoras do mundo todo, estamos reunidos para alcançar um objetivo comum: Evitar a sepse – salvar vidas!
Fonte:  Comunique-se-BR

13 de setembro: Dia Mundial da Sepse

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No Brasil, a sepse é responsável pela ocupação de 25% dos leitos das UTIs, segundo estudo realizado em 2014. Os números relativos à prevalência apontam para 28,1% dos indivíduos internados, sendo que o índice de mortalidade chega a 54,5% dos pacientes.O dia 13 de setembro foi escolhido como uma data de conscientização e educação sobre a enfermidade. A AMIB reforçou a discussão sobre o tema ao promover a divulgação dos dados do estudo Sepse 3.0, uma pesquisa realizada por especialistas dos Estados Unidos e Europa, que promoveu uma atualização para a definição destas ocorrências médicas.O estudo teve como objetivo promover o consenso sobre as definições de sepse e choque séptico e foi coordenado pelo dr. Mervyn Singer, professor de Medicina Intensiva na University College de Londres.“A sepse tem significados diferentes para médicos diferentes. Os dados americanos não condizem com os brasileiros, que por sua vez não coincidem com os ingleses. Isso se deve à forma como descrevemos nossos pacientes. Quando falamos de choque ou disfunção de órgãos, nem sempre queremos dizer a mesma coisa”, explica Singer.Para mudar essa realidade, o grupo avaliou quais critérios clínicos identificam pessoas já infectadas ou com maior probabilidade de ter sepse. De acordo com a nova abordagem, a enfermidade deve ser definida como uma disfunção de órgãos com risco de vida, provocada por uma infecção.O choque séptico, por sua vez, é definido como o subconjunto de casos de sepse, com maior risco de mortalidade, o que está relacionado a profundas alterações circulatórias, celulares e metabólicas.Campanha de prevenção da infecção nas UTIsA ação sobre o Dia Mundial da Sepse é parte da campanha permanente sobre prevenção das infecções em UTIs promovida pela AMIB.Em 2016, a entidade escolheu o tema “Prevenção da Infecção na UTI: Prevenção da Infecção de Corrente Sanguínea Associada a Cateter Venoso Central”, como tema da campanha, que conta com parceria da Anvisa. O principal objetivo é conscientizar profissionais de saúde e a população em geral sobre o problema.
Fonte: Amib-BR

Hospital da zona oeste promove evento gratuito sobre sepse

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A doença é uma das maiores causas de morte no paísUma data a favor do combate. É assim que o Dia Mundial da Sepse, que ocorre em todo dia 13 de setembro, é lembrado, com o objetivo de alertar a população leiga e informar profissionais de saúde sobre a doença, conhecida popularmente como infecção generalizada, que causa cerca de 200 mil mortes por ano no país. Para afirmar a importância do Dia Mundial da Sepse, o Hospital de Clínicas Padre Miguel (HCPM) vai realizar seu IV Fórum de Sepse, no dia 13 deste mês, no auditório da Universidade Castelo Branco, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, das 8h às 12h. O evento, que é gratuito e aberto ao público, contará com um ciclo de quatro palestras educativas.Entre o conteúdo programado estão os temas Diretrizes Internacionais para Tratamento da Sepse Grave e Choque Séptico; Sepse na Emergência, uma Corrida contra o Tempo; Estratégias de Time de Resposta Rápida na Sepse; Sepse: Monitorização Ventilatória; e Temática de Uso Seguro de Antimicrobianos na Prática Clínica, que serão apresentados por palestrantes convidados de outras unidades hospitalares do Rio.Considerada um problema de saúde pública no mundo, a sepse afeta cerca de 400 mil pessoas por ano no Brasil, que leva a mais de 200 mil óbitos, segundo a Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB). “A sepse é uma das doenças mais comuns, porém, não é tão conhecida e é a principal causa de morte em unidades de terapia intensiva (UTI), provocando mais mortes em internações hospitalares tardias do que o infarto e o câncer, pois pode evoluir de forma rápida para sua forma ainda mais grave, o choque séptico”. – explica o médico Carlos Rocha, coordenador da UTI do HCPM e responsável pelo Instituto Latino-americano de Sepse (ILAS) na unidade.“Precisamos esclarecer e conscientizar a população para o tema, assim como os profissionais de saúde, que são fundamentais na luta para a diminuição da doença e da mortalidade em nosso país, que chega a 70% dos casos”, diz Alex Chaves, enfermeiro do HCPM e um dos organizadores do evento.Para participar do IV Fórum de Sepse do Hospital de Clínicas Padre Miguel, basta inscrever-se gratuitamente pelo e-mail forumdesepse@gmail.com. O encontro será realizado no dia 13 de setembro, da 8h às 12h, no auditório da Universidade Castelo Branco, na Av. de Santa Cruz, 1.613, Realengo
Fonte: SEGS-BR

