Morrem 55% dos pacientes com sepse em UTIs no Brasil

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Morrem 55% dos pacientes com sepse em UTIs no Brasil Gestores de hospitais têm papel fundamental na redução do número de óbitos. 14/09/2016 0 A sepse é um dos grandes desafios enfrentados pelas instituições de saúde. De acordo com um estudo feito pelo Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS), a expectativa de ocorrência de sepse no Brasil vai de 400 a 500 mil casos por ano. A mortalidade desses pacientes na UTI é de 55%, portanto de 200 a 240 mil pessoas chegaram ao óbito em decorrência dessa complicação.Uma gestão que se preocupa com a segurança do paciente e a qualidade no serviço oferecido tem maior chance em reduzir esse número, conforme explica Dra. Maria Carolina Moreno, superintendente da ONA. “É muito importante que os hospitais desenvolvam o protocolo de sepse e busquem sempre a melhoria contínua. Além disso, o gestor deve engajar sua equipe afim de que as decisões sejam tomadas em tempo hábil. Uma equipe preparada e focada no paciente consegue ter melhores resultados”, afirma.Para evitar que uma infecção já estabelecida progrida para sepse, deve-se diagnosticar precocemente a infeção e trata-la de forma adequada, de acordo com a Dra. Flávia Machado, coordenadora geral do Instituto Latino Americano de Sepse.“Além do problema da sepse adquirida na comunidade, no Brasil temos muita infecção hospitalar devido à falta de controle no uso de antimicrobianos e a medidas de prevenção que não são feitas da forma adequada. Entretanto, o que mais chama atenção na comparação do Brasil com outros países não é a incidência, ou seja, o número de casos por ano, mas sim a mortalidade”, explica.Ela menciona ainda a boa evolução dos casos de sepse em hospitais que possuem cultura de segurança do paciente e no controle da qualidade. “Os hospitais que estão envolvidos em programa de melhoria de qualidade, principalmente em termos da implementação de protocolos específicos para sepse, com certeza conseguem reduzir a ocorrência de casos mais graves. Muitos hospitais claramente reduziram a mortalidade depois da implementação de protocolos de sepse baseados em detecção precoce, ou seja, na presença dos critérios de resposta inflamatória e de disfunção orgânica”, garante Flávia.ONAA Organização Nacional de Acreditação (ONA) é uma entidade não governamental e sem fins lucrativos que certifica a qualidade de serviços de saúde, com foco na segurança do paciente. Sua metodologia de acreditação é reconhecida pela ISQua (International Society for Quality in Health Care), associação parceira da OMS e que conta com representantes de instituições acadêmicas e organizações de saúde de mais de 100 países.Com 17 anos de atuação e mais de 500 instituições certificadas, a ONA se consolidou como a principal acreditação de saúde do país.Seus manuais são específicos para nove diferentes tipos de estabelecimentos: hospitais, ambulatórios, laboratórios, serviços de pronto atendimento, home care, clínicas odontológicas, clínicas de hemoterapia, serviços de terapia renal substitutiva e serviços de diagnóstico por imagem, radioterapia e medicina nuclear. A ONA também certifica serviços de apoio a instituições de saúde, como lavanderia, dietoterapia, esterilização e manipulação.
Fonte: Revista Hospitais Brasil-BR

