Passageiros de aeroporto de Manaus são alertados sobre riscos da sepse

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Ação foi realizada no Aeroporto Eduardo Gomes, nesta terça-feira (13).Sepse atinge até 17 milhões de pessoas a cada ano no mundo. Uma ação alertou para riscos da sepse, síndrome que mata uma pessoa a cada segundo no mundo, nesta terça-feira (13) no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, no Tarumã, Zona Oeste de Manaus. Os passageiros receberam exemplares de uma história em quadrinhos que retrata de forma simples a importância do diagnóstico rápido da doença.O trabalho é um alerta para a doença responsável por mais óbitos do que o câncer ou o infarto agudo do miocárdio. A ação foi realizada em outras 13 capitais pelo Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS).“Entregamos a história em quadrinhos que explica a importância de reconhecer a sepse, de procurar atendimento em uma unidade de saúde e de tratar em tempo hábil”, explicou a enfermeira do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) do PS Delphina Aziz, Erielma Galvão, sobre a ação realizada no aeroporto.Estima-se que há cerca de 15 a 17 milhões de casos registrados por ano no mundo, sendo 670 mil somente no Brasil. Ao contrário do que se pensa, a sepse não é um só problema de pacientes já internados em hospitais. A maioria dos casos é de pacientes atendidos nos serviços de urgência e emergência.Todas as pessoas que estão com infecção e apresentam febre, aceleração do coração, respiração mais rápida, fraqueza intensa e, pelo menos, um dos sinais de alerta, como pressão arterial baixa, diminuição da quantidade de urina, falta de ar, sonolência excessiva ou confusão (principalmente idosos) devem procurar imediatamente um serviço de emergência ou o seu médico.O grupo de maior risco para o desenvolvimento da sepse é formado por crianças prematuras e abaixo de 1 ano e idosos acima dos 65 anos; portadores de câncer; portadores de HIV positivo ou que fazem uso de quimioterapia ou outros medicamentos que afetam as defesas do organismo contra infecções; pacientes com doenças crônicas; usuários de álcool e drogas; e pacientes hospitalizados que utilizam antibióticos, tubos para medicação (catéteres) e tubos para coleta de urina (sondas).
Fonte: G1-BR
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