Você sabe o que é Sepse? Ações de conscientização acontecem no dia 13 de setembro em 14 cidades

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Você sabe o que é Sepse? Ações de conscientização acontecem no dia 13 de setembro em 14 cidadesBrasil registra 670 mil casos por ano, mais de 50% vão a óbito.São Paulo — Dia 13 de setembro é o Dia Mundial da Sepse. Para lembrar o cenário sobre a síndrome que mata 1 pessoa a cada segundo no mundo, instituições de saúde de todos os continentes promovem ações de conscientização junto à população e aos profissionais de saúde.No Brasil, o Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS), há cinco anos, desenvolve atividades de conscientização sobre a sepse, conhecida antigamente como septicemia ou infecção generalizada. Esse ano as ações acontecerão em espaços públicos em 14 cidades no dia 13 de setembro. Apenas São Paulo terá ações dia 11 e 13.Na ocasião será distribuída uma história em quadrinho criada pelo ILAS, que retrata de forma simples a questão da importância do rápido diagnóstico, permitindo o entendimento por leigos. Nesse dia, também, profissionais de saúde estarão à disposição da população para responder às dúvidas.Além das ações voltadas à população, o ILAS enviará a mais de 1.700 instituições de saúde material específico aos profissionais de emergência, pronto-socorro e UTI. Sobre a Sepse -— A sepse hoje é responsável por mais óbitos do que o câncer ou o infarto agudo do miocárdio. Estima-se cerca de 15 a 17 milhões de casos registrados por ano no mundo, sendo 670 mil só no Brasil. Ao contrário do que se pensa, sepse não é um problema apenas de pacientes já internados em hospitais, pois a maioria dos casos é de pacientes atendidos nos serviços de urgência e emergência. O aumento da incidência e a progressiva gravidade desses pacientes fazem com que os custos de tratamento também sejam elevados.O Instituto Latino Americano de Sepse, ILAS, avaliou em sua base de dados a mortalidade por sepse de pacientes provenientes do prontos-socorros. Os dados revelaram que 53,17% de pacientes com sepse, atendidos inicialmente em prontos-socorros (PS) de hospitais públicos, vão a óbito, enquanto em hospitais particulares esse número é de 25,8%. Possíveis explicações para essa diferença importante incluem dificuldade no reconhecimento precoce e um número inadequado de profissionais nos PS de hospitais públicos. “O reconhecimento precoce é a chave para o tratamento adequado. Todas as instituições devem treinar suas equipes, principalmente de enfermagem, para reconhecer os primeiros sinais de gravidade e dar atendimento preferencial a esses pacientes nos serviços de urgência”, explica o médico intensivista Dr. Luciano Azevedo, presidente do ILAS.O médico alerta ainda que o tratamento adequado nas primeiras seis horas tem clara implicação no prognóstico e na sobrevida dos pacientes. “Medidas simples, como coleta de exames, culturas, antibióticos na primeira hora e hidratação podem salvar vidas”.O grupo de maior risco para o desenvolvimento da sepse é formado por crianças prematuras e abaixo de um ano e idosos acima de 65 anos; portadores de câncer; pacientes com AIDS ou que fazem uso de quimioterapia ou outros medicamentos que afetam as defesas do organismo contra infecções; pacientes com doenças crônicas como insuficiência cardíaca, insuficiência renal e diabetes; usuários de álcool e drogas; e pacientes hospitalizados que utilizam antibióticos, tubos para medicação (cateteres) e tubos para coleta de urina (sondas).Mas atenção: qualquer pessoa pode ter sepse. “Embora não existam sintomas específicos, todas as pessoas que estão com infecção e apresentam febre, aceleração do coração, respiração mais rápida, fraqueza intensa e, pelo menos, um dos sinais de alerta, como pressão arterial baixa, diminuição da quantidade de urina, falta de ar, sonolência excessiva ou ficam confusos (principalmente idosos) devem procurar imediatamente um serviço de emergência ou o seu médico”, esclarece Dr. Luciano Azevedo.O desconhecimento da população em relação aos primeiros sintomas e, consequentemente o atraso na procura de auxilio, também é um dos entraves a serem vencidos. Uma pesquisa do ILAS em 134 municípios brasileiros mostrou que 93% dos entrevistados nunca tinham ouvido falar sobre a sepse. De forma oposta, 98% tinham conhecimento prévio sobre infarto do coração. | www.diamundialdasepse.com.br
Fonte: Portal Fator Brasil-BR