Sepse mata cerca de 400 mil brasileiros por ano

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Sepse mata cerca de 400 mil brasileiros por ano Comumente chamada de “infecção generalizada”, doença tem taxa de mortalidade que pode chegar a 60%. 13/09/2016 0 Segundo levantamento do Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS), o Brasil é campeão mundial (ao lado da Malásia) em mortes por sepse. Estimativas do Instituto revelam ainda que a sepse grave mata 400 mil brasileiros por ano e tem custo anual de R$ 17 bilhões ao sistema hospitalar. O terapeuta intensivista e diretor médico do Hospital Esperança Olinda (PE), Marcos Bravo Reis, explica que a sepse é uma resposta desregulada do organismo a uma infecção que provoca alterações da função de órgãos muitas vezes distantes daquele acometido pela infecção. “É o que o leigo, de forma inocente, denomina de ‘infecção generalizada’”, diz o médico, que cita como exemplo a insuficiência renal causada por uma pneumonia.A sepse pode ser desencadeada tanto por infecções bacterianas como por vírus ou fungos e tem uma taxa de mortalidade que pode variar entre 40% e 60%. Pacientes idosos, imunocomprometidos, restritos ao leito, portadores de câncer e diabéticos são alguns dos mais propensos à sepse. “A doença, infelizmente, não é prevenível. O que podemos impedir é sua progressão e a piora do paciente”, explica Marcos. “A melhor estratégia é a conscientização de toda a população, que, em sua maioria, não tem a mínima noção do problema”, revela. Outra estratégia fundamental é o diagnóstico precoce ainda na sala de emergência e o tratamento rápido com administração de antibiótico, adequada hidratação e suporte também precoce para os órgãos que estão deficientes.Segundo o médico, o diferencial para o tratamento da sepse está no preparo de cada instituição para lidar com o problema. “No Hospital Esperança Olinda, trabalhamos de forma eficiente através da identificação e início do tratamento. Isso ocorre a partir da utilização de um protocolo de sepse baseado nas melhores práticas, treinamento contínuo das equipes e acompanhamento dos resultados por um grupo de trabalho multidisciplinar que se reúne semanalmente visando a discussão de todos os casos e o acompanhamento deles desde a entrada até a saída”, explica Marcos.“Hoje, podemos afirmar que mais de 90% dos pacientes incluídos no protocolo não evoluem para uma nova disfunção orgânica”, completa o profissional. Para alcançar esses resultados, no entanto, o treinamento precisa ser constante. Por isso, no dia 27 de setembro, o Esperança Olinda promove capacitação junto aos colaboradores que exercem função não assistencial para mostrar o que é a sepse e quais as medidas adotadas pelo hospital, além dos resultados em seu diagnóstico e tratamento.“Sepse é um problema de saúde pública muitas vezes negligenciado pelo poder público. Apesar de ser o motivo de internação mais comum em terapia intensiva, ele é uma afecção comum a todas as especialidades médicas, profissionais de saúde, familiares e pacientes”, alerta o terapeuta intensivista Marcos Reis, que conclui: “Pare a sepse, salve vidas!”.
Fonte: Revista Hospitais Brasil-BR

Passageiros de aeroporto de Manaus são alertados sobre riscos da sepse

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Ação foi realizada no Aeroporto Eduardo Gomes, nesta terça-feira (13).Sepse atinge até 17 milhões de pessoas a cada ano no mundo. Uma ação alertou para riscos da sepse, síndrome que mata uma pessoa a cada segundo no mundo, nesta terça-feira (13) no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, no Tarumã, Zona Oeste de Manaus. Os passageiros receberam exemplares de uma história em quadrinhos que retrata de forma simples a importância do diagnóstico rápido da doença.O trabalho é um alerta para a doença responsável por mais óbitos do que o câncer ou o infarto agudo do miocárdio. A ação foi realizada em outras 13 capitais pelo Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS).“Entregamos a história em quadrinhos que explica a importância de reconhecer a sepse, de procurar atendimento em uma unidade de saúde e de tratar em tempo hábil”, explicou a enfermeira do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) do PS Delphina Aziz, Erielma Galvão, sobre a ação realizada no aeroporto.Estima-se que há cerca de 15 a 17 milhões de casos registrados por ano no mundo, sendo 670 mil somente no Brasil. Ao contrário do que se pensa, a sepse não é um só problema de pacientes já internados em hospitais. A maioria dos casos é de pacientes atendidos nos serviços de urgência e emergência.Todas as pessoas que estão com infecção e apresentam febre, aceleração do coração, respiração mais rápida, fraqueza intensa e, pelo menos, um dos sinais de alerta, como pressão arterial baixa, diminuição da quantidade de urina, falta de ar, sonolência excessiva ou confusão (principalmente idosos) devem procurar imediatamente um serviço de emergência ou o seu médico.O grupo de maior risco para o desenvolvimento da sepse é formado por crianças prematuras e abaixo de 1 ano e idosos acima dos 65 anos; portadores de câncer; portadores de HIV positivo ou que fazem uso de quimioterapia ou outros medicamentos que afetam as defesas do organismo contra infecções; pacientes com doenças crônicas; usuários de álcool e drogas; e pacientes hospitalizados que utilizam antibióticos, tubos para medicação (catéteres) e tubos para coleta de urina (sondas).
Fonte: G1-BR

Ação alerta para detecção e tratamento imediatos da sepse, conhecida como infecção generalizada

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Uma história em quadrinhos foi entregue a quem passava pelo desembarque doméstico do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, localizado na Zona Oeste de Manaus, com o intuito de divulgar e alertar as pessoas sobre os sinais e sintomas, além do tratamento da sepse – uma infecção que ataca os órgãos, fazendo-os deixar de funcionar plenamente. A ação foi desenvolvida por uma equipe do Hospital Pronto-Socorro Delphina Rinaldi Abdel Aziz, que é associado ao Instituto Latino Americano de Sepse (Iles), na manhã desta terça-feira (13). A data escolhida é alusiva ao dia mundial de combate à doença que, segundo dados do Instituto, contabiliza mais de 400 mil casos em todo o Brasil, causando a morte de cerca de 220 mil pessoas todos os anos.“A sepse hoje, no mundo, mata mais que câncer e infarto. Então, toda vez que temos um paciente diagnosticado com sepse, ele é atendido de maneira diferenciada. A coleta de exames e o início do tratamento devem ocorrer em menos de uma hora, porque a cada hora que passa no retardo do início do antibiótico, aumenta em 7% a mortalidade destes pacientes. Precisamos alertar para a importância do reconhecimento rápido dos sintomas para procurar atendimento médico”, ressaltou a infectologista do HPS, Mayla Borba.A sepse é comumente conhecida como ‘infecção generalizada’ e, se não iniciado o tratamento em tempo hábil, o paciente pode entrar em choque séptico, sendo necessário o uso de drogas específicas para normalização. Por conta desta disfunção orgânica, um paciente nestas condições tem maiores chances de morrer.“A sepse é uma infecção que, quando o paciente não consegue combater sozinho, vai para outros órgãos, diminuindo suas respectivas funções. Então, ela começa a diminuir a função do rim, do fígado, do cérebro, dos pulmões e, por isso, é tão grave”, disse Mayla.Sinais e sintomasMayla afirma que o reconhecimento precoce é primordial para o tratamento adequado da doença e que, por isso, é necessário ficar atento aos sinais e sintomas que o paciente apresenta quando dá entrada em uma unidade hospitalar.“Todo paciente que chega com uma temperatura axilar maior que 38,3°C, frequência respiratória maior que 20 e cardíaca maior que 90, uma pressão sistólica abaixo de 90, sonolência ou confusão mental, é dado como possivelmente portador de sepse pela enfermeira”, caracteriza a infectologista.A partir do pré-diagnóstico, o paciente é reavaliado por um médico e, então, triado como ‘roxo’ (cor da pulseira colocada no enfermo para designar as prescrições pertinentes ao caso de sepse) e é aberto o protocolo específico. Quando aberto este registro, o paciente, em uma hora, recebe a primeira dose do antibiótico, realiza a coleta de exames laboratoriais e recebe hidratação venosa.No Delphina Aziz já há o protocolo para o tratamento diferenciado dos pacientes com sepse há seis meses. Neste período, 50 pacientes já foram atendidos e, segundo a infectologista do hospital, a maioria apresentou boa evolução no quadro e sem necessidade de transferência para outras unidades de saúde.“Nossa taxa de letalidade é muito baixa quando comparada a dados brasileiros. Nós tivemos uma taxa de 14% mas, quando comparamos com números nacionais que chegam a ser mais que 50%, a gente vê que está no rumo certo, mas ciente de que muitas coisas devem ser feitas”, declarou Mayla.A ação terá continuidade pela parte da tarde de hoje no HPS. Segundo a infectologista, a equipe multidisciplinar do hospital precisa de treinamentos constantes.“Precisamos buscar e aumentar a sensibilidade na detecção destes pacientes”, finalizou a médica.O institutoO Instituto Latino Americano de Sepse (Iles) tem como missão auxiliar no processo de aperfeiçoamento da qualidade assistencial do paciente portador de sepse grave através da implementação de protocolos baseados em evidências científicas, da geração e difusão de conhecimentos e do desenvolvimento de estudos clínicos.No Brasil, 14 capitais são associadas aos institutos, inclusive Manaus, por meio do HPS, Delphina Aziz. Lá, os protocolos específicos para pacientes com sepse são gerados desde março deste ano.Por Rosianne Couto
Fonte: Amazonas em Tempo-AM

13 de setembro: Dia Mundial da Sepse

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Entenda a meningoccemia, seus sintomas e formas de prevençãoA doença meningocócica é súbita e potencialmente fatal, da qual, em média, uma pessoa pode morrer a cada oito minutos no mundo. Tipicamente, ela se manifesta como meningite bacteriana – uma infecção das membranas que recobrem o cérebro e a medula espinhal; ou sepse – uma infecção da corrente sanguínea, também chamada de meningoccemia.Atualmente a sepse é a principal causa de morte nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e uma das principais causas de mortalidade hospitalar tardia, superando o infarto do miocárdio e o câncer. Tem alta mortalidade no país, chegando a 65% dos casos, enquanto a média mundial está em torno de 30-40%. Segundo um levantamento feito pelo estudo mundial conhecido como Progress, a mortalidade da sepse no Brasil é maior que a de países como Índia e a Argentina.A meningite e a septicemia (sepse) são doenças graves e podem afetar qualquer pessoa de qualquer idade, mas bebês, crianças e jovens estão em maior risco. A meningite e a septicemia não são comuns, mas podem matar em horas. Por isso, uma forma muito importante de prevenção é a vacinação. Pode-se contrair meningite e septicemia ao mesmo tempo.A sepse é um conjunto de manifestações graves em todo o organismo produzidas por uma infecção. A sepse era conhecida antigamente como septicemia ou infecção no sangue. Hoje é mais conhecida como infecção generalizada.Na verdade, não é a infecção que está em todos os locais do organismo. Por vezes, a infecção pode estar localizada em apenas um órgão, como por exemplo, o pulmão, mas provoca em todo o organismo uma resposta inflamatória numa tentativa de combater o agente da infecção. Essa inflamação pode vir a comprometer o funcionamento de vários órgãos do paciente.3Por isso, o paciente pode não suportar e vir a falecer. Esse quadro é conhecido como disfunção ou falência de múltiplos órgãos. É responsável por 25% da ocupação de leitos em UTIs no Brasil.A doença é a principal geradora de custos nos setores público e privado. Isto é devido à necessidade de utilizar equipamentos sofisticados, medicamentos caros e exigir muita dedicação da equipe médica. De acordo com o software ILAS online, em 2015 aconteceram 7.733 casos de pacientes com sepse grave e choque séptico no Brasil. Em 2005 o número de casos registrados foi de 171.De acordo com o grau de evolução, a síndrome pode ser classificada em três diferentes níveis:1) Sepse – a resposta inflamatória provocada pela infecção está associada a pelo menos mais dois sinais. Por exemplo, febre, calafrios, falta de ar etc.;2) Sepse grave – quando há comprometimento funcional de um ou mais órgãos;3) Choque séptico – queda drástica de pressão arterial que não responde à administração de líquidos por via intravenosa.SintomasOs sintomas variam de acordo com o grau de evolução do quadro clínico. Os mais comuns são: febre alta ou hipotermia, calafrios, diminuição na eliminação de urina, respiração acelerada dificuldade para respirar, ritmo cardíaco acelerado e alteração no nível de consciência.Outros sinais possíveis da síndrome são o aumento na contagem dos leucócitos e a queda no número de plaquetas.DiagnósticoO diagnóstico da sepse depende de avaliação clínica e laboratorial criteriosa para identificar e tratar a doença subjacente que deu origem ao processo infeccioso.Com esse objetivo, são realizados exames de sangue, como a hemocultura, exames de urina e, se necessário, a cultura das secreções respiratórias. Exames de imagem, como radiografia, ultrassonografia, tomografia e ressonância magnética, podem ser úteis para esclarecer o diagnóstico.RecomendaçõesO risco de contrair infecções será menor se forem respeitados os seguintes princípios básicos:* lavar as mãos com frequência com água e sabão;* manter o esquema de vacinação atualizado.VacinasAtualmente existem quatro vacinas disponíveis para imunização ativa contra os cinco principais sorogrupos causadores da doença meningocócica no Brasil, são elas:– Vacina Adsorvida Meningocócica C (Conjugada), a única disponível gratuitamente no Programa Nacional de Imunização (PNI), na rede pública.– Vacina Meningocócica ACWY (Conjugada). Esta vacina ACWY é conjugada à proteína carreadora CRM197.– Vacina Meningocócica ACWY (Conjugada). Esta vacina ACWY é conjugada ao toxóide tetânico.– Vacina Adsorvida Meningocócica B (Recombinante).
Fonte: GSK
Site: Ederepente50-BR

Sepse: doença silenciosa e responsável por mais óbitos que o infarto e o câncer

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A Sepse é considerada uma doença grave que atinge o organismo e, de forma geral, é uma resposta inflamatória desregulada a uma infecção, por anormalidades fisiológicas, biológicas e bioquímicas. Na tentativa de atacar o agente causador da infecção, em função desta situação, o corpo acaba comprometendo o funcionamento de diversos órgãos. Como parcela considerável da população desconhece a doença, os sintomas iniciais, muitas vezes, são negligenciados pelas pessoas, que acreditam ser uma virose ou apenas um mal-estar passageiro.Pesquisa do Instituto Latino-Americano de Sepse (ILAS), em parceria com o Instituto Datafolha em 134 municípios brasileiros, revela que 93% dos entrevistados nunca ouviram falar sobre a sepse, que é responsável por mais óbitos que o infarto e o câncer. No Brasil, estima-se que acontecem cerca de 670 mil casos da doença por ano.A médica Glaucia Varkulja, infectologista do Hospital Santa Catarina (SP), explica que, embora a doença possa acometer qualquer pessoa, alguns perfis de pacientes são mais suscetíveis a ter a sepse. São eles:Pacientes com menos de um mês de vida e idososAqueles que possuem o sistema de defesa do organismo enfraquecido, como pacientes imunocomprometidos, seja por doenças (diabetes, câncer etc.) ou por medicamentoPessoas com ferimentos graves, como grandes traumas, queimaduras e ferimentos penetrantesAqueles que sofrem com doenças crônicas debilitantesPacientes com hospitalização prévia ou que passaram por alguma cirurgia recentementePessoas que tenham dispositivos invasivos (cateteres e sondas, por exemplo)A médica ressalta, ainda, que “os sintomas comuns são febre, calafrios, respiração e pulsação muito rápidas, o que pode progredir e trazer confusões mentais e dificuldade em respirar. Falta de apetite e a diminuição na necessidade de urinar, além de pressão baixa e sonolência também merecem atenção especial”, diz.Hospitais redobram atenção em atendimentos de emergênciaComo a maioria dos casos se trata de sepse comunitária – quando o paciente dá entrada com a doença por meio do Pronto-Socorro -, algumas Instituições de saúde adotam protocolos específicos para identificar os sinais nos pacientes já durante as triagens dos atendimentos de emergência.A médica pontua que “identificar rapidamente os sintomas amplia consideravelmente as chances de tratamento da doença. Por isso, é vital ter procedimentos ágeis e eficazes, principalmente com pacientes diabéticos, de insuficiência renal e oncológicos, que possuem, de forma geral, defesas do organismo mais frágeis, e, com isso, ficam mais suscetíveis a contrair a sepse”.Sobre o Hospital Santa CatarinaO Hospital Santa Catarina, que completou 110 anos de fundação em 2016, prima pela excelência no atendimento seguro e humanizado. Referência de qualidade em serviços de saúde no Brasil, atende desde pequenos procedimentos até cirurgias de alta complexidade. A instituição filantrópica é parte da Associação Congregação de Santa Catarina, a qual compõe uma rede social que atua nos eixos da saúde, educação e assistência social. Congrega cerca de 17 mil colaboradores, distribuídos em diversas obras sociais e programas de apoio em oito Estados brasileiros.Com infraestrutura moderna, equipamentos de última geração e profissionais altamente qualificados, o Hospital Santa Catarina dispõe de 240 leitos de internação, 75 leitos de UTI, 16 salas de cirurgia, cinco Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs neurológica, cardiológica, pediátrica, geral e multidisciplinar) e pronto atendimento 24 horas
Fonte: Paranashop-PR

Sepse mata e população precisa conhecer sintomas, alerta médico

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Uma doença que faz uma vítima por segundo, tem taxa de mortalidade de mais de 50% e mata mais que infarto ou câncer. A sepse, ou infecção generalizada como é popularmente conhecida, merece atenção tanto dos médicos como de toda população. A sepse é um conjunto de manifestações graves em todo o organismo produzidas por uma infecção. Era conhecida antigamente como septicemia ou infecção no sangue. Na verdade, não é a infecção que está em todos os locais do organismo. Por vezes, a infecção pode estar localizada em apenas um órgão, como por exemplo, o pulmão, mas provoca em todo o organismo uma resposta com inflamação numa tentativa de combater o agente da infecção. Essa inflamação pode vir a comprometer o funcionamento de vários dos órgãos do paciente. Segundo dados levantados pela GSA (Global Sepsis Alliance – Aliança Global da Sepse, em tradução livre), surgem a cada ano cerca de 30 milhões de novos casos no mundo. No Brasil o quadro é alarmante. Dados de estudos epidemiológicos, coordenados pelo Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS), apontam que cerca de 30% dos leitos das unidades de terapia intensiva em nosso país são ocupados por pacientes com sepse grave; e a taxa de mortalidade pode chegar a 55% dos pacientes que apresentam sepse nas UTIs brasileiras. A doença é a principal geradora de custos nas UTIs dos setores público e privado. Isto é devido à necessidade de utilizar equipamentos sofisticados, medicamentos caros e exigir muito trabalho da equipe médica. De acordo com o ILAS, no Brasil são pelo menos 400 mil casos por ano, que resultam em cerca de 240 mil mortes e mais de R$ 20 bilhões destinados ao tratamento. Segundo o médico infectologista do Hospital Santa Rosa, Luciano Côrrea, é importante que a população conheça melhor a doença e fique alerta para os sintomas, pois a agilidade no início do tratamento é vital. “As primeiras horas de tratamento são as mais importantes. Os pacientes devem receber antibioticoterapia adequada o mais rápido possível, pois a piora do quadro pode ocorrer em minutos”, ressalta. O ILAS constatou ainda que, enquanto quase 100% da população já ouviu falar em infarto e que ao menor sinal de dor no peito procuraria um hospital, pouco mais de 90% nunca ouviu falar de sepse e desconhece os sintomas. “Isso é muito preocupante, pois a sepse mata muito mais que um ataque cardíaco. No Brasil, a mortalidade pode chegar a 65% dos casos, já a média mundial está em torno de 30-40%”, alertou o infectologista. CAMPANHA – Com o objetivo de fazer a população em geral e médica entenderem a doença e procurar mudar o quadro cada vez mais preocupante da incidência e mortalidade, dia 13 de setembro é marcado como o Dia Mundial da Sepse. A ação reúne mais de 60 países e é comandada pela Global Sepsis Alliance (GSP). Na última década, a taxa de incidência da doença aumentou entre 8% e 13% em relação à década passada, sendo responsável por mais óbitos do que alguns tipos de câncer, como o de mama e o de intestino. Em países em desenvolvimento, como o Brasil, a desnutrição, pobreza, falta de acesso a vacinas e o tratamento de forma e em tempo inadequados contribuem para o aumento da mortalidade. SINTOMAS – Normalmente, os primeiros sintomas são aqueles associados com a fonte de infecção, como tosse devido à pneumonia ou a dor abdominal se o foco for uma apendicite. Pode haver sintomas como febre, aumento das frequências cardíaca e respiratória. Também é preciso se atentar aos indícios de agravamento da infecção, como falta de ar, redução da produção de urina, tontura ou alteração do estado mental com confusão, agitação ou sonolência podem ser marcadores de disfunções orgânicas. Luciano Côrrea destaca ainda que todas as pessoas podem ter sepse, mesmo aquelas saudáveis. “No entanto, aquelas em condições vulneráveis, como os diabéticos, portadores de câncer, aidéticos, portadores de insuficiência renal ou aqueles que apresentam qualquer forma de imunossupressão, bem como recém-nascidos prematuros e idosos são os mais suscetíveis às formas mais graves de infecção”, explica. Qualquer tipo de infecção, leve ou grave, pode evoluir para sepse. As mais comuns são a pneumonia, infecções na barriga e infecções urinárias. Por isso quanto menor o tempo com infecção, menor a chance de surgimento da sepse. Para tal, o tratamento rápido das infecções é uma estratégia que deve ser adotada. TRATAMENTO – O tratamento da sepse não exige recursos sofisticados, se for diagnosticada precocemente. A maioria das medidas eficazes pode ser realizada com o treinamento dos profissionais de saúde, utilizando recursos disponíveis na maioria das unidades de saúde. A principal medida para combater a doença é administrar antibióticos pela veia o mais rápido possível. Podem ser necessários oxigênio, líquidos na veia e medicamentos que aumentem a pressão arterial. A diálise pode ser necessária se os rins pararem de funcionar. Um aparelho de respiração artificial pode ser utilizado em caso de dificuldade respiratória grave. Luciano Corrêa destaca ainda que os pronto-atendimentos dos hospitais devem estar preparados para fazer o diagnóstico rápido. “O Hospital Santa Rosa é pioneiro em Mato Grosso na elaboração de um protocolo próprio para assistência em casos de sepse. Em alguns casos, o quadro de sintomas pode ser confundido com uma virose mais forte, o paciente volta para casa e morre em questão de horas. Instituições de saúde e médicos devem se conscientizar sobre a gravidade dessa patologia, que é comum, mas desprezada”, lamenta o médico. PREVENÇÃO – É possível prevenir qualquer tipo de doença mantendo um estilo de vida saudável, com alimentos nutritivos, exercício físico e descanso. As mãos devem ser lavadas com frequência. A prevenção da sepse é feita prevenindo a infecção. Não existem vacinas para prevenir a sepse, mas existem imunizações disponíveis para determinados agentes patogênicos, tais como gripe, H1N1, pneumonia, rotavírus entre outras. Também é possível impedir a sepse com um tratamento adequado de qualquer infecção grave. Isto significa que os medicamentos devem ser tomados na quantidade e no período indicados pelo médico; não se deve tomar antibióticos desnecessariamente, para reduzir as chances de desenvolver infecções resistentes, nem prescritos para outra pessoa e evitar a automedicação. Se a doença não apresentar melhora ou se piorar, a pessoa deve procurar um médico.
Fonte: Primeira Hora-MT

Palestra no HGG lembra Dia Mundial da Sepse

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O Dia Mundial da Sepse, doença que mata mais de 200 mil brasileiros por ano, será lembrado com palestra e ação preventiva nesta terça-feira, dia 13, no Hospital Alberto Rassi – HGG. Antigamente conhecida como infecção generalizada, essa doença pode ser prevenida com lavagem das mãos e uso racional de antibióticos. A partir das 15 horas, os familiares e acompanhantes receberão panfletos e orientações na portaria, antes de entrarem para visitarem os pacientes nas enfermarias e Centro de Terapia Intensiva (CTI).Os profissionais que trabalham na unidade também receberão orientações sobre a doença. O coordenador do CTI, Durval Pedroso, vai ministrar uma palestra a partir das 19 horas, no Auditório do HGG, com o tema “Sepse, um problema de saúde pública”.De acordo com a gerente do Núcleo de Educação Continuada do HGG, Fabrícia Cândida, o Dia Mundial da Sepse é importante para conscientizar os colaboradores sobre a importância de seguir o protocolo correto da doença. “O HGG sempre investe no treinamento dos profissionais, para que os primeiros sinais da doença sejam reconhecidos rapidamente”.Além disso, os visitantes do HGG também receberão informativos que explicam o que é sepse, e como o familiar pode identificar. “É importante esclarecer os sintomas dessa doença, que são febre alta, aceleração do coração, respiração rápida, fraqueza, pressão baixa, diminuição da quantidade de urina, sonolência, confusão, entre outros. Hoje a sepse mata mais que infarto e câncer, e é preciso disseminar as informações tanto para os profissionais da saúde, quanto para a população”.A doençaOs dados do Instituto Latino Americano de Sepse mostram que a letalidade de pacientes provenientes do serviço de urgência em instituições públicas brasileiras é de 51,7%. As razões para essa letalidade elevada são múltiplas, entre elas: condições básicas de saúde da população inadequadas; dificuldade de acesso ao sistema de saúde; falta de infraestrutura na rede hospitalar, principalmente nos setores de urgência; número inadequado e despreparo de profissionais para atendimentoe desconhecimento entre profissionais de saúde.Mais informações: (62) 3209-9700
Fonte: Goiás Agora-GO

Novo Rio recebe Dia Mundial da Sepse. Doença mata mais que câncer ou infarto

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A cada segundo uma pessoa morre no mundo por causa da síndrome da Sepse. Por isso, o Instituto Latino Americano da Sepse (ILAS) desenvolve amanhã, das 8h às 15h, atividades de conscientização no Terminal Rodoviário do Rio de Janeiro. Esse ano as ações acontecerão em outras 14 capitais do país.— A doença é um conjunto de manifestações graves em todo o organismo produzidas por uma infecção, ou seja, uma resposta inflamatória do corpo que deu errado — explica o médico infectologista Ricardo de Freitas.O problema hoje é responsável por mais óbitos do que o câncer ou o infarto agudo do miocárdio. Estima-se que cerca de 15 a 17 milhões de casos são registrados por ano no mundo, sendo 670 mil apenas no Brasil.— O reconhecimento precoce é a chave para o tratamento adequado. Todas as instituições devem treinar suas equipes, principalmente de enfermagem, para reconhecer os primeiros sinais de gravidade e dar atendimento preferencial a esses pacientes nos serviços de urgência — alerta o médico intensivista Luciano Azevedo, presidente do ILAS.Serão distribuídas, durante a campanha, histórias em quadrinhos, criadas pelo ILAS, que retratam de forma simples a questão da importância do rápido diagnóstico. Haverá também profissionais de saúde à disposição da população para responder dúvidas. O instituto enviará ainda material específico para mais de 1.700 instituições.Febre e agitação são comunsOs sintomas da sepse variam de acordo com o grau de evolução do quadro clínico do paciente. Os mais comuns são: febre alta ou hipotermia, calafrios, baixa produção de urina, dificuldade para respirar, ritmo cardíaco acelerado, agitação e confusão mental.O tratamento adequado nas primeiras seis horas após a infecção tem grande implicação no prognóstico e na sobrevida dos pacientes.— Medidas simples, como coleta de exames, culturas, antibióticos na primeira hora e hidratação podem salvar vidas — menciona Luciano Azevedo.
Fonte: Extra-RJ

Maternidade Januário Cicco alerta usuários e funcionários sobre a gravidade da sepse

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A Maternidade Escola Januário Cicco da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (MEJC-UFRN) realiza esta semana uma ação para esclarecer usuários e profissionais da instituição sobre um problema de saúde grave, cujas estatísticas revelam que é uma das principais causas de mortalidade hospitalar, superando o câncer e até mesmo o infarto do miocárdio: a sepse.Até a próxima sexta-feira, profissionais da área assistencial e do controle de infecção hospitalar distribuem materiais informativos, trabalham com vídeos educativos e fazem esclarecimentos sobre a sepse buscando alertar o público para o problema e sobre como reconhecê-lo.A sepse é uma inflamação generalizada do organismo contra uma infecção que pode estar localizada em qualquer órgão, podendo levar à parada de funcionamento de um ou mais órgãos ou levar à morte, quando não descoberta e tratada rapidamente.Considerada a principal causa de morte em hospitais no Brasil, são mais de 400 mil casos e cerca de 220 mil pessoas morrem todos os anos, segundo estudos realizados pelo Instituto Latino Americano da Sepse, ILAS. O estudo comprova ainda que cerca de 30% dos leitos das unidades de terapia intensiva no Brasil são ocupados por pacientes com Sepse grave.A infectologista pediátrica da maternidade, Fabiana Filgueira, diz que o risco de sepse pode ser diminuído, principalmente em crianças, respeitando-se o calendário de vacinação e que uma higienização adequada das mãos e cuidados com o equipamento médico, podem ajudar a prevenir infecções hospitalares que levam à sepse.Ela alerta ainda para o fato da sepse não ocorrer apenas por causa de infecções hospitalares: “O maior número de casos é em pacientes vindo de domicílio. A campanha deste ano ressalta para a o diagnóstico precoce, o tempo é fundamental para o sucesso do tratamento”, afirma. Os sintomas iniciais de infecção grave são: febre alta, aceleração do coração, respiração rápida, fraqueza, pressão baixa, diminuição da quantidade de urina, sonolência ou confusão.O dia 13 de setembro foi escolhido como Dia Mundial da Sepse, quando profissionais de saúde de todos os continentes intensificam ações que podem reduzir a incidência desse grave problema de saúde pública.
Fonte: No Minuto-